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Copa do Brasil

Vasco vira sobre o Fluminense no fim e abre vantagem por vaga na final da Copa do Brasil

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Esportes / Futebol

Vegetti apareceu nos acréscimos para anotar o segundo gol do Cruz-Maltino na partida

Rio de Janeiro / RJ

O Vasco mostrou que é o ‘Time da Virada’ e abriu vantagem na semifinal da Copa do Brasil. Na noite desta quinta-feira (11), o Cruz-Maltino bateu o Fluminense por 2 a 1 no Maracanã, pelo jogo de ida. Kevin Serna abriu o placar para o Flu ainda no primeiro tempo. Já na etapa complementar, a equipe de Diniz voltou com outra outra postura e deixou tudo igual com Rayan. Nos acréscimos, Vegetti selou o triunfo do Gigante da Colina.

Partida entre Vasco x Fluminense, válida pelo jogo de ida da semifinal da Copa do Brasil, realizada no estádio Maracanã, no Rio de Janeiro, na noite desta quinta-feira (11).  - Reginaldo Pimenta/Agência O Dia

Os dois times voltam a se enfrentar no próximo domingo (14), a partir das 20h30, novamente no Maracanã. O Cruz-Maltino joga por um empate para avançar à decisão. Já o Fluminense precisa vencer por um gol de diferença para forçar os pênaltis – triunfo por dois ou mais gols de diferença garante o Tricolor na decisão.

O jogo

O primeiro tempo começou animado no Maracanã. Logo no início, Andrés Gómez avançou com a bola e invadiu a área após vacilo de Freytes, mas demorou para finalizar, e o zaueiro se recuperou no lance para bloquear o chute.

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Já aos sete minutos, Lucho Acosta descolou ótimo passe para Kevin Serna, que entrou na área e devolveu para o argentino chutar de primeira por cima do gol. O lance já mostrava o crescimento do Fluminense na partida.

Partida entre Vasco x Fluminense, válida pelo jogo de ida da semifinal da Copa do Brasil, realizada no estádio Maracanã, no Rio de Janeiro, na noite desta quinta-feira (11).  - Reginaldo Pimenta/Agência O Dia

O gol tricolor saiu aos 22 minutos. Renê cobrou falta para Thiago Silva, que correu livre de marcação para cabecear para Kevin Serna. O colombiano fez o domínio e finalizou. A bola ainda desviou em Andrés Gómez antes de entrar.

O Cruz-Maltino passou a ter mais a bola, mas não conseguiu fazer Fábio realizar uma sequer na etapa inicial. Dessa forma, o Tricolor foi para o intervalo em vantagem no placar.

Na etapa complementar, o jogo mudou. O Vasco foi para cima e deixou tudo igual logo aos cinco minutos. Andrés Gómez avançou pelo lado esquerdo e fez o cruzamento na direção da área. Nuno Moreira tentou o chute, mas a bola sobrou para Rayan, que encheu o pé para estufar as redes do Maracanã.

O Gigante da Colina sentiu o bom momento, passou a ditar o ritmo e criou boas chances para virar. A primeira veio após um cruzamento rasteiro para Puma Rodríguez, que finalizou, mas Fábio salvou o Fluminense com o pé. Mais tarde no jogo, após cobrança de escanteio, o uruguaio acertou a trave do Tricolor.

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A equipe de Zubeldía demorou para se encontrar na etapa complementar e fez pouco para retomar a vantagem. O empate parecia certo, mas o Vasco não jogou a toalha e buscou a virada nos acréscimos.

Depois de sofrer falta, Rayan foi rapidamente para a cobrança e acionou Andrés Gómez, que fez o cruzamento para Vegetti finalizar de cabeça e garantir a vitória vascaína.

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  • Informações O Dia – Conteúdo
  • Foto/Destaque: Crédito –  Reginaldo Pimenta / Agência O Dia

 

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Esportes / Futebol

Espanha bate a Argentina na prorrogação e vence a Copa do Mundo pela segunda vez

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Por André Costa*

Depois de 16 anos, a Espanha pode libertar o grito de “é campeão” da garganta novamente! Neste domingo, a Fúria levou a melhor sobre a Argentina na grande final da Copa do Mundo de 2026, por 1 a 0, e faturou o título mundial pela segunda vez em sua história. O gol da vitória espanhola foi marcado por Ferrán Torres, já no segundo tempo da prorrogação do jogo disputado no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos.

A decisão foi marcada por um amplo domínio espanhol. A Fúria martelou a Argentina durante toda a partida e aproveitou a expulsão de Enzo Fernández no fim do tempo regulamentar para enfim colocar a bola no fundo das redes. Foram 19 chutes até a finalização de Ferrán Torres que furou o gol de Dibu Martínez.

Roteiro repetido

O roteiro do bicampeonato mundial da Espanha faz jus ao primeiro título do país, conquistado em 2010. Naquele ano, o gol da vitória espanhola na final contra a Holanda, por 1 a 0, também foi marcado na prorrogação. O herói daquela vez também foi um jogador do Barcelona: Andrés Iniesta.

Adeus discreto de Messi

Já a provável despedida de Lionel Messi da Copa do Mundo teve sabor amargo. Preso na marcação espanhola, o astro teve atuação discreta na final e acabou amargando o vice, além de não conseguir superar Kylian Mbappé como o maior artilheiro da história da competição. O craque parou nos 21 gols, contra 22 do francês.

Com a derrota, a Argentina perdeu a chance de conquistar o seu quarto título mundial. Além disso, os sul-americanos, que ergueram a taça em 1978, 1986 e 2022, não conseguiram igualar Itália (1934 e 1938) e Brasil (1958 e 1962) como os únicos bicampeões consecutivos do torneio.

Como foi o jogo?

O início da grande final foi eletrizante. Logo aos quatro minutos, Lamine Yamal tabelou com Dani Olmo na entrada da área e chutou rasteiro com a perna esquerda. A bola desviou em Lisandro Martínez, mas Dibu Martínez reagiu rapidamente e fez boa defesa.

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A Argentina respondeu no minuto seguinte. Julián Álvarez roubou a bola no meio de campo e lançou para Messi nas costas da marcação da Espanha. Porém, o goleiro Unai Simón se antecipou e saiu do gol para fazer o corte.

Depois, o jogo ficou morno. Com o controle da posse de bola, os espanhóis só voltaram a chegar ao ataque aos 37 minutos. Após boa jogada coletiva, Oyarzabal recebeu na entrada da área e bateu rasteiro, mas parou em Dibu Martínez. Já aos 42, foi a vez de Cucurella arriscar de longe e levar perigo.

Os argentinos, por sua vez, produziram muito pouco. Os atuais campeões demonstraram dificuldade de escapar da pressão espanhola e terminaram a primeira etapa sem nenhuma finalização a gol.

Segundo tempo

A Espanha continuou tomando a iniciativa após o intervalo. Com menos de um minuto no segundo tempo, Baena costurou pelo lado esquerdo, ajeitou para o meio e bateu colocado, mas Dibu Martínez agarrou. O goleiro da Argentina precisou trabalhar novamente aos 18, em chute de Dani Olmo de fora da área, e aos 21, em cabeceio de Ferrán Torres.

A Fúria incomodou mais uma vez aos 31 minutos. Pedri carregou a bola por dentro após boa troca de passes e mandou em cima de Dibu Martínez. Na sequência, Cubarsí soltou uma pancada de fora da área e parou em mais uma defesa do goleiro argentino. Pressão total da Espanha!

A partida ficou ainda mais complicada para a Argentina após a expulsão de Enzo Fernández. Aos 47 minutos, o jogador cometeu falta dura em Cubarsí, recebeu o segundo cartão amarelo e deixou a equipe com um a menos. A Espanha teve a chance de garantir a vitória aos 52, em cobrança de falta de Lamine Yamal, mas Dibu Martínez espalmou e levou o duelo para a prorrogação.

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Prorrogação

O cenário foi o mesmo no primeiro tempo da prorrogação. Com somente dois minutos, Pedri cruzou na medida para Nico Williams, que desviou de cabeça e parou em uma defesaça de Dibu Martínez. A Espanha chegou a abrir o placar com Nico Williams, aos cinco minutos, mas o tento foi anulado por uma falta de Merino em Otamendi.

Nas cordas, a Argentina tinha enorme dificuldade para ultrapassar a linha do meio-campo. Enquanto isso, os espanhóis desperdiçaram mais uma oportunidade aos 12 minutos. Nico Williams dominou pelo lado esquerdo e cruzou para Merino, que cabeceou para o chão e viu a bola raspar a trave.

Segundo tempo

Como diz o ditado, água mole em pedra dura, tanto bate até que fura. E o gol da Espanha enfim saiu no primeiro minuto do segundo tempo da prorrogação. Pedro Porro conduziu pelo lado direito e cruzou na segunda trave, para Nico Williams, que ajeitou de cabeça para o meio da área. Ferrán Torres chegou fuzilando com a perna esquerda e colocou os espanhóis em vantagem.

A Fúria chegou a ampliar o marcador aos sete minutos, mais uma vez por meio de Ferrán Torres. No entanto, o gol acabou sendo invalidado por impedimento.

A Argentina não se entregou e quase empatou aos 14 minutos. Messi tocou para Simeone, que avançou pelo lado direito e cruzou rasteiro. Tagliafico chegou para empurrar para o fundo das redes, mas a zaga espanhola afastou na hora H. Logo na sequência, Messi cobrou escanteio e viu a bola sobrar com Simeone, que mandou por cima do gol de Unai Simón.

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*Gazeta Esportiva – Conteúdo

*Foto destaque: Crédito – Odd Anderson / AFP

 

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