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Campeonato Carioca

Fluminense vence Vasco e sai na frente pela semifinal do Carioca

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Esportes / Futebol

Kevin Serna marcou o único gol da partida, que teve duas expulsões

Rio de Janeiro – RJ

O Fluminense venceu o Vasco por 1 a 0 na noite deste domingo (22), no estádio Nilton Santos, pela ida da semifinal do Campeonato Carioca. Kevin Serna marcou o único gol da partida. O clássico foi movimentado, com princípios de confusão e as expulsões do técnico Luis Zubeldía, ainda no primeiro tempo, e Bernal na segunda etapa. O Tricolor conseguiu ser efetivo, enquanto a equipe de Fernando Diniz sofreu para criar chances e não soube aproveitar a superioridade numérica.

O Fluminense volta a campo para enfrentar o Palmeiras nesta quarta-feira (25), às 21h30, na Arena Barueri, enquanto o Cruz-Maltino encara o Santos na quinta-feira (26), às 19h, na Vila Belmiro. Ambos os jogos vão ser pela 4ª rodada do Campeonato Brasileiro. Depois, os clubes cariocas farão a volta da semifinal do Estadual no próximo domingo (1º), no Maracanã, às 18h.

O jogo

A partida começou com o Fluminense tendo mais a posse de bola, girando a bola e tentando furar a compactada defesa do Vasco. Apesar disso, a primeira finalização foi do Cruz-Maltino, com Cauan Barros aproveitando erro da saída de bola na defesa tricolor aos 10 minutos, mas o chute foi para fora. A equipe de Fernando Diniz seguiu tentando chegar com bolas longas, mas sem sucesso. Depois, em um jogo com forte marcação, o Vasco conseguiu equilibrar as ações e incomodar a saída de bola do time de Zubeldía.

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A partida começou a esquentar aos 21 minutos, com Andrés Gómez e Bernal marcando faltas para impedir contra-ataques adversários, em situações que acabaram com princípio de confusão. Ambos receberam cartão amarelo. Logo depois, Zubeldía invadiu o campo para reclamar de uma falta não marcada de Claudio Spinelli na entrada da área e acabou expulso antes da pausa para hidratação.

Apesar disso, foi o Fluminense que abriu o placar, aos 31 minutos, com Renê cobrando escanteio e Bernal ajeitando de cabeça para Serna chutar cruzado. O Tricolor teve outra grande chance em seguida: Lucho enfiou bola para John Kennedy, mas Puma tirou a bola no último momento. Depois, a bola voltou no meia, que tentou cavar, mas Léo Jardim defendeu. Neste momento, o Vasco seguia tendo mais a posse, mas não conseguia aproveitar e sofria contra-ataques perigosos.

Por não conseguir invadir a área, aos 42 minutos, o jogador cruz-maltino Rojas arriscou de longe, exigindo boa defesa de Fábio. Em seguida, já nos acréscimos, Kennedy recebeu a bola contra dois marcadores e tocou para Bernal, que chutou para defesa de Léo Jardim.

Assim como no primeiro tempo, a segunda etapa começou com o Fluminense tendo mais posse e girando a bola, até Lucho finalizar por cima do gol de Léo Jardim, aos quatro minutos. O Vasco respondeu com Puma Rodríguez, que recebeu na intermediária e chutou para defesa de Fábio. A equipe de Diniz começou a crescer no jogo, mas o Tricolor também levou perigo, com Martinelli enfiando bola para John Kennedy, que chutou cruzado, tirando tinta do gol de Léo Jardim.

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Aos 18 minutos, após cobrança de falta ensaiada, Adson puxou contra-ataque e correu sozinho com a bola, mas foi puxado na linha do meio-campo por Bernal, que recebeu cartão vermelho. Depois disso, o Vasco partiu para o ataque, com a entrada de Brenner, mas ainda com dificuldade para criar chances de perigo. O Cruz-Maltino insistiu em jogadas pelo lado de Andrés Gómez, mas o jogador sofreu boa marcação.

 O Vasco continuou em cima, rodando a bola buscando jogadas pelo lado e forçando cruzamentos, mas sem efetividade. Aos 43 minutos, a defesa tricolor rebateu uma cobrança de escanteio, e Adson chutou da intermediária. A bola saiu à esquerda do gol de Fábio. O Tricolor ainda teve uma chance para ampliar o resultado no último minuto, com Guilherme Arana.

Outro Resultado do Carioca

Flamengo 3 x 0 Madureira

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  • Informações de O Dia – Conteúdo
  • Foto Destaque: Crédito – Marcelo Gonçalves – Fluminense
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Esportes / Futebol

Espanha bate a Argentina na prorrogação e vence a Copa do Mundo pela segunda vez

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Por André Costa*

Depois de 16 anos, a Espanha pode libertar o grito de “é campeão” da garganta novamente! Neste domingo, a Fúria levou a melhor sobre a Argentina na grande final da Copa do Mundo de 2026, por 1 a 0, e faturou o título mundial pela segunda vez em sua história. O gol da vitória espanhola foi marcado por Ferrán Torres, já no segundo tempo da prorrogação do jogo disputado no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos.

A decisão foi marcada por um amplo domínio espanhol. A Fúria martelou a Argentina durante toda a partida e aproveitou a expulsão de Enzo Fernández no fim do tempo regulamentar para enfim colocar a bola no fundo das redes. Foram 19 chutes até a finalização de Ferrán Torres que furou o gol de Dibu Martínez.

Roteiro repetido

O roteiro do bicampeonato mundial da Espanha faz jus ao primeiro título do país, conquistado em 2010. Naquele ano, o gol da vitória espanhola na final contra a Holanda, por 1 a 0, também foi marcado na prorrogação. O herói daquela vez também foi um jogador do Barcelona: Andrés Iniesta.

Adeus discreto de Messi

Já a provável despedida de Lionel Messi da Copa do Mundo teve sabor amargo. Preso na marcação espanhola, o astro teve atuação discreta na final e acabou amargando o vice, além de não conseguir superar Kylian Mbappé como o maior artilheiro da história da competição. O craque parou nos 21 gols, contra 22 do francês.

Com a derrota, a Argentina perdeu a chance de conquistar o seu quarto título mundial. Além disso, os sul-americanos, que ergueram a taça em 1978, 1986 e 2022, não conseguiram igualar Itália (1934 e 1938) e Brasil (1958 e 1962) como os únicos bicampeões consecutivos do torneio.

Como foi o jogo?

O início da grande final foi eletrizante. Logo aos quatro minutos, Lamine Yamal tabelou com Dani Olmo na entrada da área e chutou rasteiro com a perna esquerda. A bola desviou em Lisandro Martínez, mas Dibu Martínez reagiu rapidamente e fez boa defesa.

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A Argentina respondeu no minuto seguinte. Julián Álvarez roubou a bola no meio de campo e lançou para Messi nas costas da marcação da Espanha. Porém, o goleiro Unai Simón se antecipou e saiu do gol para fazer o corte.

Depois, o jogo ficou morno. Com o controle da posse de bola, os espanhóis só voltaram a chegar ao ataque aos 37 minutos. Após boa jogada coletiva, Oyarzabal recebeu na entrada da área e bateu rasteiro, mas parou em Dibu Martínez. Já aos 42, foi a vez de Cucurella arriscar de longe e levar perigo.

Os argentinos, por sua vez, produziram muito pouco. Os atuais campeões demonstraram dificuldade de escapar da pressão espanhola e terminaram a primeira etapa sem nenhuma finalização a gol.

Segundo tempo

A Espanha continuou tomando a iniciativa após o intervalo. Com menos de um minuto no segundo tempo, Baena costurou pelo lado esquerdo, ajeitou para o meio e bateu colocado, mas Dibu Martínez agarrou. O goleiro da Argentina precisou trabalhar novamente aos 18, em chute de Dani Olmo de fora da área, e aos 21, em cabeceio de Ferrán Torres.

A Fúria incomodou mais uma vez aos 31 minutos. Pedri carregou a bola por dentro após boa troca de passes e mandou em cima de Dibu Martínez. Na sequência, Cubarsí soltou uma pancada de fora da área e parou em mais uma defesa do goleiro argentino. Pressão total da Espanha!

A partida ficou ainda mais complicada para a Argentina após a expulsão de Enzo Fernández. Aos 47 minutos, o jogador cometeu falta dura em Cubarsí, recebeu o segundo cartão amarelo e deixou a equipe com um a menos. A Espanha teve a chance de garantir a vitória aos 52, em cobrança de falta de Lamine Yamal, mas Dibu Martínez espalmou e levou o duelo para a prorrogação.

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Prorrogação

O cenário foi o mesmo no primeiro tempo da prorrogação. Com somente dois minutos, Pedri cruzou na medida para Nico Williams, que desviou de cabeça e parou em uma defesaça de Dibu Martínez. A Espanha chegou a abrir o placar com Nico Williams, aos cinco minutos, mas o tento foi anulado por uma falta de Merino em Otamendi.

Nas cordas, a Argentina tinha enorme dificuldade para ultrapassar a linha do meio-campo. Enquanto isso, os espanhóis desperdiçaram mais uma oportunidade aos 12 minutos. Nico Williams dominou pelo lado esquerdo e cruzou para Merino, que cabeceou para o chão e viu a bola raspar a trave.

Segundo tempo

Como diz o ditado, água mole em pedra dura, tanto bate até que fura. E o gol da Espanha enfim saiu no primeiro minuto do segundo tempo da prorrogação. Pedro Porro conduziu pelo lado direito e cruzou na segunda trave, para Nico Williams, que ajeitou de cabeça para o meio da área. Ferrán Torres chegou fuzilando com a perna esquerda e colocou os espanhóis em vantagem.

A Fúria chegou a ampliar o marcador aos sete minutos, mais uma vez por meio de Ferrán Torres. No entanto, o gol acabou sendo invalidado por impedimento.

A Argentina não se entregou e quase empatou aos 14 minutos. Messi tocou para Simeone, que avançou pelo lado direito e cruzou rasteiro. Tagliafico chegou para empurrar para o fundo das redes, mas a zaga espanhola afastou na hora H. Logo na sequência, Messi cobrou escanteio e viu a bola sobrar com Simeone, que mandou por cima do gol de Unai Simón.

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*Gazeta Esportiva – Conteúdo

*Foto destaque: Crédito – Odd Anderson / AFP

 

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