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Finalmente uma vitória convincente

Fluminense joga bem e vence o Palmeiras no Maracanã

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Esportes / Futebol

Depois do lançamento de Marcelo para Serna o estreante, em uma grande arrancada, cruzou para Arias que marcou aos 42 minutos selando a vitória do tricolor carioca

Rio de janeiro / RJ

O time do Fluminense voltou a ser o grande clube de tantas tradições como um dos grandes do futebol brasileiro. Seus jogadores se entregaram em busca da vitória e foi quase todo o tempo melhor do que o time do Palmeiras.

Assim como foi na arrancada contra o rebaixamento em 2009, o Fluminense invocou o espírito de ‘Time de Guerreiros’ e como foi naquela tarde de domingo contra o Palmeiras, na mesma baliza, o Tricolor venceu o time paulista por 1 a 0, gol de Jhon Arias, e chegou a 14 pontos. O triunfo não foi suficiente para tirar o time da zona de rebaixamento, mas a diferença para a primeira equipe fora do Z4 diminuiu para apenas três pontos.

Comemoração dos jogadores do Fluminense após o gol de Arias

Quem foi ao Maracanã e esperava ver um Fluminense que pressionasse o Palmeiras, ficou satisfeito com os 20 minutos iniciais de partida no Maracanã. Empurrado pela torcida que fez uma grande festa para receber o time, o Fluminense empilhou chances perdidas. Com uma movimentação rápida no setor ofensivo, principalmente com Arias e Marquinhos flutuando pelas pontas, o Tricolor fez Weverton trabalhar logo no minuto inicial em finalização do colombiano.

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A chance no primeiro ataque animou o Fluminense, que teve a melhor oportunidade do primeiro tempo quando Thiago Silva deu um lançamento de 50 metros no peito de Marquinhos, que finalizou por cima do gol. O mesmo Marquinhos também desperdiçou uma chance cristalina criada por Ganso.

Após a pressão inicial, o Tricolor diminuiu o ritmo e o Palmeiras entrou na partida. O time paulista apostou bastante em um jogo de transição rápida nos erros de passe do Fluminense – que não foram poucos – mas sem tanto sucesso. Fábio só foi trabalhar nos acréscimos, mesmo assim em uma finalização pouco perigosa.

Comemoração de Jhon Arias, do Fluminense

Precisando da vitória, Mano Menezes promoveu a estreia de Kevin Serna e apostou no que tem dado certo nos últimos jogos: a entrada de Kauã Elias no lugar de Germán Cano. O argentino, por sua vez, fez uma partida de muita transpiração, em prol da equipe, mas chegou ao seu pior jejum da carreira – são 13 jogos sem balançar as redes. O treinador do Fluminense também buscou uma alternativa diferente: a entrada de Marcelo no lugar de Ganso, como um meio-campista.

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As substituições deram fôlego para o Fluminense, que passou a jogar de forma ainda mais vertical e atacando os espaços dados pela defesa palmeirense. O Tricolor tentou jogar mais pelas pontas, aproveitando as passagens dos laterais, e explorando Serna e Jhon Arias. Marcelo, como um camisa 10, foi o responsável por organizar as investidas tricolores.

Melhor em campo, o gol do Fluminense era questão de tempo para acontecer. E a jogada do gol que deu a vitória para o Flu passou pelos pés de dois jogadores escolhidos por Mano Menezes: Marcelo lançou Kevin Serna, que fez boa jogada pela esquerda e cruzou para Jhon Arias finalizar sem chances para Weverton, em um gol que desentalou mais de 50 mil vozes no Maracanã.

Outros Resultados do Brasileirão Série A

Vitória 1 x 2 Flamengo

Atlético-GO 1 x 1 Bahia

São Paulo 2 x 2 Botafogo

Criciúma 1 x 1 Fortaleza

Cruzeiro 2 x 0 Juventude

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* Da Redação / Com informações Extra / O Dia

* Fotos: Lucas Merçon / Fluminense F.C.

 

 

 

 

 

 

 

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Esportes / Futebol

Espanha bate a Argentina na prorrogação e vence a Copa do Mundo pela segunda vez

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em

Por André Costa*

Depois de 16 anos, a Espanha pode libertar o grito de “é campeão” da garganta novamente! Neste domingo, a Fúria levou a melhor sobre a Argentina na grande final da Copa do Mundo de 2026, por 1 a 0, e faturou o título mundial pela segunda vez em sua história. O gol da vitória espanhola foi marcado por Ferrán Torres, já no segundo tempo da prorrogação do jogo disputado no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos.

A decisão foi marcada por um amplo domínio espanhol. A Fúria martelou a Argentina durante toda a partida e aproveitou a expulsão de Enzo Fernández no fim do tempo regulamentar para enfim colocar a bola no fundo das redes. Foram 19 chutes até a finalização de Ferrán Torres que furou o gol de Dibu Martínez.

Roteiro repetido

O roteiro do bicampeonato mundial da Espanha faz jus ao primeiro título do país, conquistado em 2010. Naquele ano, o gol da vitória espanhola na final contra a Holanda, por 1 a 0, também foi marcado na prorrogação. O herói daquela vez também foi um jogador do Barcelona: Andrés Iniesta.

Adeus discreto de Messi

Já a provável despedida de Lionel Messi da Copa do Mundo teve sabor amargo. Preso na marcação espanhola, o astro teve atuação discreta na final e acabou amargando o vice, além de não conseguir superar Kylian Mbappé como o maior artilheiro da história da competição. O craque parou nos 21 gols, contra 22 do francês.

Com a derrota, a Argentina perdeu a chance de conquistar o seu quarto título mundial. Além disso, os sul-americanos, que ergueram a taça em 1978, 1986 e 2022, não conseguiram igualar Itália (1934 e 1938) e Brasil (1958 e 1962) como os únicos bicampeões consecutivos do torneio.

Como foi o jogo?

O início da grande final foi eletrizante. Logo aos quatro minutos, Lamine Yamal tabelou com Dani Olmo na entrada da área e chutou rasteiro com a perna esquerda. A bola desviou em Lisandro Martínez, mas Dibu Martínez reagiu rapidamente e fez boa defesa.

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A Argentina respondeu no minuto seguinte. Julián Álvarez roubou a bola no meio de campo e lançou para Messi nas costas da marcação da Espanha. Porém, o goleiro Unai Simón se antecipou e saiu do gol para fazer o corte.

Depois, o jogo ficou morno. Com o controle da posse de bola, os espanhóis só voltaram a chegar ao ataque aos 37 minutos. Após boa jogada coletiva, Oyarzabal recebeu na entrada da área e bateu rasteiro, mas parou em Dibu Martínez. Já aos 42, foi a vez de Cucurella arriscar de longe e levar perigo.

Os argentinos, por sua vez, produziram muito pouco. Os atuais campeões demonstraram dificuldade de escapar da pressão espanhola e terminaram a primeira etapa sem nenhuma finalização a gol.

Segundo tempo

A Espanha continuou tomando a iniciativa após o intervalo. Com menos de um minuto no segundo tempo, Baena costurou pelo lado esquerdo, ajeitou para o meio e bateu colocado, mas Dibu Martínez agarrou. O goleiro da Argentina precisou trabalhar novamente aos 18, em chute de Dani Olmo de fora da área, e aos 21, em cabeceio de Ferrán Torres.

A Fúria incomodou mais uma vez aos 31 minutos. Pedri carregou a bola por dentro após boa troca de passes e mandou em cima de Dibu Martínez. Na sequência, Cubarsí soltou uma pancada de fora da área e parou em mais uma defesa do goleiro argentino. Pressão total da Espanha!

A partida ficou ainda mais complicada para a Argentina após a expulsão de Enzo Fernández. Aos 47 minutos, o jogador cometeu falta dura em Cubarsí, recebeu o segundo cartão amarelo e deixou a equipe com um a menos. A Espanha teve a chance de garantir a vitória aos 52, em cobrança de falta de Lamine Yamal, mas Dibu Martínez espalmou e levou o duelo para a prorrogação.

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Prorrogação

O cenário foi o mesmo no primeiro tempo da prorrogação. Com somente dois minutos, Pedri cruzou na medida para Nico Williams, que desviou de cabeça e parou em uma defesaça de Dibu Martínez. A Espanha chegou a abrir o placar com Nico Williams, aos cinco minutos, mas o tento foi anulado por uma falta de Merino em Otamendi.

Nas cordas, a Argentina tinha enorme dificuldade para ultrapassar a linha do meio-campo. Enquanto isso, os espanhóis desperdiçaram mais uma oportunidade aos 12 minutos. Nico Williams dominou pelo lado esquerdo e cruzou para Merino, que cabeceou para o chão e viu a bola raspar a trave.

Segundo tempo

Como diz o ditado, água mole em pedra dura, tanto bate até que fura. E o gol da Espanha enfim saiu no primeiro minuto do segundo tempo da prorrogação. Pedro Porro conduziu pelo lado direito e cruzou na segunda trave, para Nico Williams, que ajeitou de cabeça para o meio da área. Ferrán Torres chegou fuzilando com a perna esquerda e colocou os espanhóis em vantagem.

A Fúria chegou a ampliar o marcador aos sete minutos, mais uma vez por meio de Ferrán Torres. No entanto, o gol acabou sendo invalidado por impedimento.

A Argentina não se entregou e quase empatou aos 14 minutos. Messi tocou para Simeone, que avançou pelo lado direito e cruzou rasteiro. Tagliafico chegou para empurrar para o fundo das redes, mas a zaga espanhola afastou na hora H. Logo na sequência, Messi cobrou escanteio e viu a bola sobrar com Simeone, que mandou por cima do gol de Unai Simón.

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*Gazeta Esportiva – Conteúdo

*Foto destaque: Crédito – Odd Anderson / AFP

 

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