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Campeonato Brasileiro

Flamengo vence o Palmeiras com autoridade e sonha com título do Brasileirão

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Esportes / Futebol

Rubro-Negro chegou a 56 pontos na tabela de classificação e segue em arrancada

Rio de Janeiro

Emoção na reta final do Campeonato Brasileiro. Em partida válida pela 33ª rodada, nesta quarta-feira (8), no Maracanã, o Flamengo mostrou que está vivo na luta pelo título e venceu o concorrente Palmeiras pelo placar de 3 a 0 com autoridade em mais uma boa apresentação sob o comando do técnico Tite. Os gols do Rubro-Negro no duelo foram marcados por Pedro (duas vezes) e Arrascaeta.

Com o resultado, o Rubro-Negro foi a 56 pontos na tabela de classificação e encostou no líder Botafogo, que tem 59 e ainda jogará na rodada contra o Grêmio, outro postulante ao título. O Fla volta a campo no sábado (11), contra o Fluminense, às 18h30 (de Brasília) novamente no Maracanã.

O jogo
Em campo, o Flamengo se viu em situação desconfortável nos primeiros minutos com uma grande pressão do Palmeiras, que assustou logo no primeiro ataque após cobrança de falta, posteriormente com grande jogada da joia Endrick e defesa difícil de Rossi em finalização de Breno Lopes. Isso antes dos 15 minutos.

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No entanto, com espaço para jogar, a equipe comandada por Tite encontrou caminho nas costas da zaga paulista para abrir o placar. Aos 17 minutos, Pulgar achou passe preciso para Pedro, que saiu sozinho contra Weverton, tocou por cima com categoria e balançou a rede palmeirense.

O primeiro gol virou a chave da partida e o Fla passou a dominar as ações principalmente com investidas pelo lado. Assim, aos 28, Everton Cebolinha recebeu na esquerda e cruzou na medida para Arrascaeta, em projeção, cabecear para baixo e ampliar o marcador. No restante da primeira etapa, o time rubro-negro ainda teve chance de aumentar a vantagem com Luiz Araújo, mas o camisa 31 finalizou por cima.

Logo no retorno do intervalo, mais uma boa notícia para o Flamengo: Gustavo Gómez, zagueiro paraguaio do Palmeiras, parou Arrascaeta com falta forte no meio-campo, puxando o uruguaio pelo pescoço, e o árbitro Rodrigo José Pereira apresentou o cartão vermelho.

Com a superioridade numérica, além da vantagem no placar, o jogo se desenhou para o Flamengo construir uma vitória imponente contra o rival direto na luta pelo título. Aos 18, Arrascaeta recebeu em contra-ataque e comandou a jogada do terceiro gol. Ele serviu Ayrton Lucas pelo lado esquerdo, que cruzou na cabeça de Gerson. O volante encontrou Pedro chegando para finalizar e, com toque sutil, marcar o terceiro.

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Bem postado defensivamente e sem correr riscos, o time da Gávea se apresentou de forma leve, trabalhando bem a posse de bola para não dar oportunidades ao Palmeiras, que, por sua vez, acumulou erros na faixa de meio-campo. Dominante, o Rubro-Negro controlou o jogo até o apito final da arbitragem. Festa no Maracanã para mais de 64 mil torcedores e esperança por mais um título brasileiro.

Outros Resultados:

  • Internacional 0 x 0 Fluminense
  • São Paulo 1 x 0 RB Bragantino
  • América-MG 0 x 3 Coritiba
  • Athletco-PR 1 x 1 Fortaleza

  • Com informações de O Dia / Foto/Crédito: Alexandre Brum – Estadão
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Esportes / Futebol

Espanha bate a Argentina na prorrogação e vence a Copa do Mundo pela segunda vez

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Por André Costa*

Depois de 16 anos, a Espanha pode libertar o grito de “é campeão” da garganta novamente! Neste domingo, a Fúria levou a melhor sobre a Argentina na grande final da Copa do Mundo de 2026, por 1 a 0, e faturou o título mundial pela segunda vez em sua história. O gol da vitória espanhola foi marcado por Ferrán Torres, já no segundo tempo da prorrogação do jogo disputado no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos.

A decisão foi marcada por um amplo domínio espanhol. A Fúria martelou a Argentina durante toda a partida e aproveitou a expulsão de Enzo Fernández no fim do tempo regulamentar para enfim colocar a bola no fundo das redes. Foram 19 chutes até a finalização de Ferrán Torres que furou o gol de Dibu Martínez.

Roteiro repetido

O roteiro do bicampeonato mundial da Espanha faz jus ao primeiro título do país, conquistado em 2010. Naquele ano, o gol da vitória espanhola na final contra a Holanda, por 1 a 0, também foi marcado na prorrogação. O herói daquela vez também foi um jogador do Barcelona: Andrés Iniesta.

Adeus discreto de Messi

Já a provável despedida de Lionel Messi da Copa do Mundo teve sabor amargo. Preso na marcação espanhola, o astro teve atuação discreta na final e acabou amargando o vice, além de não conseguir superar Kylian Mbappé como o maior artilheiro da história da competição. O craque parou nos 21 gols, contra 22 do francês.

Com a derrota, a Argentina perdeu a chance de conquistar o seu quarto título mundial. Além disso, os sul-americanos, que ergueram a taça em 1978, 1986 e 2022, não conseguiram igualar Itália (1934 e 1938) e Brasil (1958 e 1962) como os únicos bicampeões consecutivos do torneio.

Como foi o jogo?

O início da grande final foi eletrizante. Logo aos quatro minutos, Lamine Yamal tabelou com Dani Olmo na entrada da área e chutou rasteiro com a perna esquerda. A bola desviou em Lisandro Martínez, mas Dibu Martínez reagiu rapidamente e fez boa defesa.

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A Argentina respondeu no minuto seguinte. Julián Álvarez roubou a bola no meio de campo e lançou para Messi nas costas da marcação da Espanha. Porém, o goleiro Unai Simón se antecipou e saiu do gol para fazer o corte.

Depois, o jogo ficou morno. Com o controle da posse de bola, os espanhóis só voltaram a chegar ao ataque aos 37 minutos. Após boa jogada coletiva, Oyarzabal recebeu na entrada da área e bateu rasteiro, mas parou em Dibu Martínez. Já aos 42, foi a vez de Cucurella arriscar de longe e levar perigo.

Os argentinos, por sua vez, produziram muito pouco. Os atuais campeões demonstraram dificuldade de escapar da pressão espanhola e terminaram a primeira etapa sem nenhuma finalização a gol.

Segundo tempo

A Espanha continuou tomando a iniciativa após o intervalo. Com menos de um minuto no segundo tempo, Baena costurou pelo lado esquerdo, ajeitou para o meio e bateu colocado, mas Dibu Martínez agarrou. O goleiro da Argentina precisou trabalhar novamente aos 18, em chute de Dani Olmo de fora da área, e aos 21, em cabeceio de Ferrán Torres.

A Fúria incomodou mais uma vez aos 31 minutos. Pedri carregou a bola por dentro após boa troca de passes e mandou em cima de Dibu Martínez. Na sequência, Cubarsí soltou uma pancada de fora da área e parou em mais uma defesa do goleiro argentino. Pressão total da Espanha!

A partida ficou ainda mais complicada para a Argentina após a expulsão de Enzo Fernández. Aos 47 minutos, o jogador cometeu falta dura em Cubarsí, recebeu o segundo cartão amarelo e deixou a equipe com um a menos. A Espanha teve a chance de garantir a vitória aos 52, em cobrança de falta de Lamine Yamal, mas Dibu Martínez espalmou e levou o duelo para a prorrogação.

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Prorrogação

O cenário foi o mesmo no primeiro tempo da prorrogação. Com somente dois minutos, Pedri cruzou na medida para Nico Williams, que desviou de cabeça e parou em uma defesaça de Dibu Martínez. A Espanha chegou a abrir o placar com Nico Williams, aos cinco minutos, mas o tento foi anulado por uma falta de Merino em Otamendi.

Nas cordas, a Argentina tinha enorme dificuldade para ultrapassar a linha do meio-campo. Enquanto isso, os espanhóis desperdiçaram mais uma oportunidade aos 12 minutos. Nico Williams dominou pelo lado esquerdo e cruzou para Merino, que cabeceou para o chão e viu a bola raspar a trave.

Segundo tempo

Como diz o ditado, água mole em pedra dura, tanto bate até que fura. E o gol da Espanha enfim saiu no primeiro minuto do segundo tempo da prorrogação. Pedro Porro conduziu pelo lado direito e cruzou na segunda trave, para Nico Williams, que ajeitou de cabeça para o meio da área. Ferrán Torres chegou fuzilando com a perna esquerda e colocou os espanhóis em vantagem.

A Fúria chegou a ampliar o marcador aos sete minutos, mais uma vez por meio de Ferrán Torres. No entanto, o gol acabou sendo invalidado por impedimento.

A Argentina não se entregou e quase empatou aos 14 minutos. Messi tocou para Simeone, que avançou pelo lado direito e cruzou rasteiro. Tagliafico chegou para empurrar para o fundo das redes, mas a zaga espanhola afastou na hora H. Logo na sequência, Messi cobrou escanteio e viu a bola sobrar com Simeone, que mandou por cima do gol de Unai Simón.

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*Gazeta Esportiva – Conteúdo

*Foto destaque: Crédito – Odd Anderson / AFP

 

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