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Campeonato Brasileiro

Flamengo sai na frente, mas leva gol na reta final e empata com o Palmeiras

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Esportes / Futebol

Com o resultado, o Rubro-Negro desperdiçou a oportunidade de voltar à liderança

Rio de Janeiro / RJ

Flamengo ficou muito perto de voltar à liderança do Brasileirão, mas cedeu um gol no fim e empatou com o Palmeiras em 1 a 1 no Maracanã, neste domingo (11), pela 22ª rodada do campeonato. Arrascaeta abriu o placar para o Rubro-Negro e Luighi, aos 41 minutos da etapa complementar, deixou tudo igual no marcador. Com o resultado, o Rubro-Negro chega aos 41 pontos e fica na terceira colocação.

Agora, o Fla foca na Libertadores. A equipe de Tite voltará a campo na próxima quinta-feira, às 21h30, para enfrentar o Bolívar (BOL) no Maracanã. A partida é válida pelo jogo de ida das oitavas de final.

O jogo

A partida começou animada no Maracanã, com chances claras para os dois em menos de dois minutos. O Palmeiras assustou primeiro na finalização de Giay, e Maurício quase chegou a tempo do rebote. No lance seguinte, Cebolinha finalizou de dentro da área e obrigou Weverton a fazer boa defesa.

Lázaro, do Palmeiras, é cria do Flamengo - Cesar Greco/Palmeiras/by Canon

A partir daí, mesmo com um equilíbrio na posse, o Flamengo foi mais incisivo e criou boas chances, mas parou novamente em Weverton. A principal oportunidade veio na cabeçada de Pedro. O goleiro conseguiu espalmar, e a bola ainda tocou no travessão antes de sair.

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O Palmeiras, por sua vez, voltou a assustar aos 31 minutos do primeiro tempo, quando Flaco López balançou as redes após cabeçada de Gustavo Gómez. O lance, porém, foi anulado após revisão do VAR, que flagrou o impedimento do zagueiro do Palmeiras.

No segundo tempo, o Flamengo viu o adversário crescer na partida. O Alviverde apostou na intensidade, subiu a pressão e empilhou boas oportunidades, mas não conseguiu o gol.

Assim, a máxima “quem não faz, leva” apareceu no Maracanã. Aos 24 minutos, De La Cruz encontrou Gerson, que estava livre pelo lado esquerdo. Sem marcação dentro da área, o Coringa cruzou rasteiro em direção ao meio. A zaga do Palmeiras não fez o corte, e a posse ficou com Arrascaeta. O uruguaio finalizou, a bola ainda desviou na zaga e entrou de mansinho.

O Palmeiras, porém, não se deu por vencido e buscou o empate aos 41 minutos. Fabinho levantou bola na área para Rony, que cabeceou forte para a defesa de Rossi. No rebote, Luighi apareceu para mandar a bola para o fundo das redes.

Nos acréscimos, Murilo, do Palmeiras, levou o segundo cartão amarelo e foi expulso. Entretanto, com pouco tempo no relógio, o Fla não conseguiu aproveitar a superioridade numérica para fazer o segundo gol.

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Outros Resultados do Brasileirão Série A

Sábado:

Vasco 2 x 0 Fluminense

Cruzeiro 0 x 0 Atlético-MG

Corinthians 1 x 1 Red Bul Bragantino

Fortaleza 1 x 0 Criciúma

Cuiabá 1 x 3 Grêmio

Domingo:

Juventude 3 x 2 Botafogo

Bahia 2 x 0 Vitória

Inter 2 x 2 Athletico-PR

São Paulo 1 x 0 Atlético-GO

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* Informações O Dia

* Fotos: Cesar Grecco / Palmeiras

 

 

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Esportes / Futebol

Espanha bate a Argentina na prorrogação e vence a Copa do Mundo pela segunda vez

Publicados

em

Por André Costa*

Depois de 16 anos, a Espanha pode libertar o grito de “é campeão” da garganta novamente! Neste domingo, a Fúria levou a melhor sobre a Argentina na grande final da Copa do Mundo de 2026, por 1 a 0, e faturou o título mundial pela segunda vez em sua história. O gol da vitória espanhola foi marcado por Ferrán Torres, já no segundo tempo da prorrogação do jogo disputado no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos.

A decisão foi marcada por um amplo domínio espanhol. A Fúria martelou a Argentina durante toda a partida e aproveitou a expulsão de Enzo Fernández no fim do tempo regulamentar para enfim colocar a bola no fundo das redes. Foram 19 chutes até a finalização de Ferrán Torres que furou o gol de Dibu Martínez.

Roteiro repetido

O roteiro do bicampeonato mundial da Espanha faz jus ao primeiro título do país, conquistado em 2010. Naquele ano, o gol da vitória espanhola na final contra a Holanda, por 1 a 0, também foi marcado na prorrogação. O herói daquela vez também foi um jogador do Barcelona: Andrés Iniesta.

Adeus discreto de Messi

Já a provável despedida de Lionel Messi da Copa do Mundo teve sabor amargo. Preso na marcação espanhola, o astro teve atuação discreta na final e acabou amargando o vice, além de não conseguir superar Kylian Mbappé como o maior artilheiro da história da competição. O craque parou nos 21 gols, contra 22 do francês.

Com a derrota, a Argentina perdeu a chance de conquistar o seu quarto título mundial. Além disso, os sul-americanos, que ergueram a taça em 1978, 1986 e 2022, não conseguiram igualar Itália (1934 e 1938) e Brasil (1958 e 1962) como os únicos bicampeões consecutivos do torneio.

Como foi o jogo?

O início da grande final foi eletrizante. Logo aos quatro minutos, Lamine Yamal tabelou com Dani Olmo na entrada da área e chutou rasteiro com a perna esquerda. A bola desviou em Lisandro Martínez, mas Dibu Martínez reagiu rapidamente e fez boa defesa.

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A Argentina respondeu no minuto seguinte. Julián Álvarez roubou a bola no meio de campo e lançou para Messi nas costas da marcação da Espanha. Porém, o goleiro Unai Simón se antecipou e saiu do gol para fazer o corte.

Depois, o jogo ficou morno. Com o controle da posse de bola, os espanhóis só voltaram a chegar ao ataque aos 37 minutos. Após boa jogada coletiva, Oyarzabal recebeu na entrada da área e bateu rasteiro, mas parou em Dibu Martínez. Já aos 42, foi a vez de Cucurella arriscar de longe e levar perigo.

Os argentinos, por sua vez, produziram muito pouco. Os atuais campeões demonstraram dificuldade de escapar da pressão espanhola e terminaram a primeira etapa sem nenhuma finalização a gol.

Segundo tempo

A Espanha continuou tomando a iniciativa após o intervalo. Com menos de um minuto no segundo tempo, Baena costurou pelo lado esquerdo, ajeitou para o meio e bateu colocado, mas Dibu Martínez agarrou. O goleiro da Argentina precisou trabalhar novamente aos 18, em chute de Dani Olmo de fora da área, e aos 21, em cabeceio de Ferrán Torres.

A Fúria incomodou mais uma vez aos 31 minutos. Pedri carregou a bola por dentro após boa troca de passes e mandou em cima de Dibu Martínez. Na sequência, Cubarsí soltou uma pancada de fora da área e parou em mais uma defesa do goleiro argentino. Pressão total da Espanha!

A partida ficou ainda mais complicada para a Argentina após a expulsão de Enzo Fernández. Aos 47 minutos, o jogador cometeu falta dura em Cubarsí, recebeu o segundo cartão amarelo e deixou a equipe com um a menos. A Espanha teve a chance de garantir a vitória aos 52, em cobrança de falta de Lamine Yamal, mas Dibu Martínez espalmou e levou o duelo para a prorrogação.

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Prorrogação

O cenário foi o mesmo no primeiro tempo da prorrogação. Com somente dois minutos, Pedri cruzou na medida para Nico Williams, que desviou de cabeça e parou em uma defesaça de Dibu Martínez. A Espanha chegou a abrir o placar com Nico Williams, aos cinco minutos, mas o tento foi anulado por uma falta de Merino em Otamendi.

Nas cordas, a Argentina tinha enorme dificuldade para ultrapassar a linha do meio-campo. Enquanto isso, os espanhóis desperdiçaram mais uma oportunidade aos 12 minutos. Nico Williams dominou pelo lado esquerdo e cruzou para Merino, que cabeceou para o chão e viu a bola raspar a trave.

Segundo tempo

Como diz o ditado, água mole em pedra dura, tanto bate até que fura. E o gol da Espanha enfim saiu no primeiro minuto do segundo tempo da prorrogação. Pedro Porro conduziu pelo lado direito e cruzou na segunda trave, para Nico Williams, que ajeitou de cabeça para o meio da área. Ferrán Torres chegou fuzilando com a perna esquerda e colocou os espanhóis em vantagem.

A Fúria chegou a ampliar o marcador aos sete minutos, mais uma vez por meio de Ferrán Torres. No entanto, o gol acabou sendo invalidado por impedimento.

A Argentina não se entregou e quase empatou aos 14 minutos. Messi tocou para Simeone, que avançou pelo lado direito e cruzou rasteiro. Tagliafico chegou para empurrar para o fundo das redes, mas a zaga espanhola afastou na hora H. Logo na sequência, Messi cobrou escanteio e viu a bola sobrar com Simeone, que mandou por cima do gol de Unai Simón.

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*Gazeta Esportiva – Conteúdo

*Foto destaque: Crédito – Odd Anderson / AFP

 

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