VITÓRIA
Pesquisar
Close this search box.

Flu, time de guerreiros!

De virada, Fluminense vence o Inter no Beira-Rio e volta à final da Libertadores

Publicados

Esportes / Futebol

Cano e John Kennedy marcaram na reta final os gols que colocaram o Tricolor na grande decisão

Porto Alegre

Em um jogo emocionante e que fez valer o apelido “Time de Guerreiros”, o Fluminense venceu o Internacional de virada por 2 a 1 no Beira-Rio, na noite desta quarta-feira, 4, e garantiu vaga na final da Libertadores. Gabriel Mercado abriu o placar para o Colorado, mas John Kennedy e Cano marcaram no fim para colocar o Flu na decisão da competição continental depois de 15 anos.   

Os comandados de Fernando Diniz enfrentarão o vencedor do confronto entre Palmeiras e Boca Juniors. Na partida de ida, as duas equipes não saíram do zero. O jogo da volta acontecerá nesta quinta-feira, às 21h30, no Allianz Parque. Já a grande final acontecerá no dia 4 de novembro (um sábado), no Maracanã.

O jogo

A atuação do Fluminense na etapa inicial foi abaixo do esperado. O Internacional adiantou as linhas de marcação, e o Tricolor teve muita dificuldade para sair durante os dez primeiros minutos de partida. Nesse cenário de pressão, o Colorado abriu o placar. Após uma cobrança de escanteio aos dez minutos, Fábio escorreu ao sair do gol, e a bola caiu na cabeça de Gabriel Mercado, que a mandou para o fundo das redes.

Leia Também:  Com um futebol medíocre apresentado pelas duas equipes, o Flamengo vence o Botafogo nos acréscimos

Em desvantagem no marcador, o Flu naturalmente se soltou e começou a ter mais a bola. No entanto, isso não significou uma melhora. O time deixava espaços e ainda cometia erros bobos, o que devolvia a posse para o Inter. O Colorado, então, continuou mais perigoso dentro de campo.

Mais próximo do fim do primeiro tempo, o Fluminense conseguiu ter o controle da bola e parou de sofrer. Por outro lado, teve muita dificuldade para furar a zaga colorada.

No segundo tempo, Diniz promoveu a entrada de John Kennedy no lugar de Felipe Melo para tornar o time ofensivo. Martinelli também entrou na vaga de Alexsander. Dessa forma, o Fluminense cresceu na partida e era o melhor em campo.

Apesar disso, as melhores chances eram do Inter. Enner Valencia, por exemplo, teve três chances cara a cara com Fábio, mas desperdiçou todas. Aí, entrou a máxima “quem não faz, leva”.

Numa transição rápida aos 37 minutos, Cano descolou ótima enfiada de bola para John Kennedy (foto), que finalizou com categoria na saída de Rochet. Renê ainda tentou fazer o corte em cima da linha, mas não conseguiu.

Leia Também:  Com direito a gol relâmpago, Fluminense bate o Nova Iguaçu e sobe na tabela do Carioca

Aos 42 minutos, o Fluminense construiu a virada. Em jogada pelo lado direito, Yony cruzou para John Kennedy, que ajeitou para Germán Cano. O camisa 14 não perdoou e finalizou forte para colocar o Flu na Libertadores depois de 15 anos. 

Agenda do Fluminense

Agora, o Tricolor vira a chave para o Brasileirão. O time de Fernando Diniz voltará a campo no próximo domingo, às 16h, para enfrentar o Botafogo no Maracanã. O Clássico Vovô é válido pela 26ª rodada do campeonato.  

————————————————————————————

* Com informações O Dia / Fotos: Divulgação – Fluminense F.C.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Esportes / Futebol

Espanha bate a Argentina na prorrogação e vence a Copa do Mundo pela segunda vez

Publicados

em

Por André Costa*

Depois de 16 anos, a Espanha pode libertar o grito de “é campeão” da garganta novamente! Neste domingo, a Fúria levou a melhor sobre a Argentina na grande final da Copa do Mundo de 2026, por 1 a 0, e faturou o título mundial pela segunda vez em sua história. O gol da vitória espanhola foi marcado por Ferrán Torres, já no segundo tempo da prorrogação do jogo disputado no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos.

A decisão foi marcada por um amplo domínio espanhol. A Fúria martelou a Argentina durante toda a partida e aproveitou a expulsão de Enzo Fernández no fim do tempo regulamentar para enfim colocar a bola no fundo das redes. Foram 19 chutes até a finalização de Ferrán Torres que furou o gol de Dibu Martínez.

Roteiro repetido

O roteiro do bicampeonato mundial da Espanha faz jus ao primeiro título do país, conquistado em 2010. Naquele ano, o gol da vitória espanhola na final contra a Holanda, por 1 a 0, também foi marcado na prorrogação. O herói daquela vez também foi um jogador do Barcelona: Andrés Iniesta.

Adeus discreto de Messi

Já a provável despedida de Lionel Messi da Copa do Mundo teve sabor amargo. Preso na marcação espanhola, o astro teve atuação discreta na final e acabou amargando o vice, além de não conseguir superar Kylian Mbappé como o maior artilheiro da história da competição. O craque parou nos 21 gols, contra 22 do francês.

Com a derrota, a Argentina perdeu a chance de conquistar o seu quarto título mundial. Além disso, os sul-americanos, que ergueram a taça em 1978, 1986 e 2022, não conseguiram igualar Itália (1934 e 1938) e Brasil (1958 e 1962) como os únicos bicampeões consecutivos do torneio.

Como foi o jogo?

O início da grande final foi eletrizante. Logo aos quatro minutos, Lamine Yamal tabelou com Dani Olmo na entrada da área e chutou rasteiro com a perna esquerda. A bola desviou em Lisandro Martínez, mas Dibu Martínez reagiu rapidamente e fez boa defesa.

Leia Também:  Fluminense e Flamengo empatam sem gols em clássico de poucas emoções

A Argentina respondeu no minuto seguinte. Julián Álvarez roubou a bola no meio de campo e lançou para Messi nas costas da marcação da Espanha. Porém, o goleiro Unai Simón se antecipou e saiu do gol para fazer o corte.

Depois, o jogo ficou morno. Com o controle da posse de bola, os espanhóis só voltaram a chegar ao ataque aos 37 minutos. Após boa jogada coletiva, Oyarzabal recebeu na entrada da área e bateu rasteiro, mas parou em Dibu Martínez. Já aos 42, foi a vez de Cucurella arriscar de longe e levar perigo.

Os argentinos, por sua vez, produziram muito pouco. Os atuais campeões demonstraram dificuldade de escapar da pressão espanhola e terminaram a primeira etapa sem nenhuma finalização a gol.

Segundo tempo

A Espanha continuou tomando a iniciativa após o intervalo. Com menos de um minuto no segundo tempo, Baena costurou pelo lado esquerdo, ajeitou para o meio e bateu colocado, mas Dibu Martínez agarrou. O goleiro da Argentina precisou trabalhar novamente aos 18, em chute de Dani Olmo de fora da área, e aos 21, em cabeceio de Ferrán Torres.

A Fúria incomodou mais uma vez aos 31 minutos. Pedri carregou a bola por dentro após boa troca de passes e mandou em cima de Dibu Martínez. Na sequência, Cubarsí soltou uma pancada de fora da área e parou em mais uma defesa do goleiro argentino. Pressão total da Espanha!

A partida ficou ainda mais complicada para a Argentina após a expulsão de Enzo Fernández. Aos 47 minutos, o jogador cometeu falta dura em Cubarsí, recebeu o segundo cartão amarelo e deixou a equipe com um a menos. A Espanha teve a chance de garantir a vitória aos 52, em cobrança de falta de Lamine Yamal, mas Dibu Martínez espalmou e levou o duelo para a prorrogação.

Leia Também:  Fluminense bate o Grêmio nos pênaltis e vai às quartas da Libertadores

Prorrogação

O cenário foi o mesmo no primeiro tempo da prorrogação. Com somente dois minutos, Pedri cruzou na medida para Nico Williams, que desviou de cabeça e parou em uma defesaça de Dibu Martínez. A Espanha chegou a abrir o placar com Nico Williams, aos cinco minutos, mas o tento foi anulado por uma falta de Merino em Otamendi.

Nas cordas, a Argentina tinha enorme dificuldade para ultrapassar a linha do meio-campo. Enquanto isso, os espanhóis desperdiçaram mais uma oportunidade aos 12 minutos. Nico Williams dominou pelo lado esquerdo e cruzou para Merino, que cabeceou para o chão e viu a bola raspar a trave.

Segundo tempo

Como diz o ditado, água mole em pedra dura, tanto bate até que fura. E o gol da Espanha enfim saiu no primeiro minuto do segundo tempo da prorrogação. Pedro Porro conduziu pelo lado direito e cruzou na segunda trave, para Nico Williams, que ajeitou de cabeça para o meio da área. Ferrán Torres chegou fuzilando com a perna esquerda e colocou os espanhóis em vantagem.

A Fúria chegou a ampliar o marcador aos sete minutos, mais uma vez por meio de Ferrán Torres. No entanto, o gol acabou sendo invalidado por impedimento.

A Argentina não se entregou e quase empatou aos 14 minutos. Messi tocou para Simeone, que avançou pelo lado direito e cruzou rasteiro. Tagliafico chegou para empurrar para o fundo das redes, mas a zaga espanhola afastou na hora H. Logo na sequência, Messi cobrou escanteio e viu a bola sobrar com Simeone, que mandou por cima do gol de Unai Simón.

—————————————————————-

*Gazeta Esportiva – Conteúdo

*Foto destaque: Crédito – Odd Anderson / AFP

 

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

GERAL

POLÍTICA & GOVERNO

CIDADES

TURISMO

MAIS LIDAS DA SEMANA