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Saúde Presidencial

Lula tem indisposição, vai para hospital e é diagnosticado com labirintite

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BRASIL

Presidente realizou exames no Hospital Sírio-Libanês, em Brasília, após quadro de vertigem

Por Vanilson Oliveira e Francisco Artur de Lima*

Brasília / DF

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se sentiu indisposto nesta segunda-feira (26/5) e foi atendido no Hospital Sírio-Libanês, unidade Brasília. De acordo com o Boletim Médico, Lula apresentou um quadro de vertigem, sendo diagnosticado com labirintite. Após a avaliação médica, Lula retornou ao Palácio da Alvorada, onde deve permanecer em repouso, conforme orientação clínica. 

Lula almoçou e por volta das 14h30 e 15h ele sentiu uma tontura, sendo atendido pela médica do Palácio do Planalto, que achou melhor encaminhá-lo para o Sírio-Libanês, onde permaneceu por duas horas, realizando uma bateria de exames de sangue e imagem, que não indicaram alterações significativas. O presidente tinha agenda com os ministros Fernando Haddad, Rui Costa e Esther Dweck ao longo da tarde, que precisou ser desmarcada após a indisposição.

Após a avaliação médica, Lula retornou ao Palácio da Alvorada, onde deve permanecer em repouso, conforme orientação clínica. A equipe médica que acompanha o presidente é liderada pelo cardiologista e amigo pessoal, Roberto Kalil Filho e pela Dra. Ana Helena Germoglis. Também assinam a nota médica o diretor de Governança Clínica do hospital, Dr. Rafael Gadia, e a diretora clínica, Dra. Luiza Dib.

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Apesar do diagnóstico, o estado de saúde do presidente é considerado estável, e não há, por ora, previsão de cancelamento ou adiamento da agenda oficial desta semana. A Presidência da República ainda não se manifestou sobre os compromissos previstos para os próximos dias.

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* Informações Correio Braziliense – Conteúdo

* Foto/Destaque: Ricardo Stuckert / PR

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BRASIL

PEC do fim da 6×1 é adiada para 25/05 após impasse entre governo e Centrão

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Divergências sobre o período de transição da redução da jornada de 44 para 40 horas semanais travam parecer; governo quer aprovação ainda em maio na Câmara

Por FolhaPress* | Brasília – DF

A divulgação do parecer sobre a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 6×1, prevista para esta quarta-feira (20/05), foi adiada para segunda (25/05) por divergências entre o governo Lula (PT), o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e o relator do projeto, o deputado Leo Prates (Republicanos-BA) em torno de alguns pontos do texto – como o período de transição.

A PEC reduzirá a jornada de trabalho de 44 horas semanais para 40 horas, mas o governo defende a diminuição imediata ou uma transição mais rápida, enquanto os deputados do Centrão querem um período de transição mais longo, de pelo menos quatro anos.

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A reunião para definir essa regra ocorreu na noite desta terça (19/05) entre Motta, Prates e os ministros do Trabalho, Luiz Marinho, e da SRI (Secretaria de Relações Institucionais), José Guimarães, além do líder do governo na Câmara, Paulo Pimenta (PT-RS), e deputados do PT. No entanto, não houve acordo e os parlamentares decidiram adiar a apresentação do relatório para debater mais.

O essencial está decidido, os detalhes são absolutamente menores”, afirmou o líder do governo, Paulo Pimenta.

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De acordo com o relator, a mudança não afeta o calendário. “Arrancamos o compromisso do presidente Hugo Motta de que, assim que votarmos na comissão, ele votará em seguida no plenário”, disse Prates. O objetivo é concluir a aprovação da PEC na Câmara ainda em maio.

Prates afirmou que já está definido que haverá uma redução gradual da jornada de trabalho de 44 horas semanais para 40 horas, sem redução de salários e com dois dias de folga por semana, um preferencialmente aos domingos. Com isso, ficará proibida a escala de 6 dias de trabalho com apenas um de descanso (a 6×1).

Também está decidido que a escala de categorias específicas será regulamentada posteriormente em lei ou por convenções e acordos coletivos, como para jornadas de 12 horas de trabalho para 36 de descanso, caso dos profissionais da saúde e segurança pública. Haverá também um limite de horas mensais, para ajustes da escala. Dessa forma, o trabalhador também poderá fazer ajustes.

Os demais pontos, como formas de mitigar o impacto para os custos das empresas e o tratamento dos micros e pequenos empresários, ainda serão debatidos ao longo da semana.

Motta resistia à redução da jornada de trabalho ano passado, mas decidiu encampar a proposta este ano e liderar a aprovação de uma PEC após o governo Lula indicar que mandaria um projeto de lei sobre o assunto. O texto está em debate desde fevereiro, sob críticas de empresários que argumentam que haverá aumento de custos e consequente repasse nos preços para a população.

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A oposição também atacou a proposta e indicou que votará contra a redução da jornada. O pré-candidato do PL à Presidência, senador Flávio Bolsonaro (RJ), afirmou nesta terça que a discussão sobre o fim da escala 6×1 é legítima, porém “inoportuna e eleitoreira”, e defendeu a remuneração por horas trabalhadas com manutenção de direitos trabalhistas.

“A remuneração por hora trabalhada traz liberdade, aumento da renda e proteção. Quem quer trabalhar mais ganha mais. Quem precisa de menos horas tem essa liberdade”, disse em nota. Ele reuniu as bancadas do partido na Câmara e no Senado para falar sobre o assunto.

Para que a PEC seja aprovada, é necessário que 308 dos 513 deputados votem favoravelmente, em dois turnos no plenário. Depois, o texto ainda precisa passar pelo Senado Federal. O governo Lula tenta que o tema seja aprovado antes da eleição de outubro para melhorar a popularidade do presidente.

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  • FolhaPress – Conteúdo
  • Foto destaque: Crédito – Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados
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