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Mais um escândalo no Governo

Carlos Lupi pede exoneração do Ministério da Previdência

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BRASIL

Escândalo dos descontos fraudulentos de aposentados e pensionistas do INSS tornaram insustentável a permanência do titular da Pasta

Brasília /DF

Pressionado pelo escândalo das fraudes em descontos do INSS, o ministro da Previdência, Carlos Lupi, pediu para deixar o cargo. A saída foi comunicada na tarde desta sexta-feira, 2, após ele se reunir com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Após o encontro, Lupi postou o comunicado em suas redes sociais.

A saída de Lupi já era dada como certa por integrantes do governo. Após a divulgação do escândalo dos descontos fraudulentos de aposentados do INSS, a permanência de Lupi à frente da Pasta se tornou insustentável. Lula, por sua vez, negociou a demissão com a cúpula do PDT, do qual Lupi é presidente licenciado.

O novo ministro escolhido é o ex-deputado Wolney Queiroz, que ocupa a secretaria-executiva do Ministério da Previdência. O nome foi definido na negociação entre Lula e o PDT.

Logo após Lupi ter anunciado a saída do ministério, a Secretaria de Comunicação do Planalto emitiu nota informando que Lula tinha aceitado o pedido de demissão e escolhido o substituto. A exoneração e a nomeação do novo ministro serão publicadas em edição especial do Diário Oficial da União ainda nesta sexta-feira.

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Carlos Lupi era ministro da Previdência desde janeiro 2023. Aliado histórico dos governos petistas, ele expressou apoio à candidatura de Lula logo após o fim do primeiro turno das eleições presidenciais de 2020. Na ocasião, o candidato do PDT Ciro Gomes já se posicionava com críticas pesadas ao candidato petista e foi diversas vezes confrontado por Lupi.

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 *Informações de O Dia 

  • Foto/Destaque: Joédson Alves/Agência Brasil
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BRASIL

Segunda Turma do Supremo avalia prisões ligadas ao caso BRB

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A semana começa com todas as atenções voltadas para a 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal, que aprecia as prisões de Paulo Henrique Costa e do advogado Daniel Monteiro a partir de quarta-feira. Especialistas analisam impedimento de ministros

Por Eduarda Esposito* / Brasília – DF

A 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal vai apreciar, a partir de quarta-feira, a decisão do ministro André Mendonça que decretou as prisões preventivas do ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa e do advogado Daniel Lopes Monteiro. O julgamento será realizado no plenário virtual, e os integrantes do colegiado terão até sexta-feira para apresentar os votos.

Os ministros Gilmar Mendes (presidente), Dias Toffoli, Luiz Fux e Nunes Marques podem apenas seguir ou não o relator, sem publicizar um voto próprio, cenário mais comum nesse tipo de análise. No momento, a maior expectativa é sobre como os ministros Dias Toffoli e Gilmar Mendes se portarão quanto às prisões.

Toffoli se declarou impedido para julgar processos relativos ao Banco Master em março. O ministro tem sido alvo de reportagens após tornar-se pública a relação de sócio oculto da empresa Maridt, que teve negócios com os fundos administrados pela Reag do Banco Master, de Daniel Vorcaro. Parlamentares chegaram a pedir impeachment e sua saída do caso, uma vez que havia sido sorteado relator do caso Master na Suprema Corte no fim do ano passado e tinha claro conflito de interesse. Depois de muitas especulações e tensões entre os demais integrantes do tribunal, Toffoli deixou a relatoria que passou para o ministro André Mendonça. 

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  • Correio Braziliense – Conteúdo
  • Foto Destaque: Crédito – Ed Alves / CB / DA Press
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