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Capital da Paraíba pode mudar de nome

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Um plebiscito deverá ser realizado e o Ministério Público Eleitoral emitiu parecer sobre o pedido, que foi feito por um advogado

 A tranquila e bela cidade de João Pessoa, comum nos roteiros de férias dos brasileiros, pode mudar de nome a depender dos seus moradores. A história é longa e antiga, mas, para resumir, é possível que a população escolha outro nome para a capital por meio de um plebiscito.

Para ficar mais claro, essa consulta popular está prevista na Constituição da Paraíba de 1988, mas, até o momento, não foi realizada.

Art. 82 (dispositivos transitórios) – O Tribunal Regional Eleitoral realizará consulta plebiscitária, a fim de saber do povo de João Pessoa qual o nome de sua preferência para esta cidade”, diz a Constituição da Paraíba.

Agora, uma ação judicial (que pedia por esse plebiscito) foi liberada para ser julgada no Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba – e isso reascendeu a antiga discussão.

Nome da cidade

No ano de 1930, a capital paraibana passou a ser chamada de João Pessoa em homenagem ao político com esse nome que havia sido assassinado (era presidente do estado à época de sua morte). Alguns grupos não gostaram da mudança. Anteriormente à homenagem, a cidade se chamava Parahyba, nome que muitos moradores defendem até hoje.

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A realização do plebiscito ainda não é certa, pois algumas questões jurídicas estão em andamento. Mesmo assim, o assunto tem gerado polêmica na cidade, inclusive, há 15 anos o Movimento “Paraíba, Capital Parahyba” pede pela mudança do nome da capital.

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* Com informações de agência / Foto: Reprodução – (Internet)

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Cúpula da PF coloca cargos à disposição após afastamento de Andrei

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Nota é resposta à decisão do ministro André Mendonça. Documento assinado por 11 dirigentes da corporação manifesta apoio ao então diretor-geral e ao diretor de Inteligência, Leandro Almada

Por Armando Holanda* | Brasília (DF)

Os diretores da Polícia Federal colocaram seus cargos à disposição nesta terça-feira (8/9), em reação à decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou o afastamento preventivo do diretor-geral da corporação, Andrei Rodrigues, e do diretor de Inteligência, Leandro Almada.

Em nota divulgada horas depois da decisão, integrantes da cúpula da PF manifestaram “total apoio” aos dois delegados e classificaram como “injustificados” os ataques sofridos pela instituição. Os cargos foram colocados à disposição de William Marcel Murad, que assume interinamente o comando da Polícia Federal.

No comunicado, os diretores saem em defesa da trajetória de Andrei e afirmam que o delegado mantém uma atuação “técnica, isenta e responsável”. O texto também rebate as acusações direcionadas à atuação da corporação.

Andrei Rodrigues foi afastado do comando da PF por decisão de André Mendonça nesta terça-feira (8/9) -  (crédito:  Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)

“Narrativas marcadamente influenciadas por interesses político-eleitorais não têm o poder de apagar a história, a reputação e a trajetória profissional de quem quer que seja”, diz um trecho da manifestação.

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A reação da cúpula da PF ocorre após Mendonça determinar o afastamento de Andrei e Almada. A decisão atingiu diretamente o núcleo de comando da instituição e abriu uma nova frente de tensão entre a Polícia Federal e o Supremo.

“Assim, cumprindo nosso dever de defender a Instituição de ataques e tentativas de usurpação de funções, e assegurando o interesse público na manutenção de uma Polícia Federal capaz de promover justiça e assegurar o Estado Democrático de Direito, tornamos público nosso apoio aos diretores”, afirmam.

Os dirigentes também fazem uma defesa explícita da atuação institucional da corporação. “Para que fique absolutamente claro, repudiamos toda e qualquer tentativa de imputar a eles ou à Polícia Federal uma atuação não republicana. Tais acusações, desprovidas de fundamento, afrontam a história, a credibilidade e o compromisso institucional que sempre pautaram suas condutas. Neste ato, colocamos nossos cargos à disposição do Diretor-Geral substituto.”

A nota é assinada por 11 integrantes da direção da PF, responsáveis por áreas como combate ao crime organizado e à corrupção, crimes cibernéticos, cooperação internacional, polícia administrativa, gestão de pessoas, perícia, proteção à pessoa, tecnologia e Amazônia e meio ambiente.

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  • Matéria do Correio Braziliense – Conteúdo
  • Foto Destaque: Reprodução / Redes Sociais
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