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EDP prepara operação especial para as Eleições 2026
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Plano prevê reforço operacional, monitoramento em tempo real e equipes posicionadas estrategicamente
Vitória (ES)
A EDP, distribuidora de energia elétrica do Espírito Santo, realizará uma operação especial para garantir a continuidade e a confiabilidade do fornecimento de energia durante as Eleições 2026, cujo primeiro turno será realizado no dia 4 de outubro.
Como parte do Plano de Atendimento Especial, a distribuidora intensificará o monitoramento preventivo dos circuitos elétricos que atendem aos locais de votação em toda a sua área de concessão. A companhia também manterá geradores disponíveis para utilização imediata em situações excepcionais, reforçando a segurança e a confiabilidade do sistema elétrico.
A rede elétrica será monitorada em tempo real pelo Centro de Operação Integrado (COI) da EDP, localizado em Carapina, na Serra. A estrutura permite o acompanhamento remoto da rede de distribuição e a coordenação das equipes de campo, proporcionando maior agilidade na identificação e no atendimento de eventuais ocorrências.
A operação contará ainda com o reforço das equipes técnicas em campo e dos operadores do COI. Viaturas serão posicionadas estrategicamente em diferentes regiões do Estado, com o objetivo de reduzir o tempo de deslocamento e ampliar a rapidez no atendimento, caso seja necessária alguma intervenção na rede elétrica.
“Nosso objetivo é garantir a máxima confiabilidade do fornecimento de energia em um momento de grande importância para a sociedade. Para isso, planejamos uma operação especial, com monitoramento contínuo da rede, reforço das equipes e recursos disponíveis para atuação imediata, se necessário”, afirma o gestor da EDP, Filipe Lima.
Em caso de ocorrências relacionadas à rede elétrica, os clientes podem acionar a EDP pelos canais de atendimento, disponíveis 24 horas por dia:
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- Fonte: EDP / Assessoria de Imprensa
- Foto Destaque: Divulgação / EDP
GERAL
Passageiros de voos domésticos podem ser multados em até R$ 17,5 mil desde segunda-feira (14)
Quem costuma viajar de avião precisa ficar atento a uma nova regra que começa a valer nesta segunda-feira (14). A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) passa a aplicar novas medidas contra passageiros que apresentarem comportamentos considerados indisciplinados em voos domésticos.
A regulamentação estabelece diferentes níveis de punição, que vão desde uma orientação ao passageiro até multa e suspensão temporária do direito de utilizar o transporte aéreo. Nos casos classificados como graves ou gravíssimos, a multa pode chegar a R$ 17,5 mil.

A medida vale para o transporte aéreo regular doméstico e também para trechos nacionais de viagens internacionais. Entre as situações que podem resultar em punição estão ameaças, agressões, desrespeito às normas de segurança, danos à aeronave e comportamentos que comprometam a ordem durante a viagem.
Nos casos considerados gravíssimos, a punição pode ser ainda maior. O passageiro poderá ficar impedido de embarcar em voos domésticos por seis ou 12 meses, conforme a gravidade da ocorrência. Durante esse período, as companhias aéreas deverão impedir a emissão de bilhetes, o check-in ou o embarque da pessoa suspensa.
Entre os comportamentos classificados como gravíssimos estão agressões físicas contra tripulantes que prejudiquem a operação da aeronave, importunação sexual, tentativa de acesso não autorizado à cabine de comando, uso de armas ou explosivos e tentativa ilegal de assumir o controle do avião.
A punição, porém, não ocorre automaticamente. A aplicação da multa depende da abertura de um processo administrativo pela Anac, e o passageiro terá direito à defesa antes da suspensão definitiva. As ocorrências também precisam ser registradas e comunicadas à agência.
A mudança ocorre em meio ao aumento dos registros de indisciplina no transporte aéreo. Segundo dados da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), foram contabilizados 1.764 casos em 2025. Entre janeiro e junho de 2026, foram registrados outros 881 episódios, sendo 154 considerados capazes de comprometer a segurança operacional.
A nova regulamentação também estabelece responsabilidades para as companhias aéreas. Empresas que deixarem de cumprir uma suspensão obrigatória, por exemplo, podem receber multa de R$ 70 mil.
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- Matéria da Revista Fórum – Conteúdo
- Foto Destaque: Reprodução / Redes Sociais
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