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MST / Invasão

MST ocupa fazenda em São Mateus com mais de 200 famílias

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A ocupação aconteceu no Dia da Jornada Nacional de Luta pela Reforma Agrária, em alusão ao “Massacre de Eldorado dos Carajás”

São Mateus – ES

Na madrugada desta quarta-feira (17), cerca de 200 famílias organizadas pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) ocuparam a Fazenda Coqueirinho, em São Mateus, Norte do Espírito Santo.

A fazenda tem 294 hectares. A ocupação aconteceu no Dia da Jornada Nacional de Luta pela Reforma Agrária, em alusão ao “Massacre de Eldorado dos Carajás”, quando 21 pessoas do movimento foram assassinadas. 

Segundo o movimento, a Fazenda Coqueirinho já foi sede de uma antiga fábrica de farinha de mandioca e a área está na Justiça Federal por conta do não cumprimento de direitos trabalhistas.

Abril Vermelho: MST ocupa fazenda em São Mateus como parte das ações da Jornada Nacional de Lutas – Sindibancários ES

Com barracas, panelas e condimentos, o movimento fez postagens nas redes sociais anunciando a ocupação.

A vereadora petista, Ciety Cerqueira, estava no grupo dos invasores, disse o deputado estadual Lucas Polese (PL), que foi ao local e fez um vídeo que aparece a parlamentar municipal “incentivando a ação dos invasores de uma propriedade particular”.

Segundo o MST, este ano, a Jornada Nacional tem como lema “Ocupar para o Brasil alimentar” e é apresentada pelo movimento como alternativa para a produção de alimentos saudáveis, com o objetivo de combater a fome, gerar emprego e avançar no desenvolvimento do país.

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“O MST não produz nada, não tem CNPJ, não quer a reforma agrária e só faz doutrinação ideológica em defesa do comunismo. Quem produz é o pequeno e médio agricultor”, disse Maurício Luís do Nascimento que mora na região dos quilômetros (rodovia São Mateus-Nova Venécia).

De acordo com o deputado, as forças de segurança foram alertadas sobre a invasão, mas não houve mobilização para coibir a ação dos invasores, liderados pelo MST.

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* Com informações de agricultores / Sindicato Patronal Rural / Deputado Lucas Polese – Vídeo

* Foto: Reprodução / Mídias Sociais

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Passageiros de voos domésticos podem ser multados em até R$ 17,5 mil desde segunda-feira (14)

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Quem costuma viajar de avião precisa ficar atento a uma nova regra que começa a valer nesta segunda-feira (14). A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) passa a aplicar novas medidas contra passageiros que apresentarem comportamentos considerados indisciplinados em voos domésticos.

A regulamentação estabelece diferentes níveis de punição, que vão desde uma orientação ao passageiro até multa e suspensão temporária do direito de utilizar o transporte aéreo. Nos casos classificados como graves ou gravíssimos, a multa pode chegar a R$ 17,5 mil.

A medida vale para o transporte aéreo regular doméstico e também para trechos nacionais de viagens internacionais. Entre as situações que podem resultar em punição estão ameaças, agressões, desrespeito às normas de segurança, danos à aeronave e comportamentos que comprometam a ordem durante a viagem.

Nos casos considerados gravíssimos, a punição pode ser ainda maior. O passageiro poderá ficar impedido de embarcar em voos domésticos por seis ou 12 meses, conforme a gravidade da ocorrência. Durante esse período, as companhias aéreas deverão impedir a emissão de bilhetes, o check-in ou o embarque da pessoa suspensa.

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Entre os comportamentos classificados como gravíssimos estão agressões físicas contra tripulantes que prejudiquem a operação da aeronave, importunação sexual, tentativa de acesso não autorizado à cabine de comando, uso de armas ou explosivos e tentativa ilegal de assumir o controle do avião.

A punição, porém, não ocorre automaticamente. A aplicação da multa depende da abertura de um processo administrativo pela Anac, e o passageiro terá direito à defesa antes da suspensão definitiva. As ocorrências também precisam ser registradas e comunicadas à agência.

A mudança ocorre em meio ao aumento dos registros de indisciplina no transporte aéreo. Segundo dados da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), foram contabilizados 1.764 casos em 2025. Entre janeiro e junho de 2026, foram registrados outros 881 episódios, sendo 154 considerados capazes de comprometer a segurança operacional.

A nova regulamentação também estabelece responsabilidades para as companhias aéreas. Empresas que deixarem de cumprir uma suspensão obrigatória, por exemplo, podem receber multa de R$ 70 mil.

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  • Matéria da Revista Fórum – Conteúdo
  • Foto Destaque: Reprodução / Redes Sociais
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