Emoção na Tela
Tadeu Schmidt vai às lágrimas ao homenagear Oscar ao vivo
Famosos
Um dos maiores nomes da história do basquete morreu aos 68 anos
Rio de Janeiro – RJ
Tadeu Schmidt comoveu o público do “BBB 26” ao abrir o programa desta sexta-feira (17) com uma homenagem ao irmão, Oscar Schmidt, que morreu aos 68 anos.
Visivelmente abalado, o apresentador iniciou a edição com a voz embargada e lágrimas nos olhos. “Oi, gente. Hoje é um dia difícil. Nós demos adeus pro meu irmão Oscar, mas fiz questão de estar aqui. Meu irmão, meu maior ídolo, sempre foi minha maior referência em tudo. Principalmente ao que diz respeito ao amor à profissão. Nunca deixou os companheiros de time na mão, não desfalcou a equipe nem com a mão quebrada. Por isso estou aqui hoje”.
Ainda durante a fala, Tadeu reforçou o esforço para seguir à frente do programa mesmo diante da perda. “Vou me recuperar. Tenham paciência. Hoje é um dia muito importante [no BBB]. Estou aqui pro jogo. Estou aqui para dar o meu melhor, em homenagem a você, meu irmão”.
No encerramento da edição, logo após a definição de Juliano Floss como primeiro finalista da temporada, o apresentador voltou a citar o irmão e agradeceu ao público pelo apoio. “Muito obrigado pela companhia, pela força, obrigado pela compreensão, até amanhã e hoje, mais do que nunca, eu queria que vocês acreditassem em mim: vamos viver em paz, deixe as tretas para o BBB. Um beijo, Oscar!”, disse emocionado.
A produção do reality também incluiu uma homenagem visual. Uma animação com os tradicionais “dummies” mostrou os bonecos reproduzindo o “spin”, movimento clássico do basquete em que a bola gira na ponta do dedo, marca registrada de Oscar nas quadras. Imagens de uma bola autografada por ele e pela ex-jogadora Hortência Marcari, exibida desde o início da temporada na academia da casa, também apareceram no fim do programa.
Ídolo histórico do basquete brasileiro, Oscar Schmidt construiu uma carreira internacional de destaque e influenciou diretamente a trajetória do irmão mais novo. Em entrevistas passadas, Tadeu já contou que o sucesso de Oscar teve impacto em suas escolhas profissionais.
“Nunca sonhei em ser jornalista. Nunca sonhei em ser médico, dentista. Nunca sonhei exercer uma profissão tradicional. E sempre quis ser atleta. E como meu irmão era um ídolo, sempre achei que seria um ídolo do esporte também”, afirmou em participação no programa Altas Horas, em 2016.
Em outro momento, ele relembrou a decisão de se afastar do basquete ainda jovem. “Joguei basquete algum tempo, mas muito pouco quando eu era pequeninho, mas a coisa do Oscar era tão forte, que me afastou do basquete, porque era sempre comparação, e eu não queria aquilo. Então eu eliminei o basquete da minha vida por isso”.
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- Informações de O Dia – Conteúdo
- Foto Destaque: Reprodução / TV Globo
Famosos
Morre o ator Juca de Oliveira, aos 91 anos, em São Paulo
Artista estava internado no hospital Sírio-Libanês desde o dia 13 de março, devido a pneumonia e uma condição cardiológica
São Paulo – SP
O ator e dramaturgo Juca de Oliveira morreu aos 91 anos, na madrugada deste sábado (21), em São Paulo. O artista estava internado no Hospital Sírio-Libanês desde o dia 13 de março, com quadro de pneumonia associado a uma condição cardiológica.
A informação foi confirmada pela equipe de Juca ao DIA. Em nota, a equipe destacou que o estado de saúde era delicado nos últimos dias. “Com pesar, comunicamos o falecimento do ator, autor e diretor Juca de Oliveira, ocorrido nesta madrugada de 21 de março de 2026, aos 91 anos”, diz o comunicado.
O texto também ressaltou a relevância de sua trajetória: “Reconhecido como um dos grandes nomes das artes cênicas brasileiras, Juca de Oliveira construiu uma trajetória sólida e admirada no teatro, na televisão e no cinema. Membro da Academia Paulista de Letras, destacou-se como intérprete, mas também como autor e diretor de obras relevantes, marcadas por olhar crítico, sensibilidade social e forte presença de público.”
A equipe acrescentou: “Sua atuação sempre foi pautada pelo rigor artístico e pelo compromisso com a cultura brasileira. A família agradece as manifestações de carinho e solidariedade.”
Juca havia completado 91 anos no último dia 16 de março, data que passou hospitalizado.
O velório acontece neste sábado (21), no Funeral Home, na Bela Vista, região central de São Paulo, entre 15h e 21h.
Trajetória entre palcos, novelas e cinema
Nascido em São Roque, no interior paulista, como José Juca de Oliveira Santos, o artista iniciou a carreira nos anos 1950 e se consolidou na década seguinte. Formado pela Escola de Arte Dramática, integrou grupos fundamentais da história cultural brasileira, como o Teatro Brasileiro de Comédia e o Teatro de Arena.
Nos palcos, atuou em montagens marcantes, como “A Semente”, de Gianfrancesco Guarnieri, “A Mandrágora”, de Nicolau Maquiavel, além de clássicos como “Ricardo III”, de William Shakespeare, e “Dois Perdidos numa Noite Suja”, de Plínio Marcos.
A partir dos anos 1980, ganhou destaque também como dramaturgo, com textos de sucesso como “Baixa Sociedade”, “Motel Paradiso” e “Qualquer Gato Vira-Lata Tem uma Vida Sexual Mais Saudável que a Nossa”. Nessas produções, acumulou as funções de autor e ator, marca constante de sua carreira.
Na televisão, construiu uma trajetória extensa, com passagens por emissoras como Globo, SBT, Record, Band, além das extintas Tupi e Manchete. Entre os papéis mais lembrados estão João Gibão, em “Saramandaia”, o protagonista de “As Pupilas do Senhor Reitor” e o cientista Dr. Albieri, de “O Clone”, escrita por Glória Perez.
No cinema, estreou em “O Caso dos Irmãos Naves” (1967) e participou de títulos como “Bufo & Spallanzani” (2002) e “De onde eu te vejo” (2016). Ao longo da carreira, somou mais de 30 novelas, dezenas de filmes e cerca de 60 peças teatrais.
Durante a ditadura militar, o artista também enfrentou perseguição política. Ligado ao Partido Comunista Brasileiro e ativo no Teatro de Arena, foi forçado ao exílio na Bolívia.
Últimos trabalhos e vida pessoal
Seu último trabalho na televisão foi na novela “O Outro Lado do Paraíso” (2018). Nos anos recentes, manteve o foco no teatro e em projetos pessoais, além de cuidar de sua fazenda.
Discreto fora dos palcos, era casado há mais de 50 anos com a musicista Maria Luisa de Faro Santos e deixa uma filha, a produtora teatral Isabella Faro de Oliveira.
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- Com informações de O Dia
- Foto Destaque: Crédito – O Dia
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