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Coluna / Opinião

Bloco de Notas – Segunda edição de novembro

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OPINIÃO

Por Paulo Roberto Borges

Tour Político – O governador Renato Casagrande (PSB), tem caminhado freneticamente pelo interior do Estado inaugurando obras, assinando Ordens de Serviços e conversando com lideranças políticas. Em todas as agendas leva o seu vice, Ricardo Ferraço (MDB). A dupla RR é pré-candidata, um ao Senado e o outro ao governo, nas eleições do próximo ano.

Sugestão – Para quem assiste as sessões da Câmara de São Mateus é obrigado a assistir uma legião de homenagens, inclusive com o uso da tribuna, o que causa grande atraso na dinâmica daquela Casa nas discussões do que mais interessa ao cidadão, que são os projetos e questões pertinentes ao desenvolvimento do município.

Diante disso, seria importante algumas mudanças no Regimento Interno. Homenagear sim, mas o vereador proponente fala do homenageado. O uso da Tribuna Livre, é que pode ser disponibilizado para o requerente falar sobre um assunto específico.

Destaque – A Câmara Municipal de Vitória é a que mais produziu em atividades parlamentares. Seus membros, tendo na presidência o inquieto vereador Anderson Goggi, agora no Republicanos, têm sido atuantes, propositivos e sabem de suas atribuições no cumprimento dos seus mandatos.

Arqueologia Parlamentar – Têm coisas que só acontecem ao Botafogo e em São Mateus. O vereador e ex-líder do prefeito, Raphael Barbosa (PDT), “escavando” as atitudes e desenvolturas do seu colega Cristiano Balanga (PP), “descobriu” que este é o tal “vereador Cachecol”. Isso porque fica enrolado no pescoço do prefeito.

Antes o Balanga, que também tem suas “escavações” no trabalho do alheio, disse, da gestão passada, que existia na oposição “vereador Pardal”. Na sua opinião, piava muito e não servia para nada, uma vez que o prefeito da época, Daniel Santana, não dava nem água e nem alpiste para os pardais oposicionistas.

Agora, em que as escavações arqueológicas na Câmara continuam, já surgiu vestígio de existir o “vereador Pica-Pau”. Ainda é mistério, pois não há registro confiável sobre essa suposta descoberta. O apelido de pica-pau é porque fica “bicando” em ritmo acelerado, sem motivo aparente a atual administração do município.

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Recorde – De janeiro a outubro de 2025, o agronegócio capixaba movimentou US$ 2,67 bilhões em exportações, com mais de 2 milhões de toneladas embarcadas. A pimenta-do-reino se consolidou como o terceiro produto de maior geração de divisas da pauta agroexportadora do Estado, reforçando sua relevância estratégica. O Espírito Santo responde por 69% da pimenta-do-reino exportada pelo Brasil até o décimo mês de 2025.

Avaliando – O prefeito de Aracruz, Dr. Coutinho, um dos mais avaliados, ainda não se posicionou oficialmente sobre quem vai apoiar para uma candidatura a uma cadeira na Assembleia Legislativa. A tendência está pendendo para Jeesala Mayer Coutinho, secretária Municipal de Gestão. Fica tudo em casa. Mas ela é competente, altamente qualificada e se for eleita, com certeza melhora o nível do Parlamento capixaba.

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Pode Isso, Arnaldo?!

Não. Não pode.

Continuar o uso das bikes elétricas sem regulamentação. Vereadores de Vitória têm defendido ações nessa direção e agora, diante de abusos de vários condutores dessas bikes, o governador Renato Casagrande também entrou na defesa de uma regulamentação específica para esse tipo de transporte que, na condução de irresponsáveis, tem causado acidentes graves e até morte.

Existem denúncias de que a velocidade dessas “bicicletas” vem sendo adulterada potencializando o risco.

RESUMÃO

Mudou – O deputado estadual Wellington Callegari, depois de uma criteriosa análise do cenário político, decidiu trocar de partido. Filiou-se ao Democracia Cristã (DC). /// Sinistra – A única derrota sofrida pela presidência da Câmara de Vitória, foi o papelão da direção da Caixa Econômica Federal que colocou água no chope do Legislativo, quando tudo parecia certo do parlamento municipal da capital se mudar para um prédio da CEF, no centro da cidade. A CEF deu para trás e foi omissa e até conivente com a invasão do prédio pelos sem tetos… Na opinião das pessoas ouvidas pela reportagem, foi uma “palhaçada” da direção daquela instituição financeira. /// Revelação – Dois vereadores, dos 11 que compõem o Legislativo mateense, são pré-candidatos a deputado estadual no próximo pleito. Trata-se do vereador Branco da Penal (PL) e da vereadora Isamara da Farmácia (União). /// Destaque – O Instituto de Previdência dos Servidores Públicos do Município de Cariacica (IPC) alcançou um importante reconhecimento nacional ao ficar em 5º lugar no 16º Prêmio Nacional de Boas Práticas Previdenciárias, uma das principais premiações do país voltadas à gestão eficiente dos Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS). A entrega ocorreu durante o 24º Congresso Nacional de Previdências da Associação Nacional de Entidades de Previdência de Estados e Municípios (ANEPREM), realizado nos dias 17, 18 e 19 de novembro, em Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul. /// Futebol – A história do jogo Palmeiras e Flamengo poderia ter um final diferente se fosse expulso o Pulgar. Coincidência ou não passou batido… E se fosse ao contrário? /// Feliz Natal – O presidente da Câmara Municipal de Santa Leopoldina, Darley Espíndula (PP), liberou abono de R$ 3.000,00 para os funcionários. Vereador não tem direito ao benefício. Aliás, Espíndula deu uma boa repaginada naquela Casa de Leis. Vale o registro da presteza e educação de todos daquele legislativo. /// Ativo – O ex-deputado estadual de cinco mandatos, Eustáquio de Freitas (PSB), hoje diretor-presidente do Departamento de Edificações e Rodovias (DER), tem sido um dos mais eficientes do governo estadual. Vem fazendo a diferença tocando obras em vários municípios. E não é só no Norte, mas também na região serrana etc. O cara é atuante, trabalhador e – com isso – se qualifica à disputar um cargo eletivo, voltar à política e conquistar uma cadeira na Câmara dos Deputados. Freitas tem trabalho para mostrar, fez e faz muitas entregas através da sua direção à frente do DER.

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Para Reflexão

“Prender inocente é crime. E soltar bandido também?”

 

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OPINIÃO

Produtividade travada: fatores históricos que explicam o atraso do Brasil

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A baixa produtividade do trabalhador brasileiro tem origem no modelo extrativista da economia que vem do colonialismo e, em muitos aspectos, permanece em vigor, mesmo tendo à frente governos liberais ou progressistas

Por Arthur Gebara Júnior*

A produtividade do trabalhador brasileiro é considerada baixa quando comparada à de países desenvolvidos e de algumas nações em desenvolvimento. O Brasil ocupa a 94ª posição no ranking global de produtividade da Organização Internacional do Trabalho (OIT), ficando atrás até mesmo de vizinhos latino-americanos com graves dificuldades estruturais.

Na América Latina, por exemplo, o Brasil perde para o Uruguai, o Chile, a Argentina e Cuba – país que lida há décadas com um embargo econômico e fortes limitações sob um governo centralizado. No ranking global de produtividade por hora trabalhada, que avalia 184 países, o Brasil registra uma geração média de riqueza de US$ 21,2 por hora. No contexto regional, o Uruguai lidera com US$ 38, seguido por Chile (US$ 34,4), Argentina (US$ 33,8) e Cuba (US$ 22,6).

O indicador é calculado pela OIT ao dividir o Produto Interno Bruto (PIB) em dólares pelo total de horas trabalhadas da população ativa. Os líderes mundiais em produtividade são a Irlanda (US$ 164,7), Luxemburgo (US$ 159), Noruega (US$ 125,6) e Cingapura (US$ 100,4). Em relação aos Estados Unidos, onde o trabalhador gera US$ 81 por hora, o rendimento brasileiro representa apenas cerca de 26% da riqueza produzida por um americano.

A pesquisa da OIT (com dados do primeiro trimestre de 2026) também aborda a jornada semanal. O brasileiro trabalha, em média, 38,9 horas por semana, índice inferior ao de 97 países, incluindo nações como a China (46,1 horas), Índia (45,7 horas) e o México (42,2 horas). A possível aprovação da jornada 6×1, em andamento no Congresso Nacional, por exemplo, deve aumentar o custo para o empregador e para o consumidor, sem alterar a produtividade.

Mas, afinal, o que trava a produtividade? Por que o país permanece estagnado nesse patamar há décadas? Trata-se de uma questão complexa, na qual fatores históricos e estruturais exercem um papel decisivo.

Para ajudar a entender a baixa performance do trabalhador brasileiro, é possível recorrer ao chamado “mito da preguiça tropical”: ideias racistas e deterministas do século XIX, herdadas do período colonial, tentavam culpar o clima ou a etnia pelo atraso econômico. No entanto, a história econômica desmente esses mitos ao demonstrar a alta intensidade de esforço físico imposta aos trabalhadores sob regimes de exploração e escravidão.

Instituições determinantes

Daron Acemoglu é professor de economia do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e James A. Robinson, professor de ciência política da Universidade de Chicago. Os dois receberam o Prêmio Nobel de Economia pelo conjunto de suas pesquisas acadêmicas fundamentais sobre como as instituições sociais e políticas afetam a prosperidade dos países, que servem de base para a tese apresentada na obra “Por que as Nações Fracassam”. Este livro destaca como as justificativas geográficas e culturais para decretar a riqueza ou a pobreza de um país não convencem. Os dois especialistas afirmam que o desenho de suas instituições é determinante.

Para uma análise mais precisa, eles classificaram os países em duas categorias. Os de economias inclusivas, que promovem a prosperidade ao garantir direitos de propriedade, incentivar a inovação e distribuir o poder político, com um resultado histórico que gera crescimento sustentável de longo prazo. Direitos amplos, garantia da propriedade privada com segurança jurídica e regulação clara também contribuem para a construção de um ambiente favorável aos investimentos, o que não tem ligação com fatores geográficos e culturais. A educação, a qualificação e o preparo do trabalhador afetam diretamente a sua produtividade.

Já as nações enquadradas como extrativistas concentram a riqueza nas mãos de poucas elites e barram o desenvolvimento. Embora a questão das instituições seja parte das regras do jogo, ela é também determinante para o desenvolvimento de um país. O modelo que os economistas classificam como extrativista não estimula o trabalhador, o que afeta de maneira decisiva a sua produtividade. Ele não tem incentivo para se educar ou investir na sua qualificação técnica, o que o impede de enxergar oportunidades, se preocupar em inovar ou empreender. Além disso, não existe a perspectiva e a garantia de que será recompensado e se apropriará dos resultados do seu esforço, já que o investimento produtivo é muito baixo, com falta de capital físico, o que compromete a produtividade.

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O livro compara o sucesso de países como os Estados Unidos com a economia de nações da América Latina, África e Ásia, explicando como essas características institucionais e políticas são cruciais para o êxito ou o fracasso. No caso da América Latina, o modelo colonial de dominação e exploração gerou instituições extrativistas que concentram renda e travam a produtividade moderna.

Produtividade travada: fatores históricos que explicam o atraso do Brasil

E o Brasil?

O país ainda sofre com as sequelas desse modelo. O latifúndio colonial limitou o acesso à propriedade para a maioria da população, enquanto a escravidão prolongada atrasou a criação de um mercado consumidor livre e qualificado.

Marcel Solimeo, economista-chefe do Instituto de Economia Gastão Vidigal da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), alerta que a educação e, especialmente, a qualificação dos trabalhadores ainda não são efetivas. “Existem cursos de qualificação profissional em várias entidades empresariais, escolas e institutos de formação técnica, mas o problema vem da educação básica, ainda muito deficiente e que continua produzindo um grande número de analfabetos funcionais”, diz.

O economista afirma ainda que “a falta de cultura geral e o pouco interesse de alguns setores do empresariado pela educação e pelo investimento na qualificação do trabalhador agravam o problema.”

Determinismo histórico

Historicamente, a estrutura econômica brasileira priorizou a extração de recursos de baixo valor agregado para exportação. Esses fatores afetam diretamente a produtividade do trabalhador, que recebe menos e tem menor acesso à infraestrutura e à tecnologia de ponta.

Países dominados por dinâmicas extrativistas entram em ciclos de estagnação, pobreza e disputas pelo controle do Estado. Nesse contexto, fica claro que atribuir a baixa produtividade à cultura do povo desvia o foco dos problemas reais e das falhas dos sistemas econômicos, ignorando as profundas diferenças entre modelos inclusivos e exploradores.

Para Ulisses Ruiz de Gamboa, economista do Instituto de Economia Gastão Vidigal da ACSP e professor de História Econômica do Insper, trata-se de um problema crônico: “Ao longo de toda a sua história, o Brasil sofreu com essas instituições extrativistas que, infelizmente, se mantêm vivas, independentemente da linha ideológica dos sucessivos governos. Nem a ascensão de governos declaradamente progressistas foi capaz de promover mudanças“.

O professor acrescenta que, além do problema da baixa qualificação do trabalhador, o Estado muitas vezes protege interesses corporativos específicos em vez de garantir a livre concorrência, criando um ambiente de negócios que penaliza o empreendedorismo em massa, dificulta ganhos de eficiência e desincentiva os ganhos de produtividade do trabalhador.”

O mapa da baixa produtividade

A colonização estabeleceu bases estruturais que moldaram o destino econômico e social de continentes inteiros. A África teve fronteiras desenhadas arbitrariamente pelas potências europeias na Conferência de Berlim, o que fragmentou etnias, alimentou conflitos civis duradouros e estruturou economias baseadas na exportação de commodities primitivas.

A Ásia sofreu com a exploração comercial agressiva e a imposição de tratados desiguais, sendo que a desestruturação de impérios locais abriu caminho para instabilidades políticas prolongadas no século XX.

Na América Latina, o foco na extração de recursos e na monocultura para exportação deixou um legado de extrema desigualdade social, concentração de terras e dependência externa.

A Divergência Coreana

Em “Por que as Nações Fracassam”, os autores mostram o contraste entre as duas Coreias: a do Norte (comunista) e a do Sul (capitalista). O capítulo ilustra como as instituições e os modelos econômicos superam o determinismo geográfico.

A Coreia do Sul adotou o capitalismo de Estado, investiu massivamente em educação de base e promoveu indústrias voltadas à exportação – os chamados chaebols (conglomerados empresariais familiares) -, transformando-se em uma potência tecnológica global.

Por outro lado, a Coreia do Norte seguiu o modelo de economia planejada e fechada do sistema comunista (Juche), priorizando o setor militar e sofrendo com o isolamento internacional, a estagnação econômica e as crises de abastecimento.

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A retomada de Singapura e da China

A ascensão do Sudeste Asiático e da China redefiniu o equilíbrio de poder econômico mundial por meio do pragmatismo estratégico. Singapura transformou-se de uma ilha portuária vulnerável e sem recursos naturais em um centro financeiro global, com um sucesso baseado em forte controle estatal, combate rigoroso à corrupção, abertura ao capital estrangeiro e foco absoluto em logística e educação.

A China recuperou-se de um século de submissão colonial, conflitos e graves convulsões internas. Sob o governo comunista a partir de 1949, passou por grandes dificuldades econômicas decorrentes das tentativas de Mao Tsetung – como o plano “O Grande Salto Adiante”. Foi com as reformas de abertura econômica iniciadas em 1978 que conseguiu combinar o controle político do Partido Comunista com zonas econômicas especiais de livre mercado, tornando-se uma potência militar e industrial e a segunda maior economia do mundo.

Defasagem

No Brasil, a imensa defasagem no ensino básico e técnico, que reduz a capacidade de inovação e a eficiência nas funções, representa um grande desafio. A infraestrutura insuficiente e pouco eficiente, associada ao chamado “Custo Brasil”, constitui outro fator determinante: logísticas precárias e transportes deficientes geram perdas diárias de tempo e recursos. A baixa incorporação de equipamentos modernos nas empresas também deprime o rendimento por hora trabalhada, ao passo que falhas na gestão de processos produtivos e a baixa valorização do capital humano prejudicam o desempenho geral.

Reformas

As reformas estruturais voltadas à produtividade no Brasil estão no radar dos especialistas. É cada vez mais urgente iniciar mudanças profundas capazes de retirar o país da armadilha da baixa produtividade e conduzi-lo a um modelo econômico inclusivo, o que exige a remoção de privilégios corporativistas e a valorização do potencial da força de trabalho. A produtividade do trabalhador brasileiro segue estagnada desde 1950, acumulando avanço de apenas 0,4% em 2025 e desaceleração contínua em 2026. Esse cenário reflete o peso do ecossistema estrutural e da burocracia, distanciando o país da média global de produtividade no trabalho.

Radiografia da Estagnação Produtiva

A eficiência do trabalho no Brasil patina em meio a desajustes setoriais e à reversão de ganhos pontuais do passado. Dados do Observatório da Produtividade Regis Bonelli, gerido pelo FGV-IBRE, mostram que o salto temporário de produtividade registrado em 2020, devido à pandemia, foi totalmente revertido, retornando à trajetória de queda iniciada em 2017.

Após alta de 2,3% em 2023, impulsionada pela agropecuária, o indicador avançou apenas 0,1% em 2024 e fechou 2025 com alta modesta de 0,4%. O setor de serviços, que concentra a maior parte da mão de obra, mantém ganhos de produtividade próximos a zero, na casa de 0,2% ao ano.

Para a Virada Estrutural

A reversão desse quadro depende de reformas profundas, divididas em quatro frentes prioritárias:

– Consolidação e Simplificação Tributária: Fim do Custo Brasil, redução da burocracia fiscal e estímulo direto ao investimento produtivo em inovação, superando o planejamento tributário defensivo.

– Reforma Educacional e Técnica: Alinhamento curricular voltado para ciências, engenharia e ensino técnico, além de requalificação contínua de adultos frente à automação.

– Modernização Administrativa: Corte de privilégios e supersalários no funcionalismo, atrelando a máquina pública à meritocracia e à entrega de serviços eficientes.

– Abertura Comercial e Infraestrutura: Redução de barreiras tarifárias para elevar a competitividade externa e ampliação de concessões em portos, ferrovias e saneamento por meio de segurança jurídica.

Em um momento em que as atenções se voltam para as eleições de outubro, existe a expectativa de que surja um projeto inovador para a próxima gestão. Nesse sentido, refletir sobre a baixa produtividade do trabalhador brasileiro é fundamental para confrontar os resquícios de um passado extrativista que continua a limitar o desenvolvimento nacional.

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  • Artigo publicado no Diário do Comércio – Conteúdo
  • Foto destaque: Reprodução / Redes Sociais
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