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Brasileirão 2025

Vasco empata com o Atlético-MG e permanece na zona de rebaixamento no Brasileirão

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Esportes / Futebol

Cruz-Maltino saiu atrás no placar em gol relâmpago, mas deixou tudo igual com Vegetti, de pênalti, em São Januário

Rio de Janeiro / RJ

Em jogo animado, o Vasco empatou em 1 a 1 com o Atlético-MG neste domingo (10), em São Januário, pela 19ª rodada do Campeonato Brasileiro. Depois de sair atrás no placar em gol relâmpago de Gabriel Menino, aos 38 segundos, o Cruz-Maltino deixou tudo igual ainda no primeiro tempo com Vegetti, em cobrança de pênalti, aos 18 minutos. A equipe carioca teve chances para virar, mas parou em Everson algumas vezes e não conseguiu sair com a vitória. 

O Gigante da Colina chegou aos 16 pontos, mas permaneceu na zona de rebaixamento, em 17º lugar. O próximo compromisso do time comandado por Fernando Diniz será contra o Santos, domingo (17), às 16h (de Brasília), no Morumbis, pela 20ª rodada.

O jogo

Duelo entre Vasco e Atlético-MG, em São Januário - Pedro Souza / Atlético-MG

A etapa inicial não poderia ter começado pior para o Vasco. Logo no primeiro ataque, aos 38 segundos, Gabriel Menino arriscou de fora da área, acertou bonito chute e abriu o placar para o Atlético-MG. Desde então, o Cruz-Maltino manteve a posse e tentou pressionar o Galo.

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Aos 14 minutos, Tchê Tchê bateu com perigo para fora. No entanto, pouco antes, Coutinho foi derrubado por Cuello dentro da área no momento em que armava um voleio. O árbitro, que havia mandado seguir, reviu o lance no VAR e marcou o pênalti. Na cobrança, Vegetti deslocou Everson e deixou tudo igual.

O confronto esfriou, mas Rony obrigou Léo Jardim a trabalhar em chute praticamente cara a cara. Puma Rodríguez e Rayan perderam boas chances de cabeça. E, no fim, também pelo alto, Paulo Henrique quase marcou. Everson fez milagre para impedir a virada – a bola ainda tocou na trave após a rebatida do goleiro.

O Atlético-MG voltou forte para o segundo tempo e assustou com Lyanco, que finalizou por cima com perigo. A resposta do Vasco veio com Coutinho. Depois de roubada no setor ofensivo, o camisa 10 ficou de frente para a meta, mas parou em mais uma boa defesa de Everson.

Rayan em ação pelo Vasco diante do Atlético-MG - Pedro Souza / Atlético-MG

Rayan em ação pelo Vasco diante do Atlético-MG / Foto: Pedro Souza / Atlético-MG

Para tentar buscar a vitória, Diniz sacou David do banco de reservas e o colocou na vaga de Nuno Moreira. Tchê Tchê teve grande oportunidade para virar a partida. Em sobra de escanteio, chutou colocado e tirou tinta da trave. Coutinho saiu para a entrada de Garré. 

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Já na reta final, Biel recebeu cruzamento de Rony e, na pequena área, cara a cara com Léo Jardim, mandou por cima. Victor Luis ainda substituiu Paulo Henrique no Cruz-Maltino. Com chances desperdiçadas de ambos os times – especialmente do Gigante da Colina -, o duelo terminou empatado em 1 a 1 em São Januário.

Outros Resultados do Brasileirão Série A

Palmeiras  2 x 1 Ceará

Cruzeiro 1 x 2 Santos

Grêmio 0 x 1 Sport

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*Informações jornal O Dia – Conteúdo

*Fotos: Crédito – Pedro Souza / Atlético-MG

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Esportes / Futebol

Espanha bate a Argentina na prorrogação e vence a Copa do Mundo pela segunda vez

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em

Por André Costa*

Depois de 16 anos, a Espanha pode libertar o grito de “é campeão” da garganta novamente! Neste domingo, a Fúria levou a melhor sobre a Argentina na grande final da Copa do Mundo de 2026, por 1 a 0, e faturou o título mundial pela segunda vez em sua história. O gol da vitória espanhola foi marcado por Ferrán Torres, já no segundo tempo da prorrogação do jogo disputado no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos.

A decisão foi marcada por um amplo domínio espanhol. A Fúria martelou a Argentina durante toda a partida e aproveitou a expulsão de Enzo Fernández no fim do tempo regulamentar para enfim colocar a bola no fundo das redes. Foram 19 chutes até a finalização de Ferrán Torres que furou o gol de Dibu Martínez.

Roteiro repetido

O roteiro do bicampeonato mundial da Espanha faz jus ao primeiro título do país, conquistado em 2010. Naquele ano, o gol da vitória espanhola na final contra a Holanda, por 1 a 0, também foi marcado na prorrogação. O herói daquela vez também foi um jogador do Barcelona: Andrés Iniesta.

Adeus discreto de Messi

Já a provável despedida de Lionel Messi da Copa do Mundo teve sabor amargo. Preso na marcação espanhola, o astro teve atuação discreta na final e acabou amargando o vice, além de não conseguir superar Kylian Mbappé como o maior artilheiro da história da competição. O craque parou nos 21 gols, contra 22 do francês.

Com a derrota, a Argentina perdeu a chance de conquistar o seu quarto título mundial. Além disso, os sul-americanos, que ergueram a taça em 1978, 1986 e 2022, não conseguiram igualar Itália (1934 e 1938) e Brasil (1958 e 1962) como os únicos bicampeões consecutivos do torneio.

Como foi o jogo?

O início da grande final foi eletrizante. Logo aos quatro minutos, Lamine Yamal tabelou com Dani Olmo na entrada da área e chutou rasteiro com a perna esquerda. A bola desviou em Lisandro Martínez, mas Dibu Martínez reagiu rapidamente e fez boa defesa.

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A Argentina respondeu no minuto seguinte. Julián Álvarez roubou a bola no meio de campo e lançou para Messi nas costas da marcação da Espanha. Porém, o goleiro Unai Simón se antecipou e saiu do gol para fazer o corte.

Depois, o jogo ficou morno. Com o controle da posse de bola, os espanhóis só voltaram a chegar ao ataque aos 37 minutos. Após boa jogada coletiva, Oyarzabal recebeu na entrada da área e bateu rasteiro, mas parou em Dibu Martínez. Já aos 42, foi a vez de Cucurella arriscar de longe e levar perigo.

Os argentinos, por sua vez, produziram muito pouco. Os atuais campeões demonstraram dificuldade de escapar da pressão espanhola e terminaram a primeira etapa sem nenhuma finalização a gol.

Segundo tempo

A Espanha continuou tomando a iniciativa após o intervalo. Com menos de um minuto no segundo tempo, Baena costurou pelo lado esquerdo, ajeitou para o meio e bateu colocado, mas Dibu Martínez agarrou. O goleiro da Argentina precisou trabalhar novamente aos 18, em chute de Dani Olmo de fora da área, e aos 21, em cabeceio de Ferrán Torres.

A Fúria incomodou mais uma vez aos 31 minutos. Pedri carregou a bola por dentro após boa troca de passes e mandou em cima de Dibu Martínez. Na sequência, Cubarsí soltou uma pancada de fora da área e parou em mais uma defesa do goleiro argentino. Pressão total da Espanha!

A partida ficou ainda mais complicada para a Argentina após a expulsão de Enzo Fernández. Aos 47 minutos, o jogador cometeu falta dura em Cubarsí, recebeu o segundo cartão amarelo e deixou a equipe com um a menos. A Espanha teve a chance de garantir a vitória aos 52, em cobrança de falta de Lamine Yamal, mas Dibu Martínez espalmou e levou o duelo para a prorrogação.

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Prorrogação

O cenário foi o mesmo no primeiro tempo da prorrogação. Com somente dois minutos, Pedri cruzou na medida para Nico Williams, que desviou de cabeça e parou em uma defesaça de Dibu Martínez. A Espanha chegou a abrir o placar com Nico Williams, aos cinco minutos, mas o tento foi anulado por uma falta de Merino em Otamendi.

Nas cordas, a Argentina tinha enorme dificuldade para ultrapassar a linha do meio-campo. Enquanto isso, os espanhóis desperdiçaram mais uma oportunidade aos 12 minutos. Nico Williams dominou pelo lado esquerdo e cruzou para Merino, que cabeceou para o chão e viu a bola raspar a trave.

Segundo tempo

Como diz o ditado, água mole em pedra dura, tanto bate até que fura. E o gol da Espanha enfim saiu no primeiro minuto do segundo tempo da prorrogação. Pedro Porro conduziu pelo lado direito e cruzou na segunda trave, para Nico Williams, que ajeitou de cabeça para o meio da área. Ferrán Torres chegou fuzilando com a perna esquerda e colocou os espanhóis em vantagem.

A Fúria chegou a ampliar o marcador aos sete minutos, mais uma vez por meio de Ferrán Torres. No entanto, o gol acabou sendo invalidado por impedimento.

A Argentina não se entregou e quase empatou aos 14 minutos. Messi tocou para Simeone, que avançou pelo lado direito e cruzou rasteiro. Tagliafico chegou para empurrar para o fundo das redes, mas a zaga espanhola afastou na hora H. Logo na sequência, Messi cobrou escanteio e viu a bola sobrar com Simeone, que mandou por cima do gol de Unai Simón.

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*Gazeta Esportiva – Conteúdo

*Foto destaque: Crédito – Odd Anderson / AFP

 

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