Saúde do ex-presidente
Bolsonaro tem quadro estável e não precisará de nova cirurgia
SAÚDE
Por meio das redes sociais, o ex-presidente Bolsonaro declarou que segue internado, mas sem febre
Por Vanilson Oliveira*
O ex-presidente Jair Bolsonaro afirmou, nesta sexta-feira (11/4), que segue internado no Hospital Rio Grande, em Natal, após sentir fortes dores abdominais, durante a agenda que cumpria no interior do Estado. A declaração publicada no Instagram.

Foto: Magnus Nascimento / AFP
Na publicação, o ex-presidente detalha a internação e diz que a “causa foi uma complicação no intestino delgado, consequência das múltiplas cirurgias que precisei realizar após o atentado sofrido em 2018”.
Bolsonaro afirmou que o quadro dele está estável e que, segundo os médicos, não deverá ser necessário uma nova intervenção cirúrgica. “Graças a Deus, meu quadro está estável e sigo me recuperando, sem febre e com boa evolução clínica. A última informação que temos é de que, por enquanto, não há necessidade de uma nova cirurgia“, disse.
Ele finalizou dizendo que pretende retomar as visitas as bases eleitorais de todas as regiões brasileiras. “Com a ajuda dos médicos e proteção de Deus, em breve estarei de volta, pronto para retomar minha missão de percorrer as cinco regiões do país. Seguimos firmes. Com seriedade, confiança e muita fé em Deus”, escreveu na postagem.
——————————————————————
* Informações do Correio Braziliense – Conteúdo
* Foto/destaque: Reprodução / Instagram pessoal
SAÚDE
Venda de ivermectina cresce após ator Mel Gibson citar cura do câncer
Ator citou que três amigos teriam se recuperado de cânceres em estágio avançado usando o fármaco
Um estudo publicado na última terça-feira (12) na revista JAMA Network Open apontou um aumento expressivo nas prescrições de ivermectina nos Estados Unidos após declarações do ator Mel Gibson que, em janeiro do ano passado, afirmou que três amigos teriam se recuperado de cânceres em estágio avançado usando o fármaco.
O levantamento foi conduzido por pesquisadores da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA) e analisou dados de mais de 68 milhões de pacientes entre 18 e 90 anos atendidos em serviços ambulatoriais e emergenciais no país. Os pesquisadores compararam prescrições da combinação ivermectina-benzimidazol entre janeiro e julho de 2025 com o mesmo período do ano anterior.
Os resultados mostraram que, de forma geral, as prescrições desses medicamentos dobraram após a repercussão das declarações. Entre pacientes com câncer, o aumento foi ainda mais acentuado, ultrapassando 2,5 vezes os índices registrados anteriormente.
Apesar do crescimento, os autores alegam que não há evidências clínicas que comprovem segurança ou eficácia da ivermectina ou de medicamentos benzimidazólicos no tratamento do câncer em humanos. No entanto, é ressaltado que essas substâncias chegaram a apresentar atividade anticancerígena em estudos laboratoriais e em testes com animais.
No Brasil, a ivermectina é aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) apenas para tratamento de infecções parasitárias. Já o fenbendazol é destinado ao uso veterinário.
A oncologista clínica Clarissa Baldotto, presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), ressaltou que resultados promissores em laboratório representam apenas fase inicial da pesquisa científica.
– Muitas substâncias que parecem promissoras em laboratório não se confirmam em estudos clínicos. Apenas uma pequena parte das moléculas que entram em pesquisa pré-clínica chega a ser testada em humanos – afirmou.
Por se tratar de pesquisa observacional, o estudo não estabeleceu relação direta de causa e efeito e avaliou apenas prescrições médicas, sem confirmar se os medicamentos foram efetivamente utilizados pelos pacientes.
IVERMECTINA NA PANDEMIA DE COVID
A repercussão em torno da ivermectina também remete à forte polarização registrada na pandemia de Covid-19. À época, o fármaco foi defendido por setores da sociedade e por parte da classe médica como uma alternativa terapêutica acessível, além de símbolo da autonomia profissional diante do que classificavam como resistência de autoridades e organismos internacionais ao chamado tratamento precoce.
Na ocasião, a controvérsia representava uma disputa sobre liberdade médica e direito de escolha do paciente. Defensores do protocolo, como o ex-presidente Jair Bolsonaro, argumentavam que, em meio ao cenário de incerteza vivido na pandemia, os médicos deveriam ter a liberdade para prescreverem remédios como a hidroxicloroquina e a ivermectina caso entendessem ser uma forma viável de combate à Covid.
——————————————————-
- FONTE: PlenoNews.
- Foto destaque: Reprodução / Internet
-
Regional6 dias atrásPolítica Leopoldinense: A relação Legislativo e Executivo mudou?
-
Economia6 dias atrásEmprestar conta bancária ou chave Pix pode dar até 8 anos de prisão
-
Meio Ambiente6 dias atrásPrefeitura de São Mateus intensifica fiscalização e educação ambiental em Barra Nova Norte
-
CIDADES6 dias atrásParque Moscoso celebra 114 anos com programação especial em Vitória
-
BRASIL15 horas atrásCaso Ypê: empresa orienta consumidores a não usar nem descartar produtos de lote 1
-
BRASIL7 dias atrásPF prende empresário Henrique Vorcaro na 6ª fase da Operação Compliance Zero
-
CULTURA & ENTRETENIMENTO4 dias atrásPela primeira vez em 47 anos, Festa da Polenta é cancelada em Venda Nova do Imigrante
-
Esportes / Futebol6 dias atrásFlamengo perde para o Vitória e está eliminado da Copa do Brasil
