Taça Libertadores da América
Atlético-MG é o primeiro finalista da Libertadores após empatar com River
Futebol Internacional
Empate por 0 a 0 no Monumental garante vaga do time mineiro na decisão
Por Maria Gabriela Meireles*
O Atlético-MG é o primeiro finalista da Conmebol Libertadores 2024. Nesta terça-feira (29), em Buenos Aires, o time mineiro não se abateu com o clima hostil proporcionado pelos 80 mil torcedores argentinos no Monumental de Núñez, empatou por 0 a 0 com o River Plate e carimbou a passagem para a final única do torneio continental.
Agora, o Galo aguarda o classificado do confronto entre Peñarol e Botafogo, nesta quarta-feira (30), para descobrir o adversário da final. No jogo de ida, o time carioca abriu a vantagem de 5 a 0 no Nilton Santos e decide no Estádio Centenário, em Montevidéu, nesta quarta-feira (30), às 21h30m (de Brasília).
A decisão da Libertadores será no dia 30 de novembro, também no Monumental de Núñez, em Buenos Aires.
Primeiro Tempo
No primeiro tempo do confronto, o River começou pressionando desde os segundos iniciais, buscando o ataque pelo lado direito com Bustos e Simón. O Atlético respondeu com organização defensiva sem mudar o sistema de Gabriel Milito, mas alterando o posicionamento de Arana, que passou a jogar mais próximo à linha de três zagueiros, reforçando a marcação e ajudando a conter o avanço dos argentinos.

A primeira tentativa de finalização veio com Gustavo Scarpa, que arriscou de fora da área aos três minutos, mas chutou rasteiro e sem grande perigo para Armani.
O River tentou abrir o placar explorando jogadas aéreas, criando sua primeira chegada perigosa aos seis minutos, quando Colidio cabeceou e Solari completou para fora.
Nos 15 minutos iniciais, o time da casa insistiu em cruzamentos para superar a defesa atleticana. Battaglia, pelo alto, afastou as bolas levantadas da área, enquanto Fausto Vera e Lyanco sobressaíram nos cortes e desarmes. O camisa 2, inclusive, foi advertido com cartão amarelo pelas entradas duras e, por vezes, atrasadas.
O goleiro Everson chamou atenção ao reclamar com o árbitro de um laser apontado para seus olhos, o que lhe rendeu um cartão amarelo. O colombiano Wilmar Roldán entendeu que o arqueiro tentou retardar a partida.
O Galo começou a ajustar a marcação, com Paulinho se sacrificando e Arana de olho em Solari. O time argentino continuou em busca de alternativas com Pezella – arriscando de fora da área – Colidio e Borja, mas sem efetividade, mira e qualidade suficientes.
Apesar da pressão dos argentinos, o Galo conseguiu neutralizar as principais ações do River Plate, apostando em algumas tramas de Hulk, Scarpa, Paulinho e Deyverson, mas sem efetividade.
Segundo Tempo
No segundo tempo, o goleiro Everson foi o nome da partida, impedindo que o River ensaiasse uma reação. O Galo seguiu explorando os contra-ataques e teve boa oportunidade no minuto inicial com Paulinho.

Poucos segundos depois, o camisa 10 puxou a jogada, cruzou rasteiro e Scarpa aproveitou a sobra, chutando colocado na entrada da área. A bola explodiu no travessão e Deyverson finalizou no rebote, obrigando Armani a fazer uma grande defesa.
No intervalo, Milito havia tirado Lyanco e colocado Saravia, reforçando a linha de três zagueiros. Mais tarde, substituiu Deyverson por Rubens, congestionando o meio e dando mais liberdade para Paulinho.
Aos seis minutos, Hulk lançou Paulinho, que finalizou, mas a bola passou próxima ao gol de Armani.
O River ensaiou uma blitz ofensiva, e Echeverri, aos 15, protagonizou uma das chances mais perigosas do segundo tempo, mas a estrela de Everson estava destinada a brilhar, defendendo à queima-roupa.
Aos 19, em disputa aérea, Everson saiu do gol e deixou a meta desprotegida, mas Alonso salvou o Galo ao bloquear mais uma tentativa de Echeverri. Até aos 20 minutos, Everson se consolidou como o destaque da partida, mantendo o placar zerado e garantindo a classificação do time mineiro.
Aos 28, Hulk lançou Rubens na área, que finalizou com força, mas Armani defendeu. O River, por sua vez, girava a posse de bola e seguia apostando em cruzamentos para tentar furar a defesa do alvinegro.
Aos 35, Pity Martínez cobrou falta e balançou a rede, mas o árbitro não havia autorizado a batida. Na nova cobrança, Martínez errou o alvo e mandou a bola para fora.
Sem grandes chances de perigo até os 48 da etapa final, o Atlético superou o River Plate no Monumental de Nuñez e encaminhou a segunda final do time mineiro na história do torneio continental, após o título de 2013.
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* Informações do jornal Lance
* Fotos: Pedro Souza / Atlético-MG
Futebol Internacional
PSG supera o Arsenal nos pênaltis e conquista a Liga dos Campeões pela segunda vez
O brasileiro Gabriel Magalhães desperdiçou a última cobrança
Budapeste | Hungria
O Paris Saint-Germain é bi da Liga dos Campeões. O segundo título da história do clube francês na competição veio com a vitória sobre o Arsenal nos pênaltis por 4 a 3 na Puskás Aréna, em Budapeste, neste sábado (30). O time inglês abriu o placar logo no início de partida, com Havertz. O PSG conseguiu deixar tudo igual na etapa complementar, com Dembélé da marca da cal. O 1 a 1 continuou até o fim do tempo regulamentar. Na prorrogação, a igualdade permaneceu, o que forçou as penalidades.
Gonçalo Ramos, Doué, Hakimi e Beraldo marcaram para o PSG. Já Nuno Mendes parou em Raya. Pelo lado do Arsenal, Gyokeres, Rice e Martinelli converteram. Eze e Gabriel Magalhães mandaram para fora – o zagueiro brasileiro perdeu justamente o quinto, e o PSG soltou o grito de bicampeão.
O jogo

Lance do jogo entre PSG e Arsenal | Foto: Attila Kisbenedek / AFP
Os primeiros minutos da decisão não poderiam ter sido melhores para o Arsenal. Marquinhos tentou chutar para a frente, mas a bola bateu em Trossard no meio-campo e ficou viva para Havertz, que arrancou até a área e bateu forte na saída de Safonov, para abrir o placar aos seis minutos.
Desde então, o PSG teve a posse e tentou assustar, mas sofreu para superar a defesa bem postada dos Gunners. Ao todo, finalizou seis vezes, só uma na direção da meta de Raya, sem perigo.
Antes do fim da etapa inicial, Havertz ainda teve boa chance para ampliar. No entanto, na hora do chute, Marquinhos apareceu e o bloqueou, em corte providencial.
Na volta do intervalo, a tônica foi a mesma. O Arsenal seguiu fechado, apostando nos contra-ataques, e deixou a bola com o time francês. Hakimi cobrou falta nas mãos de Raya.
Aos 16, Kvaratskhelia tabelou com Dembélé e foi derrubado por Mosquera dentro da área. O árbitro não hesitou e marcou pênalti. Na cobrança, Dembélé deixou tudo igual.

Kvaratskhelia ganhou na corrida de Saliba e carimbou a trave. Logo depois de entrar, Barcola saiu em velocidade e, cara a cara, parou em Raya. Corajoso, o goleiro foi aos pés do atacante para garantir a posse e evitar a virada do PSG.
Vitinha e Barcola tiveram as últimas oportunidades no tempo regulamentar, mas os dois acertaram a rede pelo lado de fora.
O 1 a 1 no placar forçou a prorrogação. No tempo extra, o Paris Saint-Germain seguiu com mais posse de bola, mas não conseguiu o segundo gol. O Arsenal buscou uma pressão nos minutos finais. O empate, porém, persistiu.
Na disputa por pênaltis, o PSG levou a melhor por 4 a 3. Apenas Nuno Mendes, que parou em Raya, desperdiçou. Pelo lado do Arsenal, Eze e Gabriel Magalhães mandaram para fora. O brasileiro desperdiçou a última cobrança.
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- Informações de O Dia – Conteúdo
- Foto destaque: Crédito – Ina Fassbender / AFP
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