VITÓRIA
Pesquisar
Close this search box.

O sonho acabou

Vasco sai na frente, mas cede empate para o Atlético-MG e dá adeus ao sonho da Copa do Brasil

Publicados

Esportes / Futebol

Vegetti faz o gol da esperança vascaína, mas Hulk decide na etapa final e garante o Galo na decisão

Rio de Janeiro / RJ

O Vasco lutou, mas o sonho de chegar à final da Copa do Brasil chegou ao fim. O Cruz-Maltino saiu na frente do placar no primeiro tempo com Vegetti e tentou defender a vantagem, mas não resistiu e sofreu o empate na etapa final, com Hulk. A igualdade por 1 a 1, neste sábado (19), em São Januário, garantiu o Atlético-MG na decisão pelo placar agregado de 3 a 2.

Embalado com a bela festa da torcida, o Vasco buscou se impor desde o início do jogo. Com exceção de uma bola na trave de Battaglia, o Cruz-Maltino foi superior, demonstrou mais vontade e criou mais chances, principalmente em jogadas pelo lado de campo para buscar Vegetti na área.

O lance crucial do primeiro tempo aconteceu aos 29 minutos. Quase sempre buscando Vegetti na área, o Vasco tentou muitos cruzamentos. Em uma das tentativas de Piton, a bola desviou na mão de Otávio. Após longos seis minutos de tensão, o árbitro marcou pênalti. Vegetti deslocou Everson e abriu o placar.

Leia Também:  Com uma virada heroica, o Palmeiras vence o Independiente del Valle pela Libertadores

O clima de tensão tomou conta do segundo tempo. O Vasco teve uma postura mais conservadora e tentou aproveitar o erro do adversário. Já o Atlético-MG, por sua vez, tinha a bola mas encontrava dificuldade para criar, e os principais nomes da equipe tinham uma atuação sem brilho.

Além da tensão, o cansaço começou a cobrar a partir da metade do segundo tempo. O chuva não deu trégua no Rio de Janeiro e deixou o gramado pesado. O Vasco abaixou as linhas, e o Atlético-MG cresceu. Paulinho assustou, mas o gol da classificação saiu dos pés do outro herói atleticano. Hulk, aos 36, tabelou com Gustavo Scarpa e acertou belo chute da entrada da área, sem chances para Léo Jardim.

Após sofrer o empate, o Vasco tentou reagir. Rafael Paiva mexeu, colocou Rossi e Payet, e deixou o time mais ofensivo. O Cruz-Maltino rodou bola de um lado para o outro, tentou levantar bolas na área para Vegetti, mas não conseguiu furar a muralha atleticana. 

——————————————————–

* Fonte: jornal O Dia

Foto / Destaque: Pedro Souza / Atlético-MG

 

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Esportes / Futebol

Espanha bate a Argentina na prorrogação e vence a Copa do Mundo pela segunda vez

Publicados

em

Por André Costa*

Depois de 16 anos, a Espanha pode libertar o grito de “é campeão” da garganta novamente! Neste domingo, a Fúria levou a melhor sobre a Argentina na grande final da Copa do Mundo de 2026, por 1 a 0, e faturou o título mundial pela segunda vez em sua história. O gol da vitória espanhola foi marcado por Ferrán Torres, já no segundo tempo da prorrogação do jogo disputado no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos.

A decisão foi marcada por um amplo domínio espanhol. A Fúria martelou a Argentina durante toda a partida e aproveitou a expulsão de Enzo Fernández no fim do tempo regulamentar para enfim colocar a bola no fundo das redes. Foram 19 chutes até a finalização de Ferrán Torres que furou o gol de Dibu Martínez.

Roteiro repetido

O roteiro do bicampeonato mundial da Espanha faz jus ao primeiro título do país, conquistado em 2010. Naquele ano, o gol da vitória espanhola na final contra a Holanda, por 1 a 0, também foi marcado na prorrogação. O herói daquela vez também foi um jogador do Barcelona: Andrés Iniesta.

Adeus discreto de Messi

Já a provável despedida de Lionel Messi da Copa do Mundo teve sabor amargo. Preso na marcação espanhola, o astro teve atuação discreta na final e acabou amargando o vice, além de não conseguir superar Kylian Mbappé como o maior artilheiro da história da competição. O craque parou nos 21 gols, contra 22 do francês.

Com a derrota, a Argentina perdeu a chance de conquistar o seu quarto título mundial. Além disso, os sul-americanos, que ergueram a taça em 1978, 1986 e 2022, não conseguiram igualar Itália (1934 e 1938) e Brasil (1958 e 1962) como os únicos bicampeões consecutivos do torneio.

Como foi o jogo?

O início da grande final foi eletrizante. Logo aos quatro minutos, Lamine Yamal tabelou com Dani Olmo na entrada da área e chutou rasteiro com a perna esquerda. A bola desviou em Lisandro Martínez, mas Dibu Martínez reagiu rapidamente e fez boa defesa.

Leia Também:  Vasco e Flamengo empatam em clássico disputado no Maracanã

A Argentina respondeu no minuto seguinte. Julián Álvarez roubou a bola no meio de campo e lançou para Messi nas costas da marcação da Espanha. Porém, o goleiro Unai Simón se antecipou e saiu do gol para fazer o corte.

Depois, o jogo ficou morno. Com o controle da posse de bola, os espanhóis só voltaram a chegar ao ataque aos 37 minutos. Após boa jogada coletiva, Oyarzabal recebeu na entrada da área e bateu rasteiro, mas parou em Dibu Martínez. Já aos 42, foi a vez de Cucurella arriscar de longe e levar perigo.

Os argentinos, por sua vez, produziram muito pouco. Os atuais campeões demonstraram dificuldade de escapar da pressão espanhola e terminaram a primeira etapa sem nenhuma finalização a gol.

Segundo tempo

A Espanha continuou tomando a iniciativa após o intervalo. Com menos de um minuto no segundo tempo, Baena costurou pelo lado esquerdo, ajeitou para o meio e bateu colocado, mas Dibu Martínez agarrou. O goleiro da Argentina precisou trabalhar novamente aos 18, em chute de Dani Olmo de fora da área, e aos 21, em cabeceio de Ferrán Torres.

A Fúria incomodou mais uma vez aos 31 minutos. Pedri carregou a bola por dentro após boa troca de passes e mandou em cima de Dibu Martínez. Na sequência, Cubarsí soltou uma pancada de fora da área e parou em mais uma defesa do goleiro argentino. Pressão total da Espanha!

A partida ficou ainda mais complicada para a Argentina após a expulsão de Enzo Fernández. Aos 47 minutos, o jogador cometeu falta dura em Cubarsí, recebeu o segundo cartão amarelo e deixou a equipe com um a menos. A Espanha teve a chance de garantir a vitória aos 52, em cobrança de falta de Lamine Yamal, mas Dibu Martínez espalmou e levou o duelo para a prorrogação.

Leia Também:  Estadual Masculino de Beach Soccer terá última vaga nas semis definida neste sábado (24)

Prorrogação

O cenário foi o mesmo no primeiro tempo da prorrogação. Com somente dois minutos, Pedri cruzou na medida para Nico Williams, que desviou de cabeça e parou em uma defesaça de Dibu Martínez. A Espanha chegou a abrir o placar com Nico Williams, aos cinco minutos, mas o tento foi anulado por uma falta de Merino em Otamendi.

Nas cordas, a Argentina tinha enorme dificuldade para ultrapassar a linha do meio-campo. Enquanto isso, os espanhóis desperdiçaram mais uma oportunidade aos 12 minutos. Nico Williams dominou pelo lado esquerdo e cruzou para Merino, que cabeceou para o chão e viu a bola raspar a trave.

Segundo tempo

Como diz o ditado, água mole em pedra dura, tanto bate até que fura. E o gol da Espanha enfim saiu no primeiro minuto do segundo tempo da prorrogação. Pedro Porro conduziu pelo lado direito e cruzou na segunda trave, para Nico Williams, que ajeitou de cabeça para o meio da área. Ferrán Torres chegou fuzilando com a perna esquerda e colocou os espanhóis em vantagem.

A Fúria chegou a ampliar o marcador aos sete minutos, mais uma vez por meio de Ferrán Torres. No entanto, o gol acabou sendo invalidado por impedimento.

A Argentina não se entregou e quase empatou aos 14 minutos. Messi tocou para Simeone, que avançou pelo lado direito e cruzou rasteiro. Tagliafico chegou para empurrar para o fundo das redes, mas a zaga espanhola afastou na hora H. Logo na sequência, Messi cobrou escanteio e viu a bola sobrar com Simeone, que mandou por cima do gol de Unai Simón.

—————————————————————-

*Gazeta Esportiva – Conteúdo

*Foto destaque: Crédito – Odd Anderson / AFP

 

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

GERAL

POLÍTICA & GOVERNO

CIDADES

TURISMO

MAIS LIDAS DA SEMANA