Vexame na Estreia
Botafogo atua com um a mais quase todo jogo, mas perde para o Maricá
Esportes / Futebol
Rio de Janeiro / RJ
Maricá está em festa ao vencer um dos grandes do Rio logo em sua primeira partida da história na Série A do Campeonato Carioca. E o fato de o Botafogo ainda estar com os campeões da Libertadores e do Brasileirão de férias, pouco importa. Afinal, o time alternativo do Glorioso jogou com um a mais praticamente todo o jogo no Nilton Santos e mesmo assim levou um incontestável 2 a 1, gols de Denilson e Hugo Borges, com Patrick de Paula descontando.

Era para ser uma grande oportunidade dos jogadores sub-23, reservas e outros que estavam emprestados mostrarem serviço no Glorioso. Mas a verdade é que quase ninguém foi bem, principalmente o goleiro Raul, Carlos Alberto e Matheus Nascimento. A exceção foram os jovens Yarlen e Lobato. Já o Maricá foi recompensado pela entrega física e a dedicação tática.
Expulsão no início muda tudo
O novato no estadual, aliás, contou com apoio de peso dos torcedores que foram ao estádio. E teve um início dos sonhos, ao marcar seu primeiro gol aos três minutos, com Denilson, após bobeada da defesa alvinegra. Só que aos 9 minutos a festa virou drama, com a expulsão do zagueiro Mizael, ao puxar Carlos Alberto, que ia em direção ao gol.
O Glorioso se enrolou com um jogador a mais. O organizado Maricá de Reinaldo, ex-atacante do Flamengo, recuou para a própria área e fez uma linha de cinco e, às vezes de seis, além de encher a entrada da área.
Em que pese ser o primeiro jogo do ano, o Botafogo de Carlos Leiria foi muito lento, sem criatividade e abusou de chutes de longa distância. Com enorme dificuldade para entrar na área, a primeira grande chance – e única trabalhada no primeiro tempo – apareceu aos 27, quando Carlos Alberto aproveitou a única bobeada da defesa adversária, mas parou em Dida. Newton, de longe, também obrigou o goleiro a uma boa defesa.

O início do segundo tempo pareceu promissor aos botafoguenses, com o time mais incisivo no ataque, após a entrada de Yarlen na direita. Foram pelo menos três jogadas pelos lados do campo que levaram perigo, mas não tinha ninguém para colocar a bola para dentro. Na principal delas, Vitinho não alcançou o cruzamento de Newton.
Recuado, o Maricá encontrou uma possibilidade de ir ao ataque e fez que o o adversário foi incapaz: aproveitou a rara chance. Em uma falta boba de Newton na entrada da área, Hugo Borges cobrou no canto de Raul, que assim como no primeiro gol, não pegou bola defensável: 2 a 0.
Algumas vaias foram ouvidas vindo dos poucos torcedores no Nilton Santos. Não era para menos, diante da atuação pouco inspirada e a pressão apenas na reta final do jogo. O Botafogo só diminuiu aos 45, com Patrick de Paula cobrando pênalti sofrido por Lobato, outro que entrou bem e passou a dar opção de bolas em profundidade.
Vasco estreia com empate contra o Nova Iguaçu

Maxsuel, do Vasco, enfrentou seu ex-clube, o Nova Iguaçu Foto: Celso Pupo/Arena
Não foi com um bom resultado a estreia do Vasco no Campeonato Carioca 2025, mas ao menos sem derrota. Indo a campo em São Januário – ainda que sem o mando do jogo – com elenco alternativo no começo da temporada, o Gigante da Colina saiu na frente neste sábado (11), mas retornou mal para o segundo tempo e ficou no empate em 1 a 1 com o Nova Iguaçu. Os gols foram marcados por Paulinho, para o Cruz-Maltino, e Sidney para o time da Baixada Fluminense.
O Cruz-Maltino volta a campo na próxima quinta-feira (16), novamente em São Januário, às 21h30 (de Brasília), contra o Bangu. O Nova Iguaçu, por sua vez, joga um dia antes, no Jânio Moraes, contra o Sampaio Corrêa.
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* Informações do jornal O Dia
* Foto/Destaque: Vitor Silva / Botafogo
Esportes / Futebol
Vasco vence o Fluminense nos pênaltis e vai a final contra o Corinthians
Rio de Janeiro / RJ
Em um roteiro já conhecido pelo torcedor do Vasco, o Cruz-Maltino está na final da Copa do Brasil. No tempo normal, o Fluminense venceu o clássico por 1 a 0, mas nas penalidades, o Cruz-Maltino levou a melhor. Brilhou a estrela do goleiro Léo Jardim que defendeu as cobranças de John Kennedy e Canobbio no Maracanã. Vegetti também desperdiçou a sua oportunidade, mas o clube da Colina se classificou.

Na campanha do Vasco na competição, o Fluminense é o segundo rival a ficar pelo caminho nas cobranças de pênaltis. Anteriormente, o Cruz-Maltino havia eliminado o Botafogo de mesma maneira nas quartas de final, disputada no Nilton Santos.
Em busca do bicampeonato da Copa do Brasil, a equipe carioca irá enfrentar o Corinthians, nesta quarta-feira (17), às 21h30 (de Brasília), em São Paulo, no primeiro confronto da decisão. O jogo de volta da final será no domingo no Maracanã.
O primeiro tempo no Maracanã começou com o Fluminense bastante pilhado e o Vasco melhor. Com apenas quatro minutos, Rayan foi lançado e finalizou para boa defesa do goleiro Fábio. Aos 14 minutos, novamente depois, Andrés Gomez fez bela jogada pela esquerda e obrigou o arqueiro tricolor a fazer uma ótima defesa.

Aos poucos, o Fluminense foi equilibrando a partida e chegou com perigo aos 31 minutos. Samuel Xavier achou Canobbio com liberdade e o uruguaio cruzou, mas o goleiro Léo Jardim interceptou bem. Logo depois, aos 36 minutos, o Tricolor abriu o placar. Em jogada praticamente igual, o atacante achou Everaldo, que finalizou na trave e no rebote, Paulo Henrique colocou contra o patrimônio.
O segundo tempo começou agitado. A primeira chance do Fluminense foi com apenas cinco minutos. A defesa do Vasco saiu jogando errado e entregou a bola no pé de Lucho Acosta. O argentino chutou mal e o goleiro Léo Jardim defendeu.
O Vasco respondeu rapidamente em dose dupla. Primeiro com um belo contra-ataque puxado por Andrés Gomez, que terminou com finalização de Rayan. Depois, com Philippe Coutinho, que chutou de fora da área obrigando Fábio a fazer ótima defesa.
Com o passar do tempo, as duas equipes mostravam muito desgaste. Zubeldia mexeu em dose tripla e colocou Ganso, John Kennedy e Guga. Já o Fernando Diniz foi mais econômico e só tirou Nuno Moreira colocando Pablo Vegetti em campo. O herói da Libertadores de 2023 teve uma grande chance depois de bela jogada de Serna, mas finalizou mal.

Os últimos minutos foram de muito esforço, mas diversos erros técnicos das duas equipes. Aos 49 minutos, John Kennedy teve a oportunidade, mas acabou finalizando para fora e disputa da vaga foi para os pênaltis.
Penalidades
Nas cobranças de pênalti, o Vasco levou a melhor. Brilhou a estrela do goleiro Léo Jardim, que defendeu as finalizações de John Kennedy e de Canobbio. Vegetti acabou perdendo para os cruz-maltinos.
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- Informações de O Dia – Conteúdo
- Foto/Destaque: Crédito – Marcelo Gonçalves / Fluminense FC
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