Economia
Primeiras cédulas do real vão sair de circulação
Brasil / Economia
Rede bancária será a responsável pelo recolhimento. As notas, no entanto, podem continuar a ser utilizadas normalmente
Brasília / DF
As cédulas da primeira família do Real vão sair de circulação, conforme determinação do Banco Central. No entanto, a nota não perde seu valor, e a população pode continuar utilizando-as normalmente nas suas transações diárias, tanto para pagamentos como recebimentos.

Sede do Banco Central / Brasília
A Instrução Normativa BCB Nº 488 estabelece que os bancos serão os responsáveis pelo recolhimento das cédulas. Ao receber as notas, as instituições financeiras devem encaminhar para a autoridade monetária para substituí-las por novas.
A decisão de recolhimento acontece pois as cédulas possuem um tempo de vida útil que interfere nas condições físicas. Cédulas em condições não adequadas à circulação geram dificuldades logísticas para toda a cadeia de execução dos serviços de meio circulante e também dificultam o reconhecimento de seus elementos de segurança por parte da população.
A primeira família do real foi lançada em 1994, ao substituir o cruzeiro real. De acordo com o Banco Central, as cédulas da primeira família correspondem 3% das notas em circulação.
Entre as notas a serem recolhidas está a de dez reais em polímero comemorativa aos 500 Anos do Descobrimento do Brasil.
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* Da Redação / Com informações Banco Central do Brasil / Extra
* Foto: Divulgação / banco Central
Brasil / Economia
Trump oficializa tarifaço de 25% dos EUA aos produtos brasileiros
Nesta quinta-feira (15), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, aprovou a cobrança de uma taxa extra de 25% sobre diversos itens importados do Brasil. A decisão atende a um pedido do Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR).
A medida resulta de uma apuração baseada na Seção 301 da Lei de Comércio americana. Os EUA alegam que práticas do governo brasileiro em áreas como comércio digital, patentes e meio ambiente criam concorrência desleal para as empresas norte-americanas.
Além dos 25%, alguns setores enfrentarão mais 12,5% de taxação por conta de outra investigação dos EUA focada em trabalho forçado. Com isso, parte dos produtos do Brasil vendidos ao mercado americano pode pagar uma alíquota total de até 37,5%.
Nem todos os bens serão atingidos pela sobretaxa de 25%. O governo americano divulgou uma lista de exceções que inclui produtos como aeronaves, suco de laranja, celulose, fertilizantes e insumos essenciais para a indústria dos EUA.
De acordo com cálculos da Confederação Nacional da Indústria (CNI), as novas regras farão com que 31,6% das exportações brasileiras para os Estados Unidos passem a ser tributadas na faixa de 37,5%. A forma exata de aplicação ainda será detalhada.
Ministros brasileiros já haviam contestado as justificativas dos EUA. Apesar do aumento nas taxas, a Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda avalia que o impacto financeiro da medida na economia do Brasil deverá ser reduzido.
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- Com informação de agências
- Foto destaque: Crédito – Reprodução / Redes Sociais
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