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Saúde / Tratamento

Rei Charles III é diagnosticado com câncer

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INTERNACIONAL

A informação foi confirmada pelo Palácio de Buckingham

O Palácio de Buckingham confirmou nesta segunda-feira (5/2), em nota publicada nas redes sociais, que após a internação do rei Charles III, na última semana, ele foi diagnosticado com câncer.

O tratamento anterior do rei seria para um alargamento benigno da próstata e uma questão diferente foi observada, posteriormente sendo identificado como um câncer.

O comunicado informou ainda que o rei iniciou nesta segunda um calendário de tratamentos e foi aconselhado a adiar tarefas para com o público. “Durante todo este período, Sua Majestade continuará a empreender negócios do Estado e papelada oficial como de costume”.

Além disso, o texto reafirma a vontade do rei de compartilhar o diagnóstico. “Sua Majestade optou por partilhar o seu diagnóstico para prevenir a especulação e na esperança de que possa ajudar a compreensão do público para todos aqueles em todo o mundo que são afetados pelo câncer”.

Hospitalização

O rei foi hospitalizado pouco mais de uma semana atrás, em 26 de janeiro, para operar uma hipertrofia benigna da próstata. Ele recebeu alta do hospital no dia 29 do mesmo mês.

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Uma semana antes, em 16 de janeiro, a princesa de Gales, Kate Middleton, também foi internada para a realização de uma cirurgia abdominal, que não foi divulgada. Ela deixou o hospital em Londres no dia 29 de janeiro, mesmo dia de Charles.

Nesta segunda foi anunciado ainda que o príncipe William, primeiro na linha de sucessão ao trono britânico, retornará a suas atividades reais, que estavam suspensas após a cirurgia realizada por Kate. O Palácio de Kensington anunciou que a princesa de Gales suspenderia suas atividades oficiais até pelo menos 31 de março.

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* Com informações da AFP / Foto: Adrian Dennis – AFP

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INTERNACIONAL

Apresentadora egípcia Sarah Khalifa é condenada à morte; entenda o motivo

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Sarah Khalifa nega as acusações e pretende recorrer; autoridades dizem ter apreendido mais de 750 quilos de drogas e matérias-primas

Sarah Khalifaapresentadora egípicia de 39 anos, e outras 11 pessoas foram condenadas a morte por enforcamento por um tribunal do Cairo, no Egito, por envolvimento na fabricação e no tráfico de drogas sintéticas. A decisão foi divulgada neste sábado, 5, pela imprensa estatal egípcia.

Conhecida pelo programa de televisão Missão Impossível, sobre segurança e criminalidade, Khalifa foi condenada por formação de uma organização criminosa especializada na aquisição de materiais usados na fabricação de drogas para posterior comercialização. Ela também foi acusada de posse e porte de armas de fogo e munições sem licença.

Segundo o jornal estatal Al-Ahram, as autoridades apreenderam mais de 750 quilos de drogas e matérias-primas utilizadas na produção de entorpecentes.

Dois apartamentos que funcionariam como laboratórios também foram encontrados, além de armas e munições sem licença.

De acordo com o Akhbar el-Yom, os materiais usados na fabricação das drogas eram importados do exterior.

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A sentença foi emitida após o tribunal consultar o Grande Mufti do Egito, autoridade responsável por emitir pareceres religiosos em casos de pena de morte. A consulta é exigida pela legislação egípcia antes da confirmação de sentenças capitais.

Khalifa nega as acusações e pode recorrer da decisão. Segundo a imprensa local, seu advogado já anunciou que pretende apresentar uma apelação.

Durante um depoimento ao tribunal, em setembro de 2025, a apresentadora afirmou que nunca havia visto drogas antes de ser fotografada com entorpecentes dentro das instalações das autoridades de combate ao narcotráfico.

A acusação teria se baseado em 20 depoimentos de testemunhas e em provas eletrônicas, incluindo conversas gravadas e vídeos.

Além das condenações relacionadas ao tráfico de drogas, Khalifa e outros envolvidos receberam cinco anos de prisão em um processo separado, que trata do sequestro e da agressão de um jovem.

O tribunal absolveu sete dos acusados e condenou outros nove à prisão perpétua, segundo a BBC.

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  • Matéria do Estadão – Conteúdo
  • Foto destaque: Reprodução / Redes Sociais
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