VITÓRIA
Pesquisar
Close this search box.

Política Nacional / Economia

Após o carnaval, o governo vai lançar Pacote para “salvar” companhias áreas

Publicados

Brasil / Economia

O governo popular do presidente Lula vai dar um refresco a mais um setor da economia brasileira. Desta vez será o setor aéreo. De acordo com Silvio Costa Filho, ministro de Portos e Aeroportos, a iniciativa terá a colaboração do BNDES ao pacote que terá a finalidade de “salvar” as companhias aéreas e que deve ser executado após o carnaval. O financiamento, em grande parte, terá o BNDES como personagem, porém, com garantias.

O ministro disse que o tema segue em debate com o Ministério da Fazenda, em meio ao pedido de recuperação judicial da Gol nos Estados Unidos, aliado ao alto preço das passagens. O chefe da Pasta também comentou sobre um planejamento estratégico de curto e longo prazos. “Ações que fortaleçam novos voos regionais e a compra de aeronaves brasileiras, a exemplo da Embraer, e outros ativos”, diz.

Ainda segundo o ministro, a expectativa do lançamento do programa “Voa Brasil” também é um dos fatores que contribuem para uma solução mais rápida em relação às companhias aéreas. Com passagens a R$ 200 para aposentados e pensionistas, o programa deve ser lançado ainda este mês, contudo, para que o “Voa Brasil” possa ser bem-sucedido, é importante que as empresas possam aderir ao programa.

Leia Também:  Lula diz que pode tomar "atitudes mais drásticas" para baratear alimentos

Silvio esteve reunido na manhã deste sábado, 3, juntamente com os ministros Alexandre Padilha (Relações Institucionais) e Renan Filho (Transportes), em visita às obras do aeromóvel que deve funcionar para deslocamento entre a estação da Luz e o Aeroporto de Guarulhos.

=====

* Com informações da Agência Brasil / Fotos: Divulgação e Reprodução

Propaganda

Brasil / Economia

Senado aprova o fim da escala 6×1

Publicados

em

Apenas Hamilton Mourão (Republicanos-RS) votou contra a proposta; placar foi 75×1

Brasília (DF)

O Senado aprovou na noite desta quarta-feira, 14, em primeiro turno, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala de trabalho 6×1 e estabelece uma carga horária semanal máxima de 40 horas (PEC 221/2019). Foram 75 votos a favor, incluindo o do senador e presidenciável Flávio Bolsonaro (PL), que votou a distância, e apenas um contrário — do senador e ex-vice-presidente da República no governo Jair Bolsonaro, Hamilton Mourão (Republicanos-RS).

Já foi iniciada a fase de votação da proposta em segundo turno, após ter sido aprovado um requerimento para instituir um calendário especial para votação da PEC. Com isso, a matéria não precisará passar por três sessões de discussão após a análise em primeiro turno, dispensando o interstício — o intervalo de cinco dias entre um turno e outro. Com isso, será garantida a finalização da votação da

O texto aprovado pelos senadores não altera o que foi aprovado pela Câmara em maio deste ano. A PEC reduz a jornada máxima de 44 horas para 40 horas semanais, sem redução salarial e com dois dias de folga, não necessariamente consecutivos, além de uma transição gradual de 14 meses após a promulgação.

Leia Também:  Haddad entra de férias em meio à crise do IOF

Antes da votação, o relator da matéria, Omar Aziz (PSD-AM), leu parecer em que rejeitou uma emenda apresentada pelo senador Oriovisto Guimarães (PSDB-PR). O texto previa que jornadas especiais de trabalho já fixadas em lei e que são iguais ou inferiores a 40 horas semanais não seriam reduzidas proporcionalmente após a promulgação da emenda constitucional.

Segundo Aziz, ao rejeitar a emenda, o objetivo era que a PEC não retornasse à Câmara. Por sua vez, Oriovisto disse ter “sensibilidade política” e, para evitar que a votação se estendesse, decidiu retirar o destaque para que sua emenda fosse analisada separadamente.

A aprovação vem 11 dias antes do segundo turno da eleição presidencial e representa uma vitória para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Sob temor de impacto eleitoral, o adversário do petista na disputa, senador Flávio Bolsonaro (PL), e parlamentares da oposição, incluindo o próprio PL, também seguraram suas críticas e decidiram, de última hora, votar favoravelmente à proposta.

‘Não falei que ia dar certo?’

Em conversa com Alcolumbre, após a aprovação em primeiro turno da PEC, o líder do PT na Casa, Camilo Santana (CE), atribuiu ao senador amapaense o resultado.

Leia Também:  Bandeira tarifária de energia permanecerá amarela em setembro

“Parabéns, presidente. Você é o grande responsável por isso aqui”, disse o petista. Sorrindo e sem perceber que seu microfone estava aberto, Alcolumbre respondeu: “Não falei que ia dar certo?”. O diálogo foi captado pela transmissão da TV Senado.

—————————————————–

  • Matéria do Estadão – Conteúdo
  • Destaque: Crédito – TV / Senado
Continue lendo

GERAL

POLÍTICA & GOVERNO

CIDADES

TURISMO

MAIS LIDAS DA SEMANA