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Acidente Fatal

Empresários mineiros e familiares são vítimas de acidente aéreo

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Sócios em uma empresa financeira e seus familiares eram passageiros de avião que partiu de Campinas e caiu em Itapeva, no Sul de Minas

 Dois empresários mineiros e seus familiares eram os passageiros da aeronave que caiu na manhã deste domingo (28/1) em Itapeva, no Sul de Minas. Natural de Janaúba, na Região Norte do estado, Marcílio Franco da Silveira estava no avião junto da mulher Raquel e um filho do casal, Antônio. O sócio dele, André Rodrigues do Amaral, de Carmópolis de Minas, na Região Oeste, também estava no voo, assim como sua companheira, Fernanda. Todos morreram no acidente, incluindo o piloto e o copiloto, identificados como Geberson e Gabriel, somando sete vítimas.

André e Marcílio eram sócios na financeira Credfranco, que atua com correspondentes bancários e empréstimos consignados para aposentados, servidores públicos e outras categorias. A informação sobre o falecimento dos tripulantes foi confirmada à reportagem por familiares das vítimas e a empresa emitiu nota de pesar. 

Marcilio Franco da Silveira ainda era presidente da Associação Nacional de Empresas Correspondentes Bancárias (Anec), da qual foi um dos fundadores. André Amaral também pertencia ao conselho da entidade.

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A Anec divulgou nota de pesar pelo falecimento dos dois empresários em decorrência da tragédia com o avião. No texto, a entidade salienta que “Marcílio Franco teve um papel importante à frente da Anec nos últimos 4 meses, como presidente, tendo contribuído com o crescimento da associação e o fortalecimento do mercado de correspondentes bancários (Corbans).

A esposa de Marcílio também é do Norte de Minas, com família originária da cidade de Salinas.

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* Informações jornal Estado de Minas / Foto: Divulgação – Redes Sociais / Vídeo: Parceria TV Jornal – SBT (PE)

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“Virou tudo cinza”: incêndio em apartamento de Jardim Camburi deixa aposentado sem nada

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Chamas e fumaça acabaram com o imóvel onde o aposentado Deilson Beltrame vivia há mais de quatro décadas

Por Laura Mel* / Vitória – ES

Depois de mais de quatro décadas vivendo no mesmo endereço, o aposentado Deilson Beltrame agora tenta recomeçar do zero. O apartamento onde morava, em Jardim Camburi, Vitória, foi destruído por um incêndio, na noite desta quarta-feira (15).

O morador contou que perdeu tudo, incluindo móveis, roupas e pertences do neto e da filha que moravam com ele, mas que não estavam em casa quando o fogo começou.

“Começou em cima do colchão, em um carregador de celular. Eu esqueci ele conectado à tomada. Estava sem o celular, mas estava conectado. Aí não sobrou nada”, disse Deilson Beltrame.

Além dos prejuízos materiais, ele também perdeu objetos pessoais que guardava da esposa, que morreu há um ano.

Apartamento não tinha seguro

Sem seguro para cobrir os danos internos, o morador terá que arcar sozinho com os custos da reconstrução. Deilson optou por não acionar a perícia do Corpo de Bombeiros para formalizar a causa do incêndio.

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Segundo ele, a decisão foi tomada diante da burocracia exigida para tentar acionar o seguro do condomínio, que não cobre danos internos ao imóvel. “Se eu for fazer por seguro, é uma amolação tremenda. São três orçamentos para cada tipo de trabalho”, afirmou.

De acordo com Deilson, a cobertura disponível no prédio se restringe a áreas comuns e não contempla perdas dentro dos apartamentos, o que o deixa responsável por todos os custos da reforma. O prejuízo estimado é de R$ 100 mil.

“Eu vou ter que trocar o piso todo, reformar o teto, que caiu. Acabou ventilador, ar-condicionado, cama, colchão, guarda-roupa… virou tudo cinza”.

Na noite do incêndio, o aposentado foi acolhido por vizinhos. A filha e o neto também precisaram buscar abrigo em casas de conhecidos. Apesar da destruição, ele destaca que conseguiu sair a tempo com a cachorrinha de estimação.

Incêndio destruiu quartos e danificou restante do imóvel

O incêndio atingiu o apartamento que fica no terceiro andar de um condomínio e mobilizou o Corpo de Bombeiros. Imagens registradas no momento mostram uma grande quantidade de fogo e fumaça preta saindo pela janela. A rua precisou ser interditada durante o atendimento da ocorrência.

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De acordo com os bombeiros, o fogo se espalhou rapidamente e destruiu quase todo o imóvel. Apenas a cozinha não foi atingida diretamente pelas chamas, mas ficou comprometida pela fumaça. O teto sofreu danos, com queda de gesso e reboco.

Como ajudar

Sem chave Pix, Deilson disponibilizou um telefone para quem quiser e puder contribuir com doações ou qualquer tipo de ajuda: (27) 99957-0202.

 A família precisa de móveis, roupas e apoio para a reconstrução do imóvel.

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  • Folha Vitória – Conteúdo / Com informações da repórter Alessandra Ximenes, da TV Vitória/Record, 
  • Foto Destaque; Crédito – TV Vitória / Record
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