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Capital da Paraíba pode mudar de nome

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Um plebiscito deverá ser realizado e o Ministério Público Eleitoral emitiu parecer sobre o pedido, que foi feito por um advogado

 A tranquila e bela cidade de João Pessoa, comum nos roteiros de férias dos brasileiros, pode mudar de nome a depender dos seus moradores. A história é longa e antiga, mas, para resumir, é possível que a população escolha outro nome para a capital por meio de um plebiscito.

Para ficar mais claro, essa consulta popular está prevista na Constituição da Paraíba de 1988, mas, até o momento, não foi realizada.

Art. 82 (dispositivos transitórios) – O Tribunal Regional Eleitoral realizará consulta plebiscitária, a fim de saber do povo de João Pessoa qual o nome de sua preferência para esta cidade”, diz a Constituição da Paraíba.

Agora, uma ação judicial (que pedia por esse plebiscito) foi liberada para ser julgada no Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba – e isso reascendeu a antiga discussão.

Nome da cidade

No ano de 1930, a capital paraibana passou a ser chamada de João Pessoa em homenagem ao político com esse nome que havia sido assassinado (era presidente do estado à época de sua morte). Alguns grupos não gostaram da mudança. Anteriormente à homenagem, a cidade se chamava Parahyba, nome que muitos moradores defendem até hoje.

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A realização do plebiscito ainda não é certa, pois algumas questões jurídicas estão em andamento. Mesmo assim, o assunto tem gerado polêmica na cidade, inclusive, há 15 anos o Movimento “Paraíba, Capital Parahyba” pede pela mudança do nome da capital.

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* Com informações de agência / Foto: Reprodução – (Internet)

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MPRJ aponta que esquema do Comando Vermelho movimentou mais de R$ 116 milhões

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Operação investiga plano para ocultação de recursos da facção criminosa

Rio de Janeiro – RJ

Uma organização suspeita de lavar dinheiro para a facção criminosa Comando Vermelho movimentou mais de R$ 116 milhões entre 2020 e 2025 e se tornou alvo de uma operação do Ministério Público nesta terça-feira (2). Ao todo, foram cumpridos 18 mandados de busca e apreensão em endereços localizados nos estados do Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Minas Gerais.

A ação foi realizada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO/MPRJ), com o apoio da Polícia Civil do Rio e das forças de segurança dos estados envolvidos.

De acordo com as investigações, o esquema financeiro era utilizado para ocultar recursos ligados às atividades da facção criminosa. Os investigadores identificaram uma intensa movimentação de valores entre contas bancárias de pessoas e empresas ligadas ao grupo.

Um dos pontos que mais chamaram a atenção dos promotores foi a concentração de beneficiários dos depósitos no município de Sete Quedas, em Mato Grosso do Sul. A cidade está localizada na região de fronteira com o Paraguai e é considerada estratégica para o ingresso de armas, cocaína e maconha em território brasileiro.

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Segundo o Ministério Público, os recursos saíam principalmente do Rio e eram transferidos para contas na região de fronteira, em um fluxo que pode estar diretamente relacionado à logística do tráfico de drogas. A suspeita é de que o dinheiro circulasse para financiar a compra de entorpecentes e armamentos, além de ocultar a origem ilícita dos valores.

As investigações apontam que a rota utilizada pelo grupo acompanha o caminho percorrido pelas drogas que entram no Brasil por Mato Grosso do Sul, vindas do Paraguai, antes de serem distribuídas para comunidades dominadas pela facção no Rio de Janeiro.

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  • Matéria reproduzida do jornal Meia Hora – Conteúdo
  • Foto destaque: Divulgação / MH

 

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