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Vitória é Destaque

Vitória é o município do ES que mais vacinou no Dia D da Campanha de Multivacinação 2025

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SAÚDE

Por Giovana Rebuli Santos* – Vitória / ES

O município de Vitória foi o que mais registrou vacinações no Dia D da Campanha de Multivacinação 2025, com 2.277doses aplicadas. Os dados são do site vacinaeconfia.saude.es.gov.br, da Secretaria de Estado da Saúde do Espírito Santo, que também aponta que todos os 78 municípios do Espírito Santo (ES) juntos realizaram 22.142 aplicações no Dia D de Multivacinação.

Na capitala, 13 Unidades Básicas de Saúde de Vitória (UBS) estiveram abertas para aplicar as vacinas de rotina. São elas: Jardim Camburi, Santo Antônio, Maruípe, Praia do Suá, Conquista, Maria Ortiz, Jardim da Penha, Consolação, Ilha do Príncipe, Santa Martha, Do Quadro, Jesus de Nazareth e Parque Moscoso.

“Agradeço o empenho e dedicação de todos os servidores da Saúde que participaram do Dia D de Multivacinação, promovendo o cuidado e a prevenção para tantas famílias, reforçando nossa missão de levar mais qualidade de vida e bem-estar para a população de Vitória”, destaca a secretária de Saúde de Vitória, Magda Lamborghini.

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“O Dia D oferece uma oportunidade para que as famílias possam vacinar os grupos prioritários em horários alternativos. Também é o momento ideal para atualizar a caderneta de vacinação de pessoas de todas as idades”, explica Tatiane Comerio, coordenadora da Vigilância Epidemiológica de Vitória.

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* Prefeitura de Vitória / Comunicação – Conteúdo – Com a colaboração de Thyago Oliveira

* Foto/Destaque: Crédito – Leonardo Silveira / PMV

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SAÚDE

Venda de ivermectina cresce após ator Mel Gibson citar cura do câncer

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Ator citou que três amigos teriam se recuperado de cânceres em estágio avançado usando o fármaco

Um estudo publicado na última terça-feira (12) na revista JAMA Network Open apontou um aumento expressivo nas prescrições de ivermectina nos Estados Unidos após declarações do ator Mel Gibson que, em janeiro do ano passado, afirmou que três amigos teriam se recuperado de cânceres em estágio avançado usando o fármaco.

O levantamento foi conduzido por pesquisadores da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA) e analisou dados de mais de 68 milhões de pacientes entre 18 e 90 anos atendidos em serviços ambulatoriais e emergenciais no país. Os pesquisadores compararam prescrições da combinação ivermectina-benzimidazol entre janeiro e julho de 2025 com o mesmo período do ano anterior.

Os resultados mostraram que, de forma geral, as prescrições desses medicamentos dobraram após a repercussão das declarações. Entre pacientes com câncer, o aumento foi ainda mais acentuado, ultrapassando 2,5 vezes os índices registrados anteriormente.

Apesar do crescimento, os autores alegam que não há evidências clínicas que comprovem segurança ou eficácia da ivermectina ou de medicamentos benzimidazólicos no tratamento do câncer em humanos. No entanto, é ressaltado que essas substâncias chegaram a apresentar atividade anticancerígena em estudos laboratoriais e em testes com animais.

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No Brasil, a ivermectina é aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) apenas para tratamento de infecções parasitárias. Já o fenbendazol é destinado ao uso veterinário.

A oncologista clínica Clarissa Baldotto, presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), ressaltou que resultados promissores em laboratório representam apenas fase inicial da pesquisa científica.

– Muitas substâncias que parecem promissoras em laboratório não se confirmam em estudos clínicos. Apenas uma pequena parte das moléculas que entram em pesquisa pré-clínica chega a ser testada em humanos – afirmou.

Por se tratar de pesquisa observacional, o estudo não estabeleceu relação direta de causa e efeito e avaliou apenas prescrições médicas, sem confirmar se os medicamentos foram efetivamente utilizados pelos pacientes.

IVERMECTINA NA PANDEMIA DE COVID

A repercussão em torno da ivermectina também remete à forte polarização registrada na pandemia de Covid-19. À época, o fármaco foi defendido por setores da sociedade e por parte da classe médica como uma alternativa terapêutica acessível, além de símbolo da autonomia profissional diante do que classificavam como resistência de autoridades e organismos internacionais ao chamado tratamento precoce.

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Na ocasião, a controvérsia representava uma disputa sobre liberdade médica e direito de escolha do paciente. Defensores do protocolo, como o ex-presidente Jair Bolsonaro, argumentavam que, em meio ao cenário de incerteza vivido na pandemia, os médicos deveriam ter a liberdade para prescreverem remédios como a hidroxicloroquina e a ivermectina caso entendessem ser uma forma viável de combate à Covid.

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  • FONTE: PlenoNews.
  • Foto destaque: Reprodução / Internet

 

 

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