VITÓRIA
Pesquisar
Close this search box.

Política Nacional

Boulos aciona PGR para abertura de inquérito contra Tarcísio

Publicados

Política Nacional

A petição argumenta que, ao utilizar a influência de seu cargo de governador para que Jair Bolsonaro pudesse deixar o país e se encontrar com Donald Trump, Tarcísio de Freitas “evidencia o uso da influência política do cargo de governador para tentar afastar Jair Bolsonaro da aplicação da lei penal”

Por Maiara Marinho* – Brasília/DF

O deputado federal Guilherme Boulos (Psol-SP) acionou a Procuradoria-Geral da República (PGR) contra Tarcísio de Freitas (Republicanos) — governador do Estado de São Paulo. O pedido solicita a instauração de um inquérito penal para apurar suposta tentativa de Tarcísio de auxiliar a saída do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ) do país.

Bolsonaro está proibido de sair do Brasil desde fevereiro de 2023, quando seu passaporte foi apreendido a pedido da PGR, que considerou a possibilidade de fuga do réu como uma tentativa de se livrar de uma possível condenação na Suprema Corte. Bolsonaro é réu por tentativa de golpe de

Apesar disso, Tarcísio teria telefonado para ministros do STF para solicitar a ida de Bolsonaro aos Estados Unidos, com o objetivo de negociar a taxa imposta pelo presidente norte-americano Donald Trump ao Brasil.

Leia Também:  CCJ aprova PEC que permite que Congresso suspenda decisão do STF

Na carta endereçada a Lula, Trump impõe uma tarifa de 50% aos produtos brasileiros, sob a alegação de que Bolsonaro estaria sendo perseguido pelo judiciário. Para Tarcísio, Bolsonaro seria a figura política mais adequada para a negociação, visando à diminuição da taxa aplicada ao país.

A interpretação da petição é que a atitude de Trump demonstra uma intenção de “afastar o ex-presidente e réu Jair Bolsonaro da jurisdição pátria do Supremo Tribunal Federal, impedindo a aplicação da lei penal”. O documento ressalta que, de acordo com o Código Penal, é crime a conduta de “auxiliar a subtrair-se à ação de autoridade pública autor de crime a que é cominada pena de reclusão”.

A petição argumenta que, ao utilizar a influência de seu cargo de governador para que Jair Bolsonaro pudesse deixar o país e se encontrar com Donald Trump, Tarcísio “evidencia o uso da influência política do cargo de governador para tentar afastar Jair Bolsonaro da aplicação da lei penal”. 

__________________________________________________________________________

*Correio Braziliense – Conteúdo

*Foto/Destaque: crédito: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados e Reprodução/Redes sociais

 

Propaganda

Política Nacional

Deputado capixaba é o autor do projeto que cria regras para bicicletas elétricas que exige cadastro e capacete

Publicados

em

Proposta também define idade mínima para condução desses veículos

Brasília (DF)

O Projeto de Lei 4920/25 estabelece normas gerais para a circulação de bicicletas elétricas e motorizadas em todo o país. O texto define idade mínima para condutores, torna obrigatório o uso de capacete e cria um cadastro nacional para esses veículos. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.

O objetivo da medida, de autoria do deputado Dr. Victor Linhalis (Pode-ES), é padronizar as regras de trânsito e aumentar a segurança, diante do crescimento do uso desses equipamentos nas cidades.

O deputado argumenta que o aumento de acidentes com bicicletas elétricas tem gerado graves consequências para a saúde pública, citando o crescimento de traumatismos cranianos.

“O crescimento exponencial do uso de bicicletas elétricas e motorizadas, embora represente um avanço bem-vindo na mobilidade urbana sustentável, trouxe consigo um aumento expressivo no número de acidentes”, afirmou Linhalis. Ele destaca ainda que a exigência do capacete é “medida indispensável para a proteção da vida”.

Idade mínima

Pelo texto, a condução de bicicletas elétricas e motorizadas só será permitida para maiores de 15 anos. O uso de capacete certificado pelo Inmetro, com viseira ou óculos de proteção, será obrigatório tanto para quem pilota quanto para o passageiro.

Leia Também:  CCJ aprova PEC que permite que Congresso suspenda decisão do STF

As bicicletas deverão ter equipamentos obrigatórios, como campainha, iluminação dianteira (branca) e traseira (vermelha) e refletores laterais. O projeto proíbe expressamente o uso de celular ou fones de ouvido durante a condução.

Limites de velocidade

A proposta define limites específicos de velocidade para garantir a segurança de pedestres e ciclistas:

  • 6 km/h em áreas de circulação de pedestres e calçadas (permitido apenas onde não houver ciclovia);
  • 25 km/h em ciclovias e ciclofaixas;
  • 32 km/h em outras vias urbanas (mediante autorização).

Combate à adulteração

O projeto proíbe a modificação da potência ou da velocidade máxima original das bicicletas. Quem for flagrado com veículo adulterado sofrerá multa e apreensão da bicicleta. Oficinas e lojas que realizarem esse serviço poderão ser interditadas e pagar multa em dobro.

Publicidade

O texto cria o Cadastro Nacional de Bicicletas Elétricas (CNBE), que será gratuito e vinculado ao CPF ou CNPJ do proprietário. As bicicletas deverão ter um QR Code para facilitar a fiscalização e a identificação em casos de roubo ou furto.

Empresas de entrega

As empresas de aplicativos de entrega que utilizem esses veículos deverão treinar seus entregadores sobre segurança viária e exigir o cumprimento da lei. O descumprimento pode levar à suspensão das atividades da empresa.

Leia Também:  Lula classifica como 'desastrosa' megaoperação contra o Comando Vermelho

Próximos passos

A proposta, que tramita em caráter conclusivo, será analisada pelas comissões de Indústria, Comércio e Serviços; de Viação e Transportes; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

—————————————————————————————

  • Fonte: Agência Câmara de Notícias
  • Foto Destaque: Crédito – Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados

 

Continue lendo

GERAL

POLÍTICA & GOVERNO

CIDADES

TURISMO

MAIS LIDAS DA SEMANA