Coluna / Opinião
Rumos da Política / edição de março
OPINIÃO

Por Paulo Roberto Borges
Governo afundado em corrupção blinda aliados transgressores
É impressionante como o governo do presidente Lula (PT) age sem qualquer pudor para defender o que, ao que tudo indica, é indefensável. Seus aliados na Câmara dos Deputados e no Senado não assinam a instalação de comissões destinadas a investigar escândalos e denúncias de corrupção, mas acabam tomando de assalto esses colegiados, fazendo todo tipo de manobra para proteger amigos e integrantes do próprio grupo envolvidos nessas acusações.
No discurso, afirmam querer apurar tudo. Na prática, ocorre exatamente o contrário. Constroem narrativas com a finalidade de desqualificar aqueles que defendem investigações amplas e rigorosas, enquanto blindam seus “aliados”. Trata-se de uma desfaçatez que simboliza um certo cinismo político. Um exemplo disso, segundo críticos do governo, seria o líder Paulo Pimenta.
Dificuldade
O prefeito de São Mateus, Marcus Batista (Podemos), não conseguiu acertar na nomeação de um titular para a Secretaria de Cultura. Por enquanto, a pasta segue sob comando de interinos. Vale ressaltar que nomes com qualificação para assumir o cargo teriam recusado o convite.
Não prometeu, mas realizou
Durante discursos na inauguração da ampliação da Unidade Básica de Saúde de Jardim Camburi, foi lembrado que, nos oito anos da gestão do ex-prefeito Luciano Rezende, houve promessa de ampliação da unidade, inclusive com a alegação de que os recursos do Banco Interamericano de Desenvolvimento já estariam disponíveis nos cofres da Prefeitura de Vitória.
Fato é que o atual prefeito, Lorenzo Pazolini (Republicanos), nada prometeu, mas realizou a obra, inaugurada nesta terça-feira (24). Também foi feita a cobertura da quadra ao lado.
Governo em prol de São Mateus
O governador Renato Casagrande tem sido um importante parceiro do município de São Mateus. Os benefícios direcionados à cidade são numerosos e de grande relevância para a população. Aliás, é fato que o governo estadual tem atuado de forma presente em todos os municípios do Espírito Santo.
Nesta terça-feira (24), diversas lideranças participaram de um encontro no Palácio Anchieta para a cerimônia de abertura da licitação da macrodrenagem do balneário de Guriri — mais uma etapa de um projeto já em andamento.
O governador Casagrande (PSB) e seu vice, Ricardo Ferraço (MDB), estão comprometidos com essas ações. Ferraço, inclusive, garantiu a continuidade das obras, considerando o eventual afastamento do titular para disputar uma vaga no Senado.
Durante a reunião, o diretor-presidente do DER-ES, Eustáquio de Freitas, apresentou a nova fase da macrodrenagem norte de Guriri. Sua atuação tem sido fundamental nessa antiga demanda dos moradores.
Em busca de um palanque
O presidente Lula (PT), é um político experiente e conhece bem o cenário que se apresenta para sua legenda e aliados. Na montagem do tabuleiro político-eleitoral, sabe que não tem palanque para defender sua pré-candidatura de reeleição. Em São Paulo convenceu Haddad e Simone Tebet a deixarem o governo para disputarem as eleições. O objetivo é ter um palanque paulista. Em Minas ainda não convenceu o Rodrigo Pacheco e isso o preocupa diante da potência eleitoral mineira. Lula está tendo dificuldades em montar esse cenário. Mas, não tem piedade em levar seus aliados ao cadafalso…
Resumão
Mais um – O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), já se declarou pré-candidato à Presidência da República. Soma-se a Romeu Zema (MG), Ronaldo Caiado (GO), além do senador Flávio Bolsonaro e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ratinho Júnior, por sua vez, teria recuado.
Nascente – Pode parecer prematuro, mas em Santa Leopoldina já surgem sinais de uma possível candidatura de oposição ao atual prefeito.
União – O bairro Jardim Camburi, o mais populoso de Vitória e possivelmente do Estado, conta com dois representantes que demonstram, na prática, forte atuação em benefício da comunidade. A união com os moradores tem gerado resultados positivos, sem prejuízo da atuação em outras regiões da capital. Maurício Leite (PDR) e Bruno Malias (PSB) se destacam nesse cenário.
Recado – O presidente da Câmara de Vitória, Anderson Goggi (Republicanos), enviou um recado ao colega Dácio Bracarense (PL), destacando a necessidade de união para a disputa eleitoral: “Sozinhos vocês não ganham nada”.
Foi lá – O prefeito de Santa Leopoldina, Fernando Rocha (PDT), esteve na Câmara Municipal prestando contas dos primeiros meses de mandato, durante sessão realizada na última segunda-feira (23). Rocha tem conduzido uma gestão transparente e consciente de suas responsabilidades.
Críticas – O fechamento dos supermercados aos domingos não agradou nem mesmo aos funcionários, que se consideram prejudicados. O que parecia positivo começa a gerar insatisfação.
Diárias – A Mesa Diretora da Câmara Municipal de Santa Leopoldina propôs aumento nas diárias de parlamentares e servidores em deslocamentos oficiais. Apesar de reajustes que chegam a até 140%, os valores não parecem excessivos diante dos parâmetros apresentados.
Pré-candidatura – O município de Pedro Canário terá um pré-candidato a uma cadeira à Assembleia Legislativa que – quando prefeito – foi o mais avaliado do Estado. Trata-se do ex-prefeito por dois mandatos Bruno Araújo, hoje filiado ao PDT. É uma das lideranças em ascensão na região pelo trabalho que fez à frente da Prefeitura de Pedro Canário, com mais de 80% de aprovação ao deixar o governo municipal.
Desfalque e presenças – Na reunião das lideranças e convidados com o governador Casagrande relacionada a macrodrenagem de Guriri, esteve sem a presença do presidente da Câmara de São Mateus, Wanderlei Segantini (MDB). Da Câmara apenas três representantes, mas os pré-candidatos às próximas eleições lá estavam. Os ex-prefeitos Lauriano e Amadeu compareceram até fizeram discurso elogiando o governo, o governador e seu vice. O ex-deputado federal, Jorge Silva também seguiu na mesma direção.
Mudança – O comando geral da Polícia Militar do Espírito Santo tem novo comandante. O coronel Ríodo Rubim assume o comando da força. O ex-comandante, coronel Douglas Claus.
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Pode Isso, Arnaldo?!

Não. Não pode.
Um governo que gasta mais do que arrecada, mesmo aumentando impostos continuar aumentando o rombo nas contas públicas. Aliás, um rombo monumental! Não há nenhuma ação consistente para reverter esse quadro desastroso. O que parece claro é que este governo não tem um projeto de país, somente de poder. A irresponsabilidade é latente.
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Para Reflexão
“A corrupção é fruto das escolhas equivocadas dos eleitores, que elegem seus representantes sem critérios, levando em conta a ética, a moral e a vida pregressa”.
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PS: Devido a uma tendinite no punho do jornalista, só teremos uma edição da coluna neste mês de março.
OPINIÃO
Produtividade travada: fatores históricos que explicam o atraso do Brasil
A baixa produtividade do trabalhador brasileiro tem origem no modelo extrativista da economia que vem do colonialismo e, em muitos aspectos, permanece em vigor, mesmo tendo à frente governos liberais ou progressistas
Por Arthur Gebara Júnior*
A produtividade do trabalhador brasileiro é considerada baixa quando comparada à de países desenvolvidos e de algumas nações em desenvolvimento. O Brasil ocupa a 94ª posição no ranking global de produtividade da Organização Internacional do Trabalho (OIT), ficando atrás até mesmo de vizinhos latino-americanos com graves dificuldades estruturais.
Na América Latina, por exemplo, o Brasil perde para o Uruguai, o Chile, a Argentina e Cuba – país que lida há décadas com um embargo econômico e fortes limitações sob um governo centralizado. No ranking global de produtividade por hora trabalhada, que avalia 184 países, o Brasil registra uma geração média de riqueza de US$ 21,2 por hora. No contexto regional, o Uruguai lidera com US$ 38, seguido por Chile (US$ 34,4), Argentina (US$ 33,8) e Cuba (US$ 22,6).
O indicador é calculado pela OIT ao dividir o Produto Interno Bruto (PIB) em dólares pelo total de horas trabalhadas da população ativa. Os líderes mundiais em produtividade são a Irlanda (US$ 164,7), Luxemburgo (US$ 159), Noruega (US$ 125,6) e Cingapura (US$ 100,4). Em relação aos Estados Unidos, onde o trabalhador gera US$ 81 por hora, o rendimento brasileiro representa apenas cerca de 26% da riqueza produzida por um americano.
A pesquisa da OIT (com dados do primeiro trimestre de 2026) também aborda a jornada semanal. O brasileiro trabalha, em média, 38,9 horas por semana, índice inferior ao de 97 países, incluindo nações como a China (46,1 horas), Índia (45,7 horas) e o México (42,2 horas). A possível aprovação da jornada 6×1, em andamento no Congresso Nacional, por exemplo, deve aumentar o custo para o empregador e para o consumidor, sem alterar a produtividade.
Mas, afinal, o que trava a produtividade? Por que o país permanece estagnado nesse patamar há décadas? Trata-se de uma questão complexa, na qual fatores históricos e estruturais exercem um papel decisivo.
Para ajudar a entender a baixa performance do trabalhador brasileiro, é possível recorrer ao chamado “mito da preguiça tropical”: ideias racistas e deterministas do século XIX, herdadas do período colonial, tentavam culpar o clima ou a etnia pelo atraso econômico. No entanto, a história econômica desmente esses mitos ao demonstrar a alta intensidade de esforço físico imposta aos trabalhadores sob regimes de exploração e escravidão.
Instituições determinantes
Daron Acemoglu é professor de economia do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e James A. Robinson, professor de ciência política da Universidade de Chicago. Os dois receberam o Prêmio Nobel de Economia pelo conjunto de suas pesquisas acadêmicas fundamentais sobre como as instituições sociais e políticas afetam a prosperidade dos países, que servem de base para a tese apresentada na obra “Por que as Nações Fracassam”. Este livro destaca como as justificativas geográficas e culturais para decretar a riqueza ou a pobreza de um país não convencem. Os dois especialistas afirmam que o desenho de suas instituições é determinante.
Para uma análise mais precisa, eles classificaram os países em duas categorias. Os de economias inclusivas, que promovem a prosperidade ao garantir direitos de propriedade, incentivar a inovação e distribuir o poder político, com um resultado histórico que gera crescimento sustentável de longo prazo. Direitos amplos, garantia da propriedade privada com segurança jurídica e regulação clara também contribuem para a construção de um ambiente favorável aos investimentos, o que não tem ligação com fatores geográficos e culturais. A educação, a qualificação e o preparo do trabalhador afetam diretamente a sua produtividade.
Já as nações enquadradas como extrativistas concentram a riqueza nas mãos de poucas elites e barram o desenvolvimento. Embora a questão das instituições seja parte das regras do jogo, ela é também determinante para o desenvolvimento de um país. O modelo que os economistas classificam como extrativista não estimula o trabalhador, o que afeta de maneira decisiva a sua produtividade. Ele não tem incentivo para se educar ou investir na sua qualificação técnica, o que o impede de enxergar oportunidades, se preocupar em inovar ou empreender. Além disso, não existe a perspectiva e a garantia de que será recompensado e se apropriará dos resultados do seu esforço, já que o investimento produtivo é muito baixo, com falta de capital físico, o que compromete a produtividade.
O livro compara o sucesso de países como os Estados Unidos com a economia de nações da América Latina, África e Ásia, explicando como essas características institucionais e políticas são cruciais para o êxito ou o fracasso. No caso da América Latina, o modelo colonial de dominação e exploração gerou instituições extrativistas que concentram renda e travam a produtividade moderna.

E o Brasil?
O país ainda sofre com as sequelas desse modelo. O latifúndio colonial limitou o acesso à propriedade para a maioria da população, enquanto a escravidão prolongada atrasou a criação de um mercado consumidor livre e qualificado.
Marcel Solimeo, economista-chefe do Instituto de Economia Gastão Vidigal da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), alerta que a educação e, especialmente, a qualificação dos trabalhadores ainda não são efetivas. “Existem cursos de qualificação profissional em várias entidades empresariais, escolas e institutos de formação técnica, mas o problema vem da educação básica, ainda muito deficiente e que continua produzindo um grande número de analfabetos funcionais”, diz.
O economista afirma ainda que “a falta de cultura geral e o pouco interesse de alguns setores do empresariado pela educação e pelo investimento na qualificação do trabalhador agravam o problema.”
Determinismo histórico
Historicamente, a estrutura econômica brasileira priorizou a extração de recursos de baixo valor agregado para exportação. Esses fatores afetam diretamente a produtividade do trabalhador, que recebe menos e tem menor acesso à infraestrutura e à tecnologia de ponta.
Países dominados por dinâmicas extrativistas entram em ciclos de estagnação, pobreza e disputas pelo controle do Estado. Nesse contexto, fica claro que atribuir a baixa produtividade à cultura do povo desvia o foco dos problemas reais e das falhas dos sistemas econômicos, ignorando as profundas diferenças entre modelos inclusivos e exploradores.
Para Ulisses Ruiz de Gamboa, economista do Instituto de Economia Gastão Vidigal da ACSP e professor de História Econômica do Insper, trata-se de um problema crônico: “Ao longo de toda a sua história, o Brasil sofreu com essas instituições extrativistas que, infelizmente, se mantêm vivas, independentemente da linha ideológica dos sucessivos governos. Nem a ascensão de governos declaradamente progressistas foi capaz de promover mudanças“.
O professor acrescenta que, além do problema da baixa qualificação do trabalhador, o Estado muitas vezes protege interesses corporativos específicos em vez de garantir a livre concorrência, criando um ambiente de negócios que penaliza o empreendedorismo em massa, dificulta ganhos de eficiência e desincentiva os ganhos de produtividade do trabalhador.”
O mapa da baixa produtividade
A colonização estabeleceu bases estruturais que moldaram o destino econômico e social de continentes inteiros. A África teve fronteiras desenhadas arbitrariamente pelas potências europeias na Conferência de Berlim, o que fragmentou etnias, alimentou conflitos civis duradouros e estruturou economias baseadas na exportação de commodities primitivas.
A Ásia sofreu com a exploração comercial agressiva e a imposição de tratados desiguais, sendo que a desestruturação de impérios locais abriu caminho para instabilidades políticas prolongadas no século XX.
Na América Latina, o foco na extração de recursos e na monocultura para exportação deixou um legado de extrema desigualdade social, concentração de terras e dependência externa.
A Divergência Coreana
Em “Por que as Nações Fracassam”, os autores mostram o contraste entre as duas Coreias: a do Norte (comunista) e a do Sul (capitalista). O capítulo ilustra como as instituições e os modelos econômicos superam o determinismo geográfico.
A Coreia do Sul adotou o capitalismo de Estado, investiu massivamente em educação de base e promoveu indústrias voltadas à exportação – os chamados chaebols (conglomerados empresariais familiares) -, transformando-se em uma potência tecnológica global.
Por outro lado, a Coreia do Norte seguiu o modelo de economia planejada e fechada do sistema comunista (Juche), priorizando o setor militar e sofrendo com o isolamento internacional, a estagnação econômica e as crises de abastecimento.
A retomada de Singapura e da China
A ascensão do Sudeste Asiático e da China redefiniu o equilíbrio de poder econômico mundial por meio do pragmatismo estratégico. Singapura transformou-se de uma ilha portuária vulnerável e sem recursos naturais em um centro financeiro global, com um sucesso baseado em forte controle estatal, combate rigoroso à corrupção, abertura ao capital estrangeiro e foco absoluto em logística e educação.
A China recuperou-se de um século de submissão colonial, conflitos e graves convulsões internas. Sob o governo comunista a partir de 1949, passou por grandes dificuldades econômicas decorrentes das tentativas de Mao Tsetung – como o plano “O Grande Salto Adiante”. Foi com as reformas de abertura econômica iniciadas em 1978 que conseguiu combinar o controle político do Partido Comunista com zonas econômicas especiais de livre mercado, tornando-se uma potência militar e industrial e a segunda maior economia do mundo.
Defasagem
No Brasil, a imensa defasagem no ensino básico e técnico, que reduz a capacidade de inovação e a eficiência nas funções, representa um grande desafio. A infraestrutura insuficiente e pouco eficiente, associada ao chamado “Custo Brasil”, constitui outro fator determinante: logísticas precárias e transportes deficientes geram perdas diárias de tempo e recursos. A baixa incorporação de equipamentos modernos nas empresas também deprime o rendimento por hora trabalhada, ao passo que falhas na gestão de processos produtivos e a baixa valorização do capital humano prejudicam o desempenho geral.
Reformas
As reformas estruturais voltadas à produtividade no Brasil estão no radar dos especialistas. É cada vez mais urgente iniciar mudanças profundas capazes de retirar o país da armadilha da baixa produtividade e conduzi-lo a um modelo econômico inclusivo, o que exige a remoção de privilégios corporativistas e a valorização do potencial da força de trabalho. A produtividade do trabalhador brasileiro segue estagnada desde 1950, acumulando avanço de apenas 0,4% em 2025 e desaceleração contínua em 2026. Esse cenário reflete o peso do ecossistema estrutural e da burocracia, distanciando o país da média global de produtividade no trabalho.
Radiografia da Estagnação Produtiva
A eficiência do trabalho no Brasil patina em meio a desajustes setoriais e à reversão de ganhos pontuais do passado. Dados do Observatório da Produtividade Regis Bonelli, gerido pelo FGV-IBRE, mostram que o salto temporário de produtividade registrado em 2020, devido à pandemia, foi totalmente revertido, retornando à trajetória de queda iniciada em 2017.
Após alta de 2,3% em 2023, impulsionada pela agropecuária, o indicador avançou apenas 0,1% em 2024 e fechou 2025 com alta modesta de 0,4%. O setor de serviços, que concentra a maior parte da mão de obra, mantém ganhos de produtividade próximos a zero, na casa de 0,2% ao ano.
Para a Virada Estrutural
A reversão desse quadro depende de reformas profundas, divididas em quatro frentes prioritárias:
– Consolidação e Simplificação Tributária: Fim do Custo Brasil, redução da burocracia fiscal e estímulo direto ao investimento produtivo em inovação, superando o planejamento tributário defensivo.
– Reforma Educacional e Técnica: Alinhamento curricular voltado para ciências, engenharia e ensino técnico, além de requalificação contínua de adultos frente à automação.
– Modernização Administrativa: Corte de privilégios e supersalários no funcionalismo, atrelando a máquina pública à meritocracia e à entrega de serviços eficientes.
– Abertura Comercial e Infraestrutura: Redução de barreiras tarifárias para elevar a competitividade externa e ampliação de concessões em portos, ferrovias e saneamento por meio de segurança jurídica.
Em um momento em que as atenções se voltam para as eleições de outubro, existe a expectativa de que surja um projeto inovador para a próxima gestão. Nesse sentido, refletir sobre a baixa produtividade do trabalhador brasileiro é fundamental para confrontar os resquícios de um passado extrativista que continua a limitar o desenvolvimento nacional.
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- Artigo publicado no Diário do Comércio – Conteúdo
- Foto destaque: Reprodução / Redes Sociais
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