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Bloco de Notas

Coluna Bloco de Notas – Fevereiro

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OPINIÃO

                                                                                              Por Paulo Borges

Praça Chinfrim

Os moradores do bairro de Jardim Camburi estavam na maior expectativa, aguardando a conclusão das obras da Praça Sagrada Família. Afinal, foram mais de R$ 2 milhões despejados na reforma daquele logradouro público

Quando tudo ficou pronto e liberada para os moradores frequentarem, foi um susto, uma decepção. Uma praça que lembra um deserto, sem areia, sem nenhum atrativo.

Os “Home” assumiram

O que a população espera dos seus representantes, que estão assumindo seus mandatos, é que assumam e não sumam. Que não voltem apenas daqui a quatro anos para pedir novamente uma oportunidade para não fazerem nada.

Também que os deputados estaduais, federais e senadores não sejam office boy do Executivo. Uma espécie de vereador de luxo.

Valor as coisas capixabas

Chega a ser algo inexplicável o pouco reconhecimento e valorização das coisas, pessoas e talentos do nosso Estado, pelo seu próprio povo. Aqui, no Espírito Santo, tem o que há de melhor no Brasil. Basta procurar, viajar pelo interior, garimpar e logo vamos constatar grandes e importantes descobertas. Seja na música, no artesanato, na literatura, no esporte e por aí vai. O que temos facilidade de encontrar, isso é uma praga nacional, são políticos não comprometidos com a população, apenas com seus interesses pessoais ou inconfessáveis. Mas, temos alguns bons representantes políticos, sem dúvida. Procurando uma agulha no palheiro, a gente também acha.

Engarrafamento

Faltam dois anos para às eleições municipais. Em todos os municípios começam a parecer nomes com a intenção de participarem do processo eleitoral.

Em Vitória não é diferente e em Jardim Camburi – o bairro que dizem ter o maior colégio eleitoral da capital – muito menos. São vários nomes que começam a ser pronunciado pela boca do eleitor antenado na política local. Isso sem contar as águias de fora, que vêm bicar voto no bairro.

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Parece mentira, mas dia desses um cidadão pegou um táxi e ao ser perguntado para onde queria ser levado, disse ao motorista:

– Me deixa no primeiro candidato que encontrar.

O táxi andou poucos metros, pois deu de cara logo com uns dois. Tem muitos querendo uma cadeira na Câmara Municipal.

No bairro nomes mais ouvidos são: Maurício Leite, Evandro Figueiredo, Bruno Malias, Juninho Barbariolli, Enock, Rogério Antunes dentre outros. E ainda tem as mulheres que certamente vão disputar o pleito.

Tem muito cacique para pouco índio…

Tomou Doril

Muito se falou na mudança do trânsito em Jardim Camburi. Havia até projeto e uma empresa que iria bancar essas mudanças. Faz tempo não se fala mais nisso.

A ampliação da Unidade Básica de Saúde é outra questão que desapareceu das prioridades da municipalidade. Antes se falava que havia projeto, recursos e até vontade de se fazer. Até agora só ficou na vontade.

Solidariedade – Acacci

Você sabe que é possível colaborar com a Acacci por meio do programa Nota Premiada Capixaba?  

Para participar, é muito simples, basta acessar o site www.notapremiadacapixaba.es.gov.br, preencher seus dados e escolher a Acacci. Após isso, é só pedir CPF na nota de suas compras! Você já estará concorrendo aos prêmios e contribuindo com as famílias assistidas que lutam contra o câncer.

É fake News?

O Lula, na Argentina, disse que a ex-presidente Dilma foi vítima de um golpe de estado. O problema é que Rodrigo Pacheco, Simone Tebet e os STF nesse caso, foram favoráveis a cassação do seu mandato. O pronunciamento do Lula não teria sido um ataque as instituições?

Se fosse Bolsonaro…

Deus está vendo

Atitude corajosa, de cidadão e de católico fervoroso foi a do renomado historiador Eliezer Nardoto. Ele contestou uma narrativa posta na homilia do padre Moacir, da Diocese de São Mateus, que é admirador do Lula e da esquerda, mas detesta o Bolsonaro e os conservadores. Lula defende o aborto, Bolsonaro a vida e os valores de família. Alguma coisa está fora de ordem. Como não poderia deixar de ser, o historiador sofreu ataques com colocações mentirosas dos matizes da esquerda.

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Marola limpa

O atuante deputado estadual, Fabrício Gandini (Cidadania), apresentou projeto de lei que obriga as prefeituras realizarem, semanalmente, análise de balneabilidade das praias. Deverão ser classificadas a qualidade das águas como próprias, impróprias ou interditadas.

Os municípios deverão afixar placas contendo as informações de balneabilidade nas praias aferidas, devendo constar, obrigatoriamente, a data da última análise realizada.

 

 

Deputado Estadual Fabrício Gandini

 

 

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EM RESUMO

  • Em São Mateus, o renomado historiador Eliezer Nardoto, ao ouvir o padre Moacir falar em sua homilia sobre os índios Ianomâmi, levantou-se e enquadro o religioso dizendo que ele estava sendo militante e fazendo uma narrativa que estaria longe da verdade. O padre é visto como simpatizante do PT e da esquerda.

Volta as aulas é sempre um momento importante para crianças, jovens e, por que não, adultos.

• A pracinha em frente ao Tobayo, em Jardim Camburi, precisa da atenção da Prefeitura de Vitória. O aspecto é de abandono.

  • O carnaval em Santa Leopoldina é uma opção para quem deseja curtir uma folia com a família e aproveitar para conhecer as suas belezas naturais e aproveitar momentos de lazer em suas belas cachoeiras.
  • Uma Assembleia Legislativa “semi-reformada”, acende uma esperança do capixaba se sentir melhor representado.
  • O Brasil virou uma bagunça institucionalizada. A população tem dificuldade em acreditar nos seus representantes que, muitas vezes, nada representam.
  • . Pelo que temos lidos nos noticiários, o Governo Federal parece andar de costas para o futuro.

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OPINIÃO

Produtividade travada: fatores históricos que explicam o atraso do Brasil

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A baixa produtividade do trabalhador brasileiro tem origem no modelo extrativista da economia que vem do colonialismo e, em muitos aspectos, permanece em vigor, mesmo tendo à frente governos liberais ou progressistas

Por Arthur Gebara Júnior*

A produtividade do trabalhador brasileiro é considerada baixa quando comparada à de países desenvolvidos e de algumas nações em desenvolvimento. O Brasil ocupa a 94ª posição no ranking global de produtividade da Organização Internacional do Trabalho (OIT), ficando atrás até mesmo de vizinhos latino-americanos com graves dificuldades estruturais.

Na América Latina, por exemplo, o Brasil perde para o Uruguai, o Chile, a Argentina e Cuba – país que lida há décadas com um embargo econômico e fortes limitações sob um governo centralizado. No ranking global de produtividade por hora trabalhada, que avalia 184 países, o Brasil registra uma geração média de riqueza de US$ 21,2 por hora. No contexto regional, o Uruguai lidera com US$ 38, seguido por Chile (US$ 34,4), Argentina (US$ 33,8) e Cuba (US$ 22,6).

O indicador é calculado pela OIT ao dividir o Produto Interno Bruto (PIB) em dólares pelo total de horas trabalhadas da população ativa. Os líderes mundiais em produtividade são a Irlanda (US$ 164,7), Luxemburgo (US$ 159), Noruega (US$ 125,6) e Cingapura (US$ 100,4). Em relação aos Estados Unidos, onde o trabalhador gera US$ 81 por hora, o rendimento brasileiro representa apenas cerca de 26% da riqueza produzida por um americano.

A pesquisa da OIT (com dados do primeiro trimestre de 2026) também aborda a jornada semanal. O brasileiro trabalha, em média, 38,9 horas por semana, índice inferior ao de 97 países, incluindo nações como a China (46,1 horas), Índia (45,7 horas) e o México (42,2 horas). A possível aprovação da jornada 6×1, em andamento no Congresso Nacional, por exemplo, deve aumentar o custo para o empregador e para o consumidor, sem alterar a produtividade.

Mas, afinal, o que trava a produtividade? Por que o país permanece estagnado nesse patamar há décadas? Trata-se de uma questão complexa, na qual fatores históricos e estruturais exercem um papel decisivo.

Para ajudar a entender a baixa performance do trabalhador brasileiro, é possível recorrer ao chamado “mito da preguiça tropical”: ideias racistas e deterministas do século XIX, herdadas do período colonial, tentavam culpar o clima ou a etnia pelo atraso econômico. No entanto, a história econômica desmente esses mitos ao demonstrar a alta intensidade de esforço físico imposta aos trabalhadores sob regimes de exploração e escravidão.

Instituições determinantes

Daron Acemoglu é professor de economia do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e James A. Robinson, professor de ciência política da Universidade de Chicago. Os dois receberam o Prêmio Nobel de Economia pelo conjunto de suas pesquisas acadêmicas fundamentais sobre como as instituições sociais e políticas afetam a prosperidade dos países, que servem de base para a tese apresentada na obra “Por que as Nações Fracassam”. Este livro destaca como as justificativas geográficas e culturais para decretar a riqueza ou a pobreza de um país não convencem. Os dois especialistas afirmam que o desenho de suas instituições é determinante.

Para uma análise mais precisa, eles classificaram os países em duas categorias. Os de economias inclusivas, que promovem a prosperidade ao garantir direitos de propriedade, incentivar a inovação e distribuir o poder político, com um resultado histórico que gera crescimento sustentável de longo prazo. Direitos amplos, garantia da propriedade privada com segurança jurídica e regulação clara também contribuem para a construção de um ambiente favorável aos investimentos, o que não tem ligação com fatores geográficos e culturais. A educação, a qualificação e o preparo do trabalhador afetam diretamente a sua produtividade.

Já as nações enquadradas como extrativistas concentram a riqueza nas mãos de poucas elites e barram o desenvolvimento. Embora a questão das instituições seja parte das regras do jogo, ela é também determinante para o desenvolvimento de um país. O modelo que os economistas classificam como extrativista não estimula o trabalhador, o que afeta de maneira decisiva a sua produtividade. Ele não tem incentivo para se educar ou investir na sua qualificação técnica, o que o impede de enxergar oportunidades, se preocupar em inovar ou empreender. Além disso, não existe a perspectiva e a garantia de que será recompensado e se apropriará dos resultados do seu esforço, já que o investimento produtivo é muito baixo, com falta de capital físico, o que compromete a produtividade.

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O livro compara o sucesso de países como os Estados Unidos com a economia de nações da América Latina, África e Ásia, explicando como essas características institucionais e políticas são cruciais para o êxito ou o fracasso. No caso da América Latina, o modelo colonial de dominação e exploração gerou instituições extrativistas que concentram renda e travam a produtividade moderna.

Produtividade travada: fatores históricos que explicam o atraso do Brasil

E o Brasil?

O país ainda sofre com as sequelas desse modelo. O latifúndio colonial limitou o acesso à propriedade para a maioria da população, enquanto a escravidão prolongada atrasou a criação de um mercado consumidor livre e qualificado.

Marcel Solimeo, economista-chefe do Instituto de Economia Gastão Vidigal da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), alerta que a educação e, especialmente, a qualificação dos trabalhadores ainda não são efetivas. “Existem cursos de qualificação profissional em várias entidades empresariais, escolas e institutos de formação técnica, mas o problema vem da educação básica, ainda muito deficiente e que continua produzindo um grande número de analfabetos funcionais”, diz.

O economista afirma ainda que “a falta de cultura geral e o pouco interesse de alguns setores do empresariado pela educação e pelo investimento na qualificação do trabalhador agravam o problema.”

Determinismo histórico

Historicamente, a estrutura econômica brasileira priorizou a extração de recursos de baixo valor agregado para exportação. Esses fatores afetam diretamente a produtividade do trabalhador, que recebe menos e tem menor acesso à infraestrutura e à tecnologia de ponta.

Países dominados por dinâmicas extrativistas entram em ciclos de estagnação, pobreza e disputas pelo controle do Estado. Nesse contexto, fica claro que atribuir a baixa produtividade à cultura do povo desvia o foco dos problemas reais e das falhas dos sistemas econômicos, ignorando as profundas diferenças entre modelos inclusivos e exploradores.

Para Ulisses Ruiz de Gamboa, economista do Instituto de Economia Gastão Vidigal da ACSP e professor de História Econômica do Insper, trata-se de um problema crônico: “Ao longo de toda a sua história, o Brasil sofreu com essas instituições extrativistas que, infelizmente, se mantêm vivas, independentemente da linha ideológica dos sucessivos governos. Nem a ascensão de governos declaradamente progressistas foi capaz de promover mudanças“.

O professor acrescenta que, além do problema da baixa qualificação do trabalhador, o Estado muitas vezes protege interesses corporativos específicos em vez de garantir a livre concorrência, criando um ambiente de negócios que penaliza o empreendedorismo em massa, dificulta ganhos de eficiência e desincentiva os ganhos de produtividade do trabalhador.”

O mapa da baixa produtividade

A colonização estabeleceu bases estruturais que moldaram o destino econômico e social de continentes inteiros. A África teve fronteiras desenhadas arbitrariamente pelas potências europeias na Conferência de Berlim, o que fragmentou etnias, alimentou conflitos civis duradouros e estruturou economias baseadas na exportação de commodities primitivas.

A Ásia sofreu com a exploração comercial agressiva e a imposição de tratados desiguais, sendo que a desestruturação de impérios locais abriu caminho para instabilidades políticas prolongadas no século XX.

Na América Latina, o foco na extração de recursos e na monocultura para exportação deixou um legado de extrema desigualdade social, concentração de terras e dependência externa.

A Divergência Coreana

Em “Por que as Nações Fracassam”, os autores mostram o contraste entre as duas Coreias: a do Norte (comunista) e a do Sul (capitalista). O capítulo ilustra como as instituições e os modelos econômicos superam o determinismo geográfico.

A Coreia do Sul adotou o capitalismo de Estado, investiu massivamente em educação de base e promoveu indústrias voltadas à exportação – os chamados chaebols (conglomerados empresariais familiares) -, transformando-se em uma potência tecnológica global.

Por outro lado, a Coreia do Norte seguiu o modelo de economia planejada e fechada do sistema comunista (Juche), priorizando o setor militar e sofrendo com o isolamento internacional, a estagnação econômica e as crises de abastecimento.

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A retomada de Singapura e da China

A ascensão do Sudeste Asiático e da China redefiniu o equilíbrio de poder econômico mundial por meio do pragmatismo estratégico. Singapura transformou-se de uma ilha portuária vulnerável e sem recursos naturais em um centro financeiro global, com um sucesso baseado em forte controle estatal, combate rigoroso à corrupção, abertura ao capital estrangeiro e foco absoluto em logística e educação.

A China recuperou-se de um século de submissão colonial, conflitos e graves convulsões internas. Sob o governo comunista a partir de 1949, passou por grandes dificuldades econômicas decorrentes das tentativas de Mao Tsetung – como o plano “O Grande Salto Adiante”. Foi com as reformas de abertura econômica iniciadas em 1978 que conseguiu combinar o controle político do Partido Comunista com zonas econômicas especiais de livre mercado, tornando-se uma potência militar e industrial e a segunda maior economia do mundo.

Defasagem

No Brasil, a imensa defasagem no ensino básico e técnico, que reduz a capacidade de inovação e a eficiência nas funções, representa um grande desafio. A infraestrutura insuficiente e pouco eficiente, associada ao chamado “Custo Brasil”, constitui outro fator determinante: logísticas precárias e transportes deficientes geram perdas diárias de tempo e recursos. A baixa incorporação de equipamentos modernos nas empresas também deprime o rendimento por hora trabalhada, ao passo que falhas na gestão de processos produtivos e a baixa valorização do capital humano prejudicam o desempenho geral.

Reformas

As reformas estruturais voltadas à produtividade no Brasil estão no radar dos especialistas. É cada vez mais urgente iniciar mudanças profundas capazes de retirar o país da armadilha da baixa produtividade e conduzi-lo a um modelo econômico inclusivo, o que exige a remoção de privilégios corporativistas e a valorização do potencial da força de trabalho. A produtividade do trabalhador brasileiro segue estagnada desde 1950, acumulando avanço de apenas 0,4% em 2025 e desaceleração contínua em 2026. Esse cenário reflete o peso do ecossistema estrutural e da burocracia, distanciando o país da média global de produtividade no trabalho.

Radiografia da Estagnação Produtiva

A eficiência do trabalho no Brasil patina em meio a desajustes setoriais e à reversão de ganhos pontuais do passado. Dados do Observatório da Produtividade Regis Bonelli, gerido pelo FGV-IBRE, mostram que o salto temporário de produtividade registrado em 2020, devido à pandemia, foi totalmente revertido, retornando à trajetória de queda iniciada em 2017.

Após alta de 2,3% em 2023, impulsionada pela agropecuária, o indicador avançou apenas 0,1% em 2024 e fechou 2025 com alta modesta de 0,4%. O setor de serviços, que concentra a maior parte da mão de obra, mantém ganhos de produtividade próximos a zero, na casa de 0,2% ao ano.

Para a Virada Estrutural

A reversão desse quadro depende de reformas profundas, divididas em quatro frentes prioritárias:

– Consolidação e Simplificação Tributária: Fim do Custo Brasil, redução da burocracia fiscal e estímulo direto ao investimento produtivo em inovação, superando o planejamento tributário defensivo.

– Reforma Educacional e Técnica: Alinhamento curricular voltado para ciências, engenharia e ensino técnico, além de requalificação contínua de adultos frente à automação.

– Modernização Administrativa: Corte de privilégios e supersalários no funcionalismo, atrelando a máquina pública à meritocracia e à entrega de serviços eficientes.

– Abertura Comercial e Infraestrutura: Redução de barreiras tarifárias para elevar a competitividade externa e ampliação de concessões em portos, ferrovias e saneamento por meio de segurança jurídica.

Em um momento em que as atenções se voltam para as eleições de outubro, existe a expectativa de que surja um projeto inovador para a próxima gestão. Nesse sentido, refletir sobre a baixa produtividade do trabalhador brasileiro é fundamental para confrontar os resquícios de um passado extrativista que continua a limitar o desenvolvimento nacional.

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  • Artigo publicado no Diário do Comércio – Conteúdo
  • Foto destaque: Reprodução / Redes Sociais
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