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Luto na Realeza

O “Príncipe Adormecido” morreu aos 36 anos após 18 em coma

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INTERNACIONAL

Arábia Saudita

Al-Waleed bin Khaled bin Talal Al Saud, integrante da família real saudita conhecido como “príncipe adormecido”, faleceu aos 36 anos após viver em coma por mais de 18 anos. A morte foi anunciada neste sábado (19) por seu pai, o príncipe Khaled bin Talal, por meio de uma mensagem emocionada nas redes sociais.

Desde então, permaneceu internado na cidade médica King Abdulaziz, em Riad, recebendo cuidados médicos contínuos. Por decisão da família, os aparelhos que o mantinham vivo nunca foram desligados. O pai, conhecido por sua fé inabalável, resistiu durante todos esses anos às recomendações médicas que sugeriam a suspensão do suporte vital, mantendo a esperança de um milagre.

Al-Waleed era sobrinho de Al-Waleed bin Talal, empresário bilionário e figura de destaque no mundo dos negócios.

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* Informações de agências internacionais

* Foto/Destaque: Reprodução / Redes Sociais

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INTERNACIONAL

Apresentadora egípcia Sarah Khalifa é condenada à morte; entenda o motivo

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Sarah Khalifa nega as acusações e pretende recorrer; autoridades dizem ter apreendido mais de 750 quilos de drogas e matérias-primas

Sarah Khalifaapresentadora egípicia de 39 anos, e outras 11 pessoas foram condenadas a morte por enforcamento por um tribunal do Cairo, no Egito, por envolvimento na fabricação e no tráfico de drogas sintéticas. A decisão foi divulgada neste sábado, 5, pela imprensa estatal egípcia.

Conhecida pelo programa de televisão Missão Impossível, sobre segurança e criminalidade, Khalifa foi condenada por formação de uma organização criminosa especializada na aquisição de materiais usados na fabricação de drogas para posterior comercialização. Ela também foi acusada de posse e porte de armas de fogo e munições sem licença.

Segundo o jornal estatal Al-Ahram, as autoridades apreenderam mais de 750 quilos de drogas e matérias-primas utilizadas na produção de entorpecentes.

Dois apartamentos que funcionariam como laboratórios também foram encontrados, além de armas e munições sem licença.

De acordo com o Akhbar el-Yom, os materiais usados na fabricação das drogas eram importados do exterior.

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A sentença foi emitida após o tribunal consultar o Grande Mufti do Egito, autoridade responsável por emitir pareceres religiosos em casos de pena de morte. A consulta é exigida pela legislação egípcia antes da confirmação de sentenças capitais.

Khalifa nega as acusações e pode recorrer da decisão. Segundo a imprensa local, seu advogado já anunciou que pretende apresentar uma apelação.

Durante um depoimento ao tribunal, em setembro de 2025, a apresentadora afirmou que nunca havia visto drogas antes de ser fotografada com entorpecentes dentro das instalações das autoridades de combate ao narcotráfico.

A acusação teria se baseado em 20 depoimentos de testemunhas e em provas eletrônicas, incluindo conversas gravadas e vídeos.

Além das condenações relacionadas ao tráfico de drogas, Khalifa e outros envolvidos receberam cinco anos de prisão em um processo separado, que trata do sequestro e da agressão de um jovem.

O tribunal absolveu sete dos acusados e condenou outros nove à prisão perpétua, segundo a BBC.

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  • Matéria do Estadão – Conteúdo
  • Foto destaque: Reprodução / Redes Sociais
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