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Conflito no Oriente Médio

Estados Unidos acreditam em resposta limitada de Israel ao Irã

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Telavive – Israel

Segundo a imprensa norte-americana, o governo dos Estados Unidos acredita que a resposta de Israel ao Irã será limitada, podendo inclusive não atingir o território da República Islâmica, mas um dos proxies, os aliados regionais iranianos.

Oficiais dos EUA ouvidos de forma anônima pela rede NBC disseram acreditar que Israel pode eleger como alvos o Hezbollah, no Líbano, ou mesmo milícias pró-Irã localizadas na Síria e no Iraque.

Uma premissa do posicionamento de Israel é que nenhum ator – estatal ou não-estatal – que opte por atacar o país pode ficar impune, e por isso é necessário uma resposta ao Irã – que realizou um ataque sem precedentes ao território israelense, executando inclusive a maior ofensiva com mísseis balísticos e de cruzeiro da história.

Ao mesmo tempo, Israel busca uma alternativa que seja capaz de atender a três de seus interesses internacionais: 1) não ampliar o conflito para uma guerra regional; 2) realizar uma ofensiva aceitável aos Estados Unidos; e 3) manter a aliança de países, inclusive árabes, colocada em prática para ajuda a defesa israelense diante do ataque iraniano.

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O canal público israelense KAN relata que Israel teria avisado aos países árabes aliados que a ação não irá colocá-los em perigo. Isso porque o Irã declarou que qualquer país da região que auxiliasse os israelenses de alguma maneira poderia ser alvo de retaliação por parte de Teerã.

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* Informação jornal Israel de Fato – Conteúdo

* Foto: Reprodução do Gabinete de Guerra / JIF

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Apresentadora egípcia Sarah Khalifa é condenada à morte; entenda o motivo

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Sarah Khalifa nega as acusações e pretende recorrer; autoridades dizem ter apreendido mais de 750 quilos de drogas e matérias-primas

Sarah Khalifaapresentadora egípicia de 39 anos, e outras 11 pessoas foram condenadas a morte por enforcamento por um tribunal do Cairo, no Egito, por envolvimento na fabricação e no tráfico de drogas sintéticas. A decisão foi divulgada neste sábado, 5, pela imprensa estatal egípcia.

Conhecida pelo programa de televisão Missão Impossível, sobre segurança e criminalidade, Khalifa foi condenada por formação de uma organização criminosa especializada na aquisição de materiais usados na fabricação de drogas para posterior comercialização. Ela também foi acusada de posse e porte de armas de fogo e munições sem licença.

Segundo o jornal estatal Al-Ahram, as autoridades apreenderam mais de 750 quilos de drogas e matérias-primas utilizadas na produção de entorpecentes.

Dois apartamentos que funcionariam como laboratórios também foram encontrados, além de armas e munições sem licença.

De acordo com o Akhbar el-Yom, os materiais usados na fabricação das drogas eram importados do exterior.

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A sentença foi emitida após o tribunal consultar o Grande Mufti do Egito, autoridade responsável por emitir pareceres religiosos em casos de pena de morte. A consulta é exigida pela legislação egípcia antes da confirmação de sentenças capitais.

Khalifa nega as acusações e pode recorrer da decisão. Segundo a imprensa local, seu advogado já anunciou que pretende apresentar uma apelação.

Durante um depoimento ao tribunal, em setembro de 2025, a apresentadora afirmou que nunca havia visto drogas antes de ser fotografada com entorpecentes dentro das instalações das autoridades de combate ao narcotráfico.

A acusação teria se baseado em 20 depoimentos de testemunhas e em provas eletrônicas, incluindo conversas gravadas e vídeos.

Além das condenações relacionadas ao tráfico de drogas, Khalifa e outros envolvidos receberam cinco anos de prisão em um processo separado, que trata do sequestro e da agressão de um jovem.

O tribunal absolveu sete dos acusados e condenou outros nove à prisão perpétua, segundo a BBC.

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  • Matéria do Estadão – Conteúdo
  • Foto destaque: Reprodução / Redes Sociais
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