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Fórmula 1

Russell vence GP de São Paulo, faz dobradinha com Hamilton e conquista sua primeira vitória

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Foi um Grande Prêmio no Brasil que proporcionou muita emoção e feito inédito neste domingo. O britânico George Russell conquistou sua primeira vitória na carreira na Fórmula 1 ao liderar de ponta a ponta a corrida no Autódromo de InterlagosLewis Hamilton ficou em segundo, marcando a única dobradinha da Mercedes na temporada. O espanhol Carlos Sainz Jr, da Ferrari, completou o pódio.

A corrida foi marcada por pequenos acidentes, com a entrada de safety car por duas vezes. Max Verstappen não teve um bom domingo e terminou na modesta sexta posição e isso porque ele se recusou a dar o lugar para seu companheiro de equipe a pedido da Red Bull. Vale destacar a prova do espanhol Fernando Alonso, da Alpine, que ganhou 12 posições e terminou em quinto. Lewis festejou o resultado. “Trabalhamos duro na temporada para essa dobradinha. O resultado foi incrível”, disse o sete vezes campeão do mundo antes de festejar a primeira vitória de seu compatriota.

O Grande Prêmio de São Paulo também registrou quebra de recorde de público, com a presença de 235.617 pessoas ao longo dos três dias de evento. Na cerimônia do pódio, boa parte desses torcedores tomaram a reta dos boxes de assalto para festejar. Ela foi invadida de ponta a ponta.

A corrida começou com acidentes. Logo na primeira volta das 71 previstas, na curva do Pinheirinho, Daniel Ricciardo, da McLaren, tocou na Haas de Kevin Magnussen, fez o dinamarquês rodar e acertar o próprio australiano, provocando o abandono de ambos e a entrada do safety car pela primeira vez.

No reinício da prova, na saída do S do Senna, Lewis Hamilton e Max Verstappen se tocaram, o britânico saiu da pista, enquanto o atual campeão teve o bico danificado e precisou parar nos boxes para trocá-lo. Em seguida, Lando Norris também acabou tocando roda com roda com o ferrarista Charles Leclerc. O monegasco rodou e caiu para o fundo do pelotão. Norris e Verstappen foram punidos em cinco segundos cada por causarem os acidentes.

Na ponta, George Russell passou a ter Sergio Pérez como seu principal concorrente pela vitória em Interlagos. O britânico da Mercedes largou pela segunda vez na primeira posição. O mexicano da Red Bull não conseguia encurtar a distância para o piloto da escuderia alemã, que matinha a vantagem entre dois e três segundos.

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Russell foi para os boxes, Lewis Hamilton assumiu a liderança e mesmo com pneus macios, o heptacampeão fez seus pneus resistirem por 30 voltas. A chuva esperada não veio, apenas pingos isolados e nada mais. Hamilton trocou para o composto médio e voltou para a pista na quarta colocação, empurrando o companheiro de Mercedes de volta para a ponta.

Mas Hamilton ainda tinha o que mostrar na briga pelo pódio. O britânico retornou com ótimo desempenho, tirando praticamente um segundo por volta de Carlos Sainz Júnior, da Ferrari, que ocupava a terceira posição. Para se prevenir, o espanhol antecipou sua parada nos boxes para retomar desempenho.

Torcida vibra com Lewis

Enquanto isso, o bicampeão Max Verstappen seguia com dificuldades para escalar o pelotão, perdendo tempo com carros do fim do grid. A briga do holandês se resumia a marcar pontos em Interlagos. O panorama indicava uma disputa de Hamilton com Pérez pelo segundo lugar, dada a vantagem ampla de mais de sete segundos de George Russell na liderança. Na abertura da 45ª volta, Lewis ultrapassou Sergio Pérez na reta dos boxes e assumiu a segunda posição. A torcida vibrou.

Na volta 53, Lando Norris teve problemas, sua McLaren simplesmente parou. Ele precisou abandonar, causando a entrada do safety car pela segunda vez. Norris sofreu com uma intoxicação alimentar na quinta-feira e não conseguiu seu melhor desempenho. Foi um péssimo fim de semana para a escuderia britânica também, que viu seus dois carros abandonarem a prova, fato que não acontecia desde a Bélgica, em 2019.

Com a entrada do safety car, Lewis pôde se aproximar de Russell, que, preocupado, foi informado pela Mercedes que teria liberdade na disputa por posição com o heptacampeão mundial. A demora para o safety car se recolher causou insatisfação em alguns pilotos. A pista só foi liberada na 59ª volta.

Com as duas Mercedes na ponta, a briga se intensificou pelo pódio entre Sergio Pérez e as Ferraris de Carlos Sainz e Charles Leclerc. O mexicano não segurou o espanhol nem o monegasco. Fernando Alonso foi no embalo e também deixou o piloto da Red Bull para trás. O asturiano da Alpine ganhou incríveis 12 posições ao longo da corrida.

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Verstappen também ganhou a posição de Pérez para tentar alcançar Alonso. Se não tivesse sucesso, o holandês foi aconselhado a devolver a posição para o mexicano. Mas o bicampeão não seguiu as instruções da Red Bull e deixou claro, em contato pelo rádio, que não o faria.

Russell não foi pressionado por Lewis Hamilton e conduziu sua Mercedes de ponta a ponta rumo à sua primeira vitória na carreira na Fórmula 1 e voltando a colocar a bandeira da Grã-Bretanha nos dois lugares mais altos do pódio. Na cerimônia do pódio, Russell se emocionou ao ouvir o hino da Grã-Bretanha.

Recorde

O Grande Prêmio de São Paulo de Fórmula 1 bateu novo recorde de público. Na soma dos três dias de atividades no Autódromo de Interlagos, 235.617 pessoas estiveram presentes para acompanhar a categoria máxima do automobilismo mundial, representando o novo recorde. A marca anterior foi obtida na temporada passada, quando 181.711 torcedores acompanharam o fim de semana de GP.

Manifestação política

“Lula ladrão, seu lugar é na prisão”, coro da torcida presente a Interlagos

Depois do ronco dos motores das velozes máquinas sobre quatro rodas, estes foram os sons mais ouvidos durante o Grande Prêmio de Fórmula 1, disputado no autódromo de Interlagos, em São Paulo, neste domingo (13).

Um grande coro se manifestou contra o presidente eleito, Luís Inácio Lula da Silva (PT) em vários momentos da corrida.

Resultado final

  1. George Russell (ING/Mercedes), em 1h38min34s044
  2. Lewis Hamilton (ING/Mercedes), a 1s529
  3. Carlos Sainz Jr. (ESP/Ferrari), a 4s051
  4. Charles Leclerc (MON/Ferrari), a 8s441
  5. Fernando Alonso (ESP/Alpine), a 9s561
  6. Max Verstappen (HOL/Red Bull), a 10s056
  7. Sergio Pérez (MEX/Red Bull), a 14s080
  8. Esteban Ocon (FRA/Alpine), a 18s690
  9. Valtteri Bottas (FIN/Alfa Romeo), a 22s552
  10. Lance Stroll (CAN/Aston Martin), a 23s552
  11. Sebastian Vettel (ALE/Aston Martin), a 26s183
  12. Pierre Gasly (FRA/AlphaTauri), a 26s867
  13. Guanyu Zhou (CHN/Alfa Romeo), a 29s325
  14. Mick Schumacher (ALE/Haas), a 29s899
  15. Alexander Albon (Williams), a 36s016
  16. Nicholas Latifi (CAN/Williams), a 37s038
  17. Yuki Tsunoda (JAP/AlphaTauri), a uma volta

Não completaram:

  • Kevin Magnussen (DIN/Haas)
  • Daniel Ricciardo (AUS/McLaren)
  • Lando Norris (ING/McLaren)

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  • Da Redação / com informações do Estadão / Jornal da Cidade
  • Foto: Divulgação

 

 

 

 

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Capixabas conquistam medalhas na Copa do Mundo de ginástica rítmica

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Duas ginastas capixabas subiram ao pódio na etapa de Tashkent, no Uzbequistão, da Copa do Mundo de Ginástica Rítmica, encerrada no último domingo (12). Geovanna Santos conquistou o bronze no individual com a fita, e Sofia Madeira integrou o conjunto brasileiro que levou a prata na série mista com três arcos e duas maças.

As duas atletas são contempladas pelo programa Bolsa Atleta, da Secretaria de Esportes e Lazer (Sesport). O pódio de Geovanna foi o primeiro dela em uma etapa da Copa do Mundo e o segundo do Brasil em provas individuais do circuito. Na final, a capixaba obteve 27.600 pontos, ficando atrás apenas da alemã Darja Varfolomeev (29.650) e da norte-americana Rin Chaves (27.800).

O resultado repete um feito conquistado anteriormente por Bárbara Domingos, que havia levado o bronze na fita durante a etapa de Sofia, na Bulgária, em 2023.

No conjunto, Sofia Madeira integrou o quinteto brasileiro que conquistou a prata na série mista. A equipe, formada por Duda Arakaki (AL), Nicole Pírcio (SP), Sofia Madeira (ES), Julia Kurunczi e Mariana Gonçalves (PR) e Maria Paula Caminha (AM) somou 28.100 pontos. A China ficou com o ouro (28.950), e a Rússia levou o bronze (27.400).

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