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Campeonato Carioca

Vasco e Flamengo empatam em clássico disputado no Maracanã

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Esportes / Futebol

A equipe cruzmaltina poderia ter saído vitoriosa, mas o zagueiro Leo Pereira salvou o rubro-negro em dois lances, desperdiçados pelo Vegetti. Gabigol também foi parceiro e perdeu o pênalti no final da partida, revoltando os torcedores do time da Gávea

Rio de Janeiro

No primeiro clássico do ano, Vasco e Flamengo ficaram no empate sem gols no Maracanã, em partida válida pelo Campeonato Carioca. E não foi por falta de oportunidades. Pelo lado do Cruz-Maltino, Vegetti teve duas oportunidades claras, que Léo Pereira evitou o gol, tirando a bola em cima da linha. No fim, Gabigol perdeu uma penalidade, consagrando o goleiro Léo Jardim.

Com o resultado, os dois clubes continuam fora da zona de classificação para a semifinal do Carioca. O Rubro-Negro tem um jogo a menos. Na próxima rodada, o Flamengo enfrenta o Botafogo, no Nilton Santos, nesta quarta-feira, às 21h30 (de Brasília). O Vasco joga no dia seguinte contra o Audax, na Arena Amazônia, às 21h15 (de Brasília).

O clássico entre Vasco e Flamengo começou com grande imposição do Rubro-Negro. A equipe comandada por Tite empurrou o Cruz-Maltino para seu campo de defesa nos primeiros minutos e sufocou o rival. No entanto, o Flamengo não conseguiu criar grandes oportunidades neste começo.

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A partir da metade do primeiro tempo, o ritmo do jogo se tornou mais equilibrado. O Vasco conseguiu sair um pouco mais e passou a incomodar o adversário. No fim, o Cruz-Maltino acabou criando a melhor oportunidade após 45 minutos. Após cruzamento de Lucas Piton, Pablo Vegetti cabeceou e Léo Pereira apareceu praticamente em cima da linha para evitar o gol dos vascaínos.

O segundo tempo começou e com 11 minutos, o Vasco perdeu uma chance incrível. Após cruzamento, Agustin Rossi deu bobeira e a bola sobrou para Vegetti. O atacante finalizou, a bola bateu em Varela, em Gerson, tocou na trave e saiu para fora. Um lance incrível perdido pelo atacante do Vasco.

Para mudar o Flamengo ofensivamente, Tite sacou Pedro e Everton Ribeiro e colocou Bruno Henrique e Gabigol em campo. Ramón Díaz respondeu e colocou Adson na vaga de David. Aos 43 minutos do segundo tempo, Arrascaeta foi derrubado por João Victor e a arbitragem assinalou pênalti. Gabibol bateu e Léo Jardim defendeu, evitando o gol do Flamengo.

Outros Resultados:

Campeonato Carioca:

Fluminense 2 x 2 Boa Vista

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Audax 0 x 1 Bangu

Sampaio Correa 0 x 2 Volta Redonda

Campeonato Paulista:

Corinthians 1 x 3 Novorizontino

Ponte Preta 3 x 3 São Bernardo

Santos 2 x 0 Guarani

Ituano 0 x 0 Botafogo (RP)

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* Informações O Dia 

* Fotos:  Leandro Amorim – Vasco / Delmiro Júnior – Photo Premium – Gazeta Press

 

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Esportes / Futebol

Espanha bate a Argentina na prorrogação e vence a Copa do Mundo pela segunda vez

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Por André Costa*

Depois de 16 anos, a Espanha pode libertar o grito de “é campeão” da garganta novamente! Neste domingo, a Fúria levou a melhor sobre a Argentina na grande final da Copa do Mundo de 2026, por 1 a 0, e faturou o título mundial pela segunda vez em sua história. O gol da vitória espanhola foi marcado por Ferrán Torres, já no segundo tempo da prorrogação do jogo disputado no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos.

A decisão foi marcada por um amplo domínio espanhol. A Fúria martelou a Argentina durante toda a partida e aproveitou a expulsão de Enzo Fernández no fim do tempo regulamentar para enfim colocar a bola no fundo das redes. Foram 19 chutes até a finalização de Ferrán Torres que furou o gol de Dibu Martínez.

Roteiro repetido

O roteiro do bicampeonato mundial da Espanha faz jus ao primeiro título do país, conquistado em 2010. Naquele ano, o gol da vitória espanhola na final contra a Holanda, por 1 a 0, também foi marcado na prorrogação. O herói daquela vez também foi um jogador do Barcelona: Andrés Iniesta.

Adeus discreto de Messi

Já a provável despedida de Lionel Messi da Copa do Mundo teve sabor amargo. Preso na marcação espanhola, o astro teve atuação discreta na final e acabou amargando o vice, além de não conseguir superar Kylian Mbappé como o maior artilheiro da história da competição. O craque parou nos 21 gols, contra 22 do francês.

Com a derrota, a Argentina perdeu a chance de conquistar o seu quarto título mundial. Além disso, os sul-americanos, que ergueram a taça em 1978, 1986 e 2022, não conseguiram igualar Itália (1934 e 1938) e Brasil (1958 e 1962) como os únicos bicampeões consecutivos do torneio.

Como foi o jogo?

O início da grande final foi eletrizante. Logo aos quatro minutos, Lamine Yamal tabelou com Dani Olmo na entrada da área e chutou rasteiro com a perna esquerda. A bola desviou em Lisandro Martínez, mas Dibu Martínez reagiu rapidamente e fez boa defesa.

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A Argentina respondeu no minuto seguinte. Julián Álvarez roubou a bola no meio de campo e lançou para Messi nas costas da marcação da Espanha. Porém, o goleiro Unai Simón se antecipou e saiu do gol para fazer o corte.

Depois, o jogo ficou morno. Com o controle da posse de bola, os espanhóis só voltaram a chegar ao ataque aos 37 minutos. Após boa jogada coletiva, Oyarzabal recebeu na entrada da área e bateu rasteiro, mas parou em Dibu Martínez. Já aos 42, foi a vez de Cucurella arriscar de longe e levar perigo.

Os argentinos, por sua vez, produziram muito pouco. Os atuais campeões demonstraram dificuldade de escapar da pressão espanhola e terminaram a primeira etapa sem nenhuma finalização a gol.

Segundo tempo

A Espanha continuou tomando a iniciativa após o intervalo. Com menos de um minuto no segundo tempo, Baena costurou pelo lado esquerdo, ajeitou para o meio e bateu colocado, mas Dibu Martínez agarrou. O goleiro da Argentina precisou trabalhar novamente aos 18, em chute de Dani Olmo de fora da área, e aos 21, em cabeceio de Ferrán Torres.

A Fúria incomodou mais uma vez aos 31 minutos. Pedri carregou a bola por dentro após boa troca de passes e mandou em cima de Dibu Martínez. Na sequência, Cubarsí soltou uma pancada de fora da área e parou em mais uma defesa do goleiro argentino. Pressão total da Espanha!

A partida ficou ainda mais complicada para a Argentina após a expulsão de Enzo Fernández. Aos 47 minutos, o jogador cometeu falta dura em Cubarsí, recebeu o segundo cartão amarelo e deixou a equipe com um a menos. A Espanha teve a chance de garantir a vitória aos 52, em cobrança de falta de Lamine Yamal, mas Dibu Martínez espalmou e levou o duelo para a prorrogação.

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Prorrogação

O cenário foi o mesmo no primeiro tempo da prorrogação. Com somente dois minutos, Pedri cruzou na medida para Nico Williams, que desviou de cabeça e parou em uma defesaça de Dibu Martínez. A Espanha chegou a abrir o placar com Nico Williams, aos cinco minutos, mas o tento foi anulado por uma falta de Merino em Otamendi.

Nas cordas, a Argentina tinha enorme dificuldade para ultrapassar a linha do meio-campo. Enquanto isso, os espanhóis desperdiçaram mais uma oportunidade aos 12 minutos. Nico Williams dominou pelo lado esquerdo e cruzou para Merino, que cabeceou para o chão e viu a bola raspar a trave.

Segundo tempo

Como diz o ditado, água mole em pedra dura, tanto bate até que fura. E o gol da Espanha enfim saiu no primeiro minuto do segundo tempo da prorrogação. Pedro Porro conduziu pelo lado direito e cruzou na segunda trave, para Nico Williams, que ajeitou de cabeça para o meio da área. Ferrán Torres chegou fuzilando com a perna esquerda e colocou os espanhóis em vantagem.

A Fúria chegou a ampliar o marcador aos sete minutos, mais uma vez por meio de Ferrán Torres. No entanto, o gol acabou sendo invalidado por impedimento.

A Argentina não se entregou e quase empatou aos 14 minutos. Messi tocou para Simeone, que avançou pelo lado direito e cruzou rasteiro. Tagliafico chegou para empurrar para o fundo das redes, mas a zaga espanhola afastou na hora H. Logo na sequência, Messi cobrou escanteio e viu a bola sobrar com Simeone, que mandou por cima do gol de Unai Simón.

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*Gazeta Esportiva – Conteúdo

*Foto destaque: Crédito – Odd Anderson / AFP

 

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