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Campeonato Brasileiro / Série A

Fluminense vence o Vasco com golaço de Guga na reta final

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Esportes / Futebol

João Victor abriu o placar no Maracanã, mas Vegetti (contra) e o lateral-direito garantiram o triunfo tricolor

Rio de Janeiro / RJ

De virada, o Fluminense venceu o Vasco por 2 a 1 no Maracanã, neste sábado (24), pela décima rodada do Brasileirão. O Tricolor começou melhor, mas o Cruz-Maltino saiu na frente com João Victor. A equipe de Diniz cresceu na partida e até teve chances de ampliar a vantagem. O Flu, porém, conseguiu deixar tudo igual com um gol contra de Vegetti. A etapa complementar foi de menos emoção, mas os comandados de Renato foram superiores. E na reta final, Guga acertou um chutaço de fora da área para selar o triunfo.

Lateral-direito Guga  após fazer gol da vitória do Fluminense

Lateral-direito Guga após fazer gol da vitória do Fluminense / Foto: Leonardo Duarte – Extra

Com o resultado, o Fluminense chegou aos 17 pontos e está na quinta posição do campeonato. O Vasco tem dez e ocupa o 13º lugar.

Agora, o Fluminense vira a chave para a Sul-Americana. O Tricolor volta a campo na quinta-feira, a partir das 21h30, para enfrentar o Once Caldas. A partida é válida pela última rodada da fase de grupos.

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O Vasco também direciona as atenções para a competição continental. O Cruz-Maltino encara o Melgar na terça-feira, a partir das 19h, em São Januário, também pela última rodada da fase de grupos.

O jogo

Fluminense e Vasco fizeram um primeiro tempo animado no Maracanã. O Tricolor começou melhor e teve mais volume ofensivo, mas não aproveitou esse momento para balançar as redes.

Melhor para o Cruz-Maltino, que se colocou em vantagem no placar pouco depois de aparecer mais ao ataque. Aos 24 minutos, Lucas Piton cobrou falta na medida para João Victor cabecear e balançar as redes do Maracanã.

Na comemoração, houve uma rápida confusão porque Rayan fez a letra ‘C’ com a mão para provocar os torcedores do Fluminense. Para completar, o VAR demorou mais de cinco minutos para confirmar o gol.

O Cruz-Maltino sentiu o bom momento e teve duas grandes chances com Rayan: na primeira, ficou cara a cara com Fábio, mas o goleiro fechou o espaço e salvou o Fluminense; na segunda, soltou a bomba de fora da área e carimbou o travessão.

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Já na reta final do primeiro tempo, o Fluminense voltou a conseguir a atacar e conseguiu deixar tudo igual. Jhon Arias recuperou uma bola que parecia perdida no canto esquerdo de ataque, passou pelos marcadores e fez o cruzamento. A bola passou por todos, mas Guga ficou com a sobra e fez o levantamento na medida para Lima. O meio-campista cabeceou, Léo Jardim fez a defesa, mas a bola rebateu em Vegetti e entrou.

No segundo tempo, o cenário se repetiu, com o Fluminense ditando o ritmo da partida, enquanto o Vasco mostrava dificuldade para sair. Com o passar do tempo, o Cruz-Maltino até conseguiu ir ao ataque, mas o time de Renato Gaúcho seguia melhor.

A história da etapa complementar foi essa: Fluminense com mais volume ofensivo, e o Vasco com poucas escapadas. A grande questão é que nenhum dos times conseguia oferecer perigo.

Isso mudou aos 42 minutos. Guga recebeu a bola livre no meio, e a marcação não chegou. Diante do espaço, o lateral-direito soltou a bomba para virar a partida para o Fluminense. 

Outros Resultados dos jogos do Brasileirão Série A

São Paulo 0 x 2 Mirassol

Atético-MG 0 x 0 Corinthians

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  • Informações de O Dia – Conteúdo
  • Fotos: Lucas Merçon / Fluminense

 

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Esportes / Futebol

Espanha bate a Argentina na prorrogação e vence a Copa do Mundo pela segunda vez

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em

Por André Costa*

Depois de 16 anos, a Espanha pode libertar o grito de “é campeão” da garganta novamente! Neste domingo, a Fúria levou a melhor sobre a Argentina na grande final da Copa do Mundo de 2026, por 1 a 0, e faturou o título mundial pela segunda vez em sua história. O gol da vitória espanhola foi marcado por Ferrán Torres, já no segundo tempo da prorrogação do jogo disputado no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos.

A decisão foi marcada por um amplo domínio espanhol. A Fúria martelou a Argentina durante toda a partida e aproveitou a expulsão de Enzo Fernández no fim do tempo regulamentar para enfim colocar a bola no fundo das redes. Foram 19 chutes até a finalização de Ferrán Torres que furou o gol de Dibu Martínez.

Roteiro repetido

O roteiro do bicampeonato mundial da Espanha faz jus ao primeiro título do país, conquistado em 2010. Naquele ano, o gol da vitória espanhola na final contra a Holanda, por 1 a 0, também foi marcado na prorrogação. O herói daquela vez também foi um jogador do Barcelona: Andrés Iniesta.

Adeus discreto de Messi

Já a provável despedida de Lionel Messi da Copa do Mundo teve sabor amargo. Preso na marcação espanhola, o astro teve atuação discreta na final e acabou amargando o vice, além de não conseguir superar Kylian Mbappé como o maior artilheiro da história da competição. O craque parou nos 21 gols, contra 22 do francês.

Com a derrota, a Argentina perdeu a chance de conquistar o seu quarto título mundial. Além disso, os sul-americanos, que ergueram a taça em 1978, 1986 e 2022, não conseguiram igualar Itália (1934 e 1938) e Brasil (1958 e 1962) como os únicos bicampeões consecutivos do torneio.

Como foi o jogo?

O início da grande final foi eletrizante. Logo aos quatro minutos, Lamine Yamal tabelou com Dani Olmo na entrada da área e chutou rasteiro com a perna esquerda. A bola desviou em Lisandro Martínez, mas Dibu Martínez reagiu rapidamente e fez boa defesa.

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A Argentina respondeu no minuto seguinte. Julián Álvarez roubou a bola no meio de campo e lançou para Messi nas costas da marcação da Espanha. Porém, o goleiro Unai Simón se antecipou e saiu do gol para fazer o corte.

Depois, o jogo ficou morno. Com o controle da posse de bola, os espanhóis só voltaram a chegar ao ataque aos 37 minutos. Após boa jogada coletiva, Oyarzabal recebeu na entrada da área e bateu rasteiro, mas parou em Dibu Martínez. Já aos 42, foi a vez de Cucurella arriscar de longe e levar perigo.

Os argentinos, por sua vez, produziram muito pouco. Os atuais campeões demonstraram dificuldade de escapar da pressão espanhola e terminaram a primeira etapa sem nenhuma finalização a gol.

Segundo tempo

A Espanha continuou tomando a iniciativa após o intervalo. Com menos de um minuto no segundo tempo, Baena costurou pelo lado esquerdo, ajeitou para o meio e bateu colocado, mas Dibu Martínez agarrou. O goleiro da Argentina precisou trabalhar novamente aos 18, em chute de Dani Olmo de fora da área, e aos 21, em cabeceio de Ferrán Torres.

A Fúria incomodou mais uma vez aos 31 minutos. Pedri carregou a bola por dentro após boa troca de passes e mandou em cima de Dibu Martínez. Na sequência, Cubarsí soltou uma pancada de fora da área e parou em mais uma defesa do goleiro argentino. Pressão total da Espanha!

A partida ficou ainda mais complicada para a Argentina após a expulsão de Enzo Fernández. Aos 47 minutos, o jogador cometeu falta dura em Cubarsí, recebeu o segundo cartão amarelo e deixou a equipe com um a menos. A Espanha teve a chance de garantir a vitória aos 52, em cobrança de falta de Lamine Yamal, mas Dibu Martínez espalmou e levou o duelo para a prorrogação.

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Prorrogação

O cenário foi o mesmo no primeiro tempo da prorrogação. Com somente dois minutos, Pedri cruzou na medida para Nico Williams, que desviou de cabeça e parou em uma defesaça de Dibu Martínez. A Espanha chegou a abrir o placar com Nico Williams, aos cinco minutos, mas o tento foi anulado por uma falta de Merino em Otamendi.

Nas cordas, a Argentina tinha enorme dificuldade para ultrapassar a linha do meio-campo. Enquanto isso, os espanhóis desperdiçaram mais uma oportunidade aos 12 minutos. Nico Williams dominou pelo lado esquerdo e cruzou para Merino, que cabeceou para o chão e viu a bola raspar a trave.

Segundo tempo

Como diz o ditado, água mole em pedra dura, tanto bate até que fura. E o gol da Espanha enfim saiu no primeiro minuto do segundo tempo da prorrogação. Pedro Porro conduziu pelo lado direito e cruzou na segunda trave, para Nico Williams, que ajeitou de cabeça para o meio da área. Ferrán Torres chegou fuzilando com a perna esquerda e colocou os espanhóis em vantagem.

A Fúria chegou a ampliar o marcador aos sete minutos, mais uma vez por meio de Ferrán Torres. No entanto, o gol acabou sendo invalidado por impedimento.

A Argentina não se entregou e quase empatou aos 14 minutos. Messi tocou para Simeone, que avançou pelo lado direito e cruzou rasteiro. Tagliafico chegou para empurrar para o fundo das redes, mas a zaga espanhola afastou na hora H. Logo na sequência, Messi cobrou escanteio e viu a bola sobrar com Simeone, que mandou por cima do gol de Unai Simón.

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*Gazeta Esportiva – Conteúdo

*Foto destaque: Crédito – Odd Anderson / AFP

 

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