Copa do Brasil
Flamengo vence o Atlético-MG novamente e garante o título da Copa do Brasil
Esportes / Futebol
Rubro-Negro teve boa atuação na Arena MRV e carimbou sua quinta conquista do torneio com gol de Gonzalo Plata
Belo Horizonte / MG
Na tarde deste domingo (10), o Rubro-Negro teve uma atuação consistente e venceu o Atlético-MG por 1 a 0 para se confirmar como pentacampeão da Copa do Brasil. Gonzalo Plata, que saiu do banco no segundo tempo, marcou o gol do título para o Rubro-Negro, que também havia vencido o jogo de ida por 3 a 1.
Com o título da Copa do Brasil, o Flamengo já tem vaga garantida na Libertadores de 2025 e não tem mais grandes objetivos nesta temporada. O time carioca volta a campo na próxima quarta-feira (13), às 20h (de Brasília), curiosamente contra o Atlético-MG, pela 33ª rodada do Brasileirão.
Com o título da Copa do Brasil, o Flamengo já tem vaga garantida na Libertadores de 2025 e não tem mais grandes objetivos nesta temporada. O time carioca volta a campo na próxima quarta-feira (13), às 20h (de Brasília), curiosamente contra o Atlético-MG, pela 33ª rodada do Brasileirão.
As duas equipes protagonizaram um primeiro tempo muito disputado, com todos os ingredientes que uma grande decisão pede. Como esperado, o Galo, por iniciar o jogo em desvantagem, foi o time que saiu mais para o jogo. As primeiras boas chances vieram dos pés de Hulk em chutes de fora da área, mas o goleiro Rossi segurou a vantagem rubro-negra com duas boas defesas.
Apesar do Atlético-MG ocupar mais o campo ofensivo, o Flamengo não ficava encurralado e apostava nos contra-ataques para pegar a defesa adversária desarrumada. As melhor chances nasceram com as escapadas de Wesley, um dos destaques da primeira etapa. Primeiro, o lateral fez uma linda jogada e cruzou para Arrascaeta cabecear de peixinho. O uruguaio deslocou o goleiro Everson, mas a bola acabou subindo demais. Depois, o camisa 43 também começou o lance que terminou em finalização de Evertton Araújo para boa defesa do goleiro atleticano.
Na reta final do primeiro tempo, os donos da casa tiveram sua melhor chance, que nasceu de uma lambança de Rossi. O goleiro argentino deu um passe na fogueira para Erick Pulgar e a bola acabou sobrando para Paulinho na área. Apesar da trabalhada, o camisa 1 conseguiu se recuperar e evitou que o placar fosse inaugurado na Arena MRV antes do intervalo.
Na volta para o segundo tempo, o Atlético-MG se viu obrigado a arriscar mais, mas esbarrava na forte marcação feita pelo Flamengo. Com isso, o Rubro-Negro conseguiu aproveitar exposição do Galo e teve grandes chances. Bruno Henrique, que entrou na volta do intervalo, teve duas grandes oportunidades em contra-ataque, mas parou em Everson. Depois, Michael e Alex Sandro também desperdiçaram chances de abrir o placar.
O momento que o Galo levou mais perigo aconteceu já na reta final da partida, aos 35 minutos. Após um bate e rebate na área, a bola sobrou limpa para Alan Kardec, mas o atacante acabou furando. Na sequência, o Flamengo encaixou um contra-ataque de almanaque com Gonzalo Plata, que partiu de trás do meio-campo, deu um drible desconcertante em Saravia e tocou por cobertura para marcar o gol que garantiu o pentacampeonato ao Flamengo.
Após o Flamengo inaugurar o placar, o jogo foi paralisado por alguns minutos por conta de uma confusão. Quando a bola voltou a rolar, o Flamengo ainda assustou em chutes de Wesley e David Luiz, mas Everson fez mais duas boas defesas e impediu que o placar fosse maior. Mesmo assim, o Rubro-Negro ficou com a taça da Copa do Brasil pela quinta vez.
As duas equipes protagonizaram um primeiro tempo muito disputado, com todos os ingredientes que uma grande decisão pede. Como esperado, o Galo, por iniciar o jogo em desvantagem, foi o time que saiu mais para o jogo. As primeiras boas chances vieram dos pés de Hulk em chutes de fora da área, mas o goleiro Rossi segurou a vantagem rubro-negra com duas boas defesas.
Apesar do Atlético-MG ocupar mais o campo ofensivo, o Flamengo não ficava encurralado e apostava nos contra-ataques para pegar a defesa adversária desarrumada. As melhores chances nasceram com as escapadas de Wesley, um dos destaques da primeira etapa. Primeiro, o lateral fez uma linda jogada e cruzou para Arrascaeta cabecear de peixinho. O uruguaio deslocou o goleiro Everson, mas a bola acabou subindo demais. Depois, o camisa 43 também começou o lance que terminou em finalização de Evertton Araújo para boa defesa do goleiro atleticano.
Na reta final do primeiro tempo, os donos da casa tiveram sua melhor chance, que nasceu de uma lambança de Rossi. O goleiro argentino deu um passe na fogueira para Erick Pulgar e a bola acabou sobrando para Paulinho na área. Apesar da trabalhada, o camisa 1 conseguiu se recuperar e evitou que o placar fosse inaugurado na Arena MRV antes do intervalo.
Na volta para o segundo tempo, o Atlético-MG se viu obrigado a arriscar mais, mas esbarrava na forte marcação feita pelo Flamengo. Com isso, o Rubro-Negro conseguiu aproveitar exposição do Galo e teve grandes chances. Bruno Henrique, que entrou na volta do intervalo, teve duas grandes oportunidades em contra-ataque, mas parou em Everson. Depois, Michael e Alex Sandro também desperdiçaram chances de abrir o placar.
O momento que o Galo levou mais perigo aconteceu já na reta final da partida, aos 35 minutos. Após um bate e rebate na área, a bola sobrou limpa para Alan Kardec, mas o atacante acabou furando. Na sequência, o Flamengo encaixou um contra-ataque de almanaque com Gonzalo Plata, que partiu de trás do meio-campo, deu um drible desconcertante em Saravia e tocou por cobertura para marcar o gol que garantiu o pentacampeonato ao Flamengo.
Após o Flamengo inaugurar o placar, o jogo foi paralisado por alguns minutos por conta de uma confusão. Quando a bola voltou a rolar, o Flamengo ainda assustou em chutes de Wesley e David Luiz, mas Everson fez mais duas boas defesas e impediu que o placar fosse maior. Mesmo assim, o Rubro-Negro ficou com a taça da Copa do Brasil pela quinta vez.
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* Informações jornal O Dia – RJ
* Foto: Divulgação / Jornal Lance
Esportes / Futebol
Espanha bate a Argentina na prorrogação e vence a Copa do Mundo pela segunda vez
Por André Costa*
Depois de 16 anos, a Espanha pode libertar o grito de “é campeão” da garganta novamente! Neste domingo, a Fúria levou a melhor sobre a Argentina na grande final da Copa do Mundo de 2026, por 1 a 0, e faturou o título mundial pela segunda vez em sua história. O gol da vitória espanhola foi marcado por Ferrán Torres, já no segundo tempo da prorrogação do jogo disputado no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos.
A decisão foi marcada por um amplo domínio espanhol. A Fúria martelou a Argentina durante toda a partida e aproveitou a expulsão de Enzo Fernández no fim do tempo regulamentar para enfim colocar a bola no fundo das redes. Foram 19 chutes até a finalização de Ferrán Torres que furou o gol de Dibu Martínez.
Roteiro repetido
O roteiro do bicampeonato mundial da Espanha faz jus ao primeiro título do país, conquistado em 2010. Naquele ano, o gol da vitória espanhola na final contra a Holanda, por 1 a 0, também foi marcado na prorrogação. O herói daquela vez também foi um jogador do Barcelona: Andrés Iniesta.
Adeus discreto de Messi
Já a provável despedida de Lionel Messi da Copa do Mundo teve sabor amargo. Preso na marcação espanhola, o astro teve atuação discreta na final e acabou amargando o vice, além de não conseguir superar Kylian Mbappé como o maior artilheiro da história da competição. O craque parou nos 21 gols, contra 22 do francês.
Com a derrota, a Argentina perdeu a chance de conquistar o seu quarto título mundial. Além disso, os sul-americanos, que ergueram a taça em 1978, 1986 e 2022, não conseguiram igualar Itália (1934 e 1938) e Brasil (1958 e 1962) como os únicos bicampeões consecutivos do torneio.
Como foi o jogo?
O início da grande final foi eletrizante. Logo aos quatro minutos, Lamine Yamal tabelou com Dani Olmo na entrada da área e chutou rasteiro com a perna esquerda. A bola desviou em Lisandro Martínez, mas Dibu Martínez reagiu rapidamente e fez boa defesa.
A Argentina respondeu no minuto seguinte. Julián Álvarez roubou a bola no meio de campo e lançou para Messi nas costas da marcação da Espanha. Porém, o goleiro Unai Simón se antecipou e saiu do gol para fazer o corte.
Depois, o jogo ficou morno. Com o controle da posse de bola, os espanhóis só voltaram a chegar ao ataque aos 37 minutos. Após boa jogada coletiva, Oyarzabal recebeu na entrada da área e bateu rasteiro, mas parou em Dibu Martínez. Já aos 42, foi a vez de Cucurella arriscar de longe e levar perigo.
Os argentinos, por sua vez, produziram muito pouco. Os atuais campeões demonstraram dificuldade de escapar da pressão espanhola e terminaram a primeira etapa sem nenhuma finalização a gol.
Segundo tempo
A Espanha continuou tomando a iniciativa após o intervalo. Com menos de um minuto no segundo tempo, Baena costurou pelo lado esquerdo, ajeitou para o meio e bateu colocado, mas Dibu Martínez agarrou. O goleiro da Argentina precisou trabalhar novamente aos 18, em chute de Dani Olmo de fora da área, e aos 21, em cabeceio de Ferrán Torres.
A Fúria incomodou mais uma vez aos 31 minutos. Pedri carregou a bola por dentro após boa troca de passes e mandou em cima de Dibu Martínez. Na sequência, Cubarsí soltou uma pancada de fora da área e parou em mais uma defesa do goleiro argentino. Pressão total da Espanha!
A partida ficou ainda mais complicada para a Argentina após a expulsão de Enzo Fernández. Aos 47 minutos, o jogador cometeu falta dura em Cubarsí, recebeu o segundo cartão amarelo e deixou a equipe com um a menos. A Espanha teve a chance de garantir a vitória aos 52, em cobrança de falta de Lamine Yamal, mas Dibu Martínez espalmou e levou o duelo para a prorrogação.
Prorrogação
O cenário foi o mesmo no primeiro tempo da prorrogação. Com somente dois minutos, Pedri cruzou na medida para Nico Williams, que desviou de cabeça e parou em uma defesaça de Dibu Martínez. A Espanha chegou a abrir o placar com Nico Williams, aos cinco minutos, mas o tento foi anulado por uma falta de Merino em Otamendi.
Nas cordas, a Argentina tinha enorme dificuldade para ultrapassar a linha do meio-campo. Enquanto isso, os espanhóis desperdiçaram mais uma oportunidade aos 12 minutos. Nico Williams dominou pelo lado esquerdo e cruzou para Merino, que cabeceou para o chão e viu a bola raspar a trave.
Segundo tempo
Como diz o ditado, água mole em pedra dura, tanto bate até que fura. E o gol da Espanha enfim saiu no primeiro minuto do segundo tempo da prorrogação. Pedro Porro conduziu pelo lado direito e cruzou na segunda trave, para Nico Williams, que ajeitou de cabeça para o meio da área. Ferrán Torres chegou fuzilando com a perna esquerda e colocou os espanhóis em vantagem.
A Fúria chegou a ampliar o marcador aos sete minutos, mais uma vez por meio de Ferrán Torres. No entanto, o gol acabou sendo invalidado por impedimento.
A Argentina não se entregou e quase empatou aos 14 minutos. Messi tocou para Simeone, que avançou pelo lado direito e cruzou rasteiro. Tagliafico chegou para empurrar para o fundo das redes, mas a zaga espanhola afastou na hora H. Logo na sequência, Messi cobrou escanteio e viu a bola sobrar com Simeone, que mandou por cima do gol de Unai Simón.
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*Gazeta Esportiva – Conteúdo
*Foto destaque: Crédito – Odd Anderson / AFP
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