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Brasileirão Série A

Árias perde pênalti, faz gol, Fluminense empata com Athletico-PR e fica fora do Z-4

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Esportes / Futebol

Curitiba / Paraná

Em uma partida bastante tensa, o Fluminense conseguiu um ponto que pode ser importante na luta contra o rebaixamento. Em Curitiba, o Tricolor ficou no empate por 1 a 1 contra o Athletico-PR, e continua fora da zona da degola. Jhon Arias foi o principal personagem da partida com um pênalti perdido e um gol marcado para os cariocas. 

Curitiba, Brasil - 01/12/2024 - Estádio Ligga Arena -   
Fluminense enfrenta o Athletico-PR esta noite em Curitiba pela 36ª rodada do Campeonato Brasileiro 2024.
FOTO: LUCAS MERÇON / FLUMINENSE F.C.
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Pela próxima rodada do Brasileiro, o Fluminense volta aos gramados nesta quinta-feira, às 19h30 (de Brasília) contra o Cuiabá, no Maracanã. Já o Athletico-PR recebe o Bragantino, na próxima quarta, às 20h (de Brasília) contra o Bragantino, na Ligga Arena.

O jogo começou o pior possível para os torcedores do Fluminense. Com apenas dois minutos, o Athletico-PR saiu na frente. Após cobrança de escanteio, Lucas Belezi tocou para o fundo das redes e abriu o placar para os mandantes em Curitiba.

O gol aumentou a pressão sobre os jogadores tricolores que tiveram que correr ainda mais atrás de gols na Ligga Arena. Mesmo sem muita organização, o Fluminense acabou criando as melhores chances do primeiro tempo.

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Aos dez minutos, Serna fez boa jogada pelo fundo e cruzou para Kauã Elias, por pouco o atacante não colocou para dentro. Logo depois, em cobrança de escanteio de Arias, Thiago Santos cabeceou e obrigou o goleiro Mycael a fazer bela defesa.

Pouco antes do intervalo, o Fluminense teve uma grande oportunidade de empatar. Após consultar no VAR, Raphael Kaus assinalou pênalti para o clube carioca após cruzamento de Arias, que tocou no braço de Léo Godoy. Na cobrança, o colombiano bateu mal e o goleiro Mycael apareceu para defender.

No segundo tempo, com dez minutos, Mano Menezes colocou Germán Cano e Ganso em campo na vaga de Kauã Elias e Martinelli. Aos 20 minutos, o camisa 10 achou belíssimo passe para Jhon Arias, que fuzilou e deixou tudo igual na Ligga Arena.

O empate fez o Fluminense reduzir o ímpeto. O Athletico-PR demorou a conseguir pressionar, mas no fim, criou oportunidades e o goleiro Fábio fez uma bela defesa para salvar o Tricolor. Em uma confusão no fim, o clube carioca perdeu Ganso expulso, mas conseguiu levar o ponto para o Rio de Janeiro.

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Outros Resultados do Brasileirão Série A

Flamengo 3 x 2 Internacional

Vitória 2 x 0 Fortaleza

Bragantino 1 x 1 Cruzeiro

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* Informações O Dia

* Fotos: Lucas Merçon / Fluminense

 

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Esportes / Futebol

Espanha bate a Argentina na prorrogação e vence a Copa do Mundo pela segunda vez

Publicados

em

Por André Costa*

Depois de 16 anos, a Espanha pode libertar o grito de “é campeão” da garganta novamente! Neste domingo, a Fúria levou a melhor sobre a Argentina na grande final da Copa do Mundo de 2026, por 1 a 0, e faturou o título mundial pela segunda vez em sua história. O gol da vitória espanhola foi marcado por Ferrán Torres, já no segundo tempo da prorrogação do jogo disputado no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos.

A decisão foi marcada por um amplo domínio espanhol. A Fúria martelou a Argentina durante toda a partida e aproveitou a expulsão de Enzo Fernández no fim do tempo regulamentar para enfim colocar a bola no fundo das redes. Foram 19 chutes até a finalização de Ferrán Torres que furou o gol de Dibu Martínez.

Roteiro repetido

O roteiro do bicampeonato mundial da Espanha faz jus ao primeiro título do país, conquistado em 2010. Naquele ano, o gol da vitória espanhola na final contra a Holanda, por 1 a 0, também foi marcado na prorrogação. O herói daquela vez também foi um jogador do Barcelona: Andrés Iniesta.

Adeus discreto de Messi

Já a provável despedida de Lionel Messi da Copa do Mundo teve sabor amargo. Preso na marcação espanhola, o astro teve atuação discreta na final e acabou amargando o vice, além de não conseguir superar Kylian Mbappé como o maior artilheiro da história da competição. O craque parou nos 21 gols, contra 22 do francês.

Com a derrota, a Argentina perdeu a chance de conquistar o seu quarto título mundial. Além disso, os sul-americanos, que ergueram a taça em 1978, 1986 e 2022, não conseguiram igualar Itália (1934 e 1938) e Brasil (1958 e 1962) como os únicos bicampeões consecutivos do torneio.

Como foi o jogo?

O início da grande final foi eletrizante. Logo aos quatro minutos, Lamine Yamal tabelou com Dani Olmo na entrada da área e chutou rasteiro com a perna esquerda. A bola desviou em Lisandro Martínez, mas Dibu Martínez reagiu rapidamente e fez boa defesa.

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A Argentina respondeu no minuto seguinte. Julián Álvarez roubou a bola no meio de campo e lançou para Messi nas costas da marcação da Espanha. Porém, o goleiro Unai Simón se antecipou e saiu do gol para fazer o corte.

Depois, o jogo ficou morno. Com o controle da posse de bola, os espanhóis só voltaram a chegar ao ataque aos 37 minutos. Após boa jogada coletiva, Oyarzabal recebeu na entrada da área e bateu rasteiro, mas parou em Dibu Martínez. Já aos 42, foi a vez de Cucurella arriscar de longe e levar perigo.

Os argentinos, por sua vez, produziram muito pouco. Os atuais campeões demonstraram dificuldade de escapar da pressão espanhola e terminaram a primeira etapa sem nenhuma finalização a gol.

Segundo tempo

A Espanha continuou tomando a iniciativa após o intervalo. Com menos de um minuto no segundo tempo, Baena costurou pelo lado esquerdo, ajeitou para o meio e bateu colocado, mas Dibu Martínez agarrou. O goleiro da Argentina precisou trabalhar novamente aos 18, em chute de Dani Olmo de fora da área, e aos 21, em cabeceio de Ferrán Torres.

A Fúria incomodou mais uma vez aos 31 minutos. Pedri carregou a bola por dentro após boa troca de passes e mandou em cima de Dibu Martínez. Na sequência, Cubarsí soltou uma pancada de fora da área e parou em mais uma defesa do goleiro argentino. Pressão total da Espanha!

A partida ficou ainda mais complicada para a Argentina após a expulsão de Enzo Fernández. Aos 47 minutos, o jogador cometeu falta dura em Cubarsí, recebeu o segundo cartão amarelo e deixou a equipe com um a menos. A Espanha teve a chance de garantir a vitória aos 52, em cobrança de falta de Lamine Yamal, mas Dibu Martínez espalmou e levou o duelo para a prorrogação.

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Prorrogação

O cenário foi o mesmo no primeiro tempo da prorrogação. Com somente dois minutos, Pedri cruzou na medida para Nico Williams, que desviou de cabeça e parou em uma defesaça de Dibu Martínez. A Espanha chegou a abrir o placar com Nico Williams, aos cinco minutos, mas o tento foi anulado por uma falta de Merino em Otamendi.

Nas cordas, a Argentina tinha enorme dificuldade para ultrapassar a linha do meio-campo. Enquanto isso, os espanhóis desperdiçaram mais uma oportunidade aos 12 minutos. Nico Williams dominou pelo lado esquerdo e cruzou para Merino, que cabeceou para o chão e viu a bola raspar a trave.

Segundo tempo

Como diz o ditado, água mole em pedra dura, tanto bate até que fura. E o gol da Espanha enfim saiu no primeiro minuto do segundo tempo da prorrogação. Pedro Porro conduziu pelo lado direito e cruzou na segunda trave, para Nico Williams, que ajeitou de cabeça para o meio da área. Ferrán Torres chegou fuzilando com a perna esquerda e colocou os espanhóis em vantagem.

A Fúria chegou a ampliar o marcador aos sete minutos, mais uma vez por meio de Ferrán Torres. No entanto, o gol acabou sendo invalidado por impedimento.

A Argentina não se entregou e quase empatou aos 14 minutos. Messi tocou para Simeone, que avançou pelo lado direito e cruzou rasteiro. Tagliafico chegou para empurrar para o fundo das redes, mas a zaga espanhola afastou na hora H. Logo na sequência, Messi cobrou escanteio e viu a bola sobrar com Simeone, que mandou por cima do gol de Unai Simón.

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*Gazeta Esportiva – Conteúdo

*Foto destaque: Crédito – Odd Anderson / AFP

 

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