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Copa do Brasil

Flamengo perde para o Palmeiras, mas confirma classificação às quartas da Copa do Brasil

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Esportes / Futebol

Classificação para a fase quartas de final da Copa do Brasil coloca R$ 4,515 milhões no caixa dos classificados

São Paulo / SP

Mesmo em um dia muito ruim e marcado por amplo domínio do adversário, o Flamengo conseguiu carimbar seu passaporte para as quartas de final da Copa do Brasil. Na noite desta quarta-feira (7), no Allianz Parque, em São Paulo, o Rubro-Negro sofreu, foi pressionado desde os primeiros minutos e, apesar da derrota por 1 a 0 para o Palmeiras, colocou na bagagem uma classificação importante por conta do placar de 2 a 0 no jogo de ida e segue firme nas três frentes da temporada.

O adversário do Rubro-Negro será definido em sorteio pela Confederação Brasileira de Futebol, com data a ser divulgada em breve. O próximo compromisso será novamente contra o Palmeiras, no domingo (11), no Rio de Janeiro, pela 22ª rodada do Brasileirão. 

O jogo

Foi um início de partida complicado para o Flamengo no Allianz Parque. Os donos da casa foram para um jogo de pressão logo cedo e obrigaram Matheus Cunha a trabalhar. Felipe Anderson, Raphael Veiga e Mayke acharam boas finalizações de média distância, e o goleiro rubro-negro salvou.

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Allan, do Flamengo, marcando Felipe Anderson, do Palmeiras - Cesar Greco/PalmeirasO volume de jogo do Palmeiras foi impressionante, e o primeiro golpe aconteceu. Aos oito minutos, Caio Paulista achou cruzamento preciso na cabeça do zagueiro Vitor Reis, que completou bem tirando de Cunha. O gol foi anulado em campo por posição irregular, mas o VAR revisou e confirmou.

A primeira etapa do Flamengo decepcionou. Sem poder de fogo, ainda que com meio-campo formado por Arrascaeta e Gerson, a equipe exagerou nos lançamentos buscando Pedro como referência, mas nada feito. O camisa nove pouco conseguiu tocar na bola e passou longe de incomodar. O cenário foi de extrema preocupação ao longo da partida.

O Flamengo passou por maus bocados durante a segunda etapa. Escolhas de Tite fizeram com que a equipe abdicasse ainda mais do jogo e chamasse o Palmeiras para o terço final. O time paulista ainda levava a melhor na bola aérea, sua principal arma. Assim, chegou ao segundo gol, com Flaco López, mas este foi anulado por posição irregular. No ataque, o Rubro-Negro perdeu sua chance mais clara com Pulgar, cara a cara com Weverton e finalizando para fora.

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Lateral Viña em ação na partida entre Flamengo e Palmeiras - Gilvan de Souza / Flamengo

Não foi uma atuação que vai ficar registrada na prateleira das melhores, muito pelo contrário, mas foi o suficiente para levar o Rubro-Negro até a próxima fase da Copa do Brasil. O Palmeiras pressionou, levou muito perigo, mas parou em uma atuação excelente do goleiro Matheus Cunha – o grande destaque do duelo.

A classificação para a fase quartas de final da Copa do Brasil coloca R$ 4,515 milhões em premiação nos cofres do Flamengo. 

Outros Resultados da Copa do Brasil

Fluminense 2 x 2 Juventude

Grêmio 0 x 0 Corinthians (Corinthians venceu nos pênaltis: 3 a 1)

Bahia 1 x 0 Botafogo

Bragantino 2 x 3 Athletico-PR

Atlético-MG 3 x 0 CRB

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* Informações O Dia

* Fotos: Gilvan de Souza / Flamengo FR

 

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Esportes / Futebol

Espanha bate a Argentina na prorrogação e vence a Copa do Mundo pela segunda vez

Publicados

em

Por André Costa*

Depois de 16 anos, a Espanha pode libertar o grito de “é campeão” da garganta novamente! Neste domingo, a Fúria levou a melhor sobre a Argentina na grande final da Copa do Mundo de 2026, por 1 a 0, e faturou o título mundial pela segunda vez em sua história. O gol da vitória espanhola foi marcado por Ferrán Torres, já no segundo tempo da prorrogação do jogo disputado no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos.

A decisão foi marcada por um amplo domínio espanhol. A Fúria martelou a Argentina durante toda a partida e aproveitou a expulsão de Enzo Fernández no fim do tempo regulamentar para enfim colocar a bola no fundo das redes. Foram 19 chutes até a finalização de Ferrán Torres que furou o gol de Dibu Martínez.

Roteiro repetido

O roteiro do bicampeonato mundial da Espanha faz jus ao primeiro título do país, conquistado em 2010. Naquele ano, o gol da vitória espanhola na final contra a Holanda, por 1 a 0, também foi marcado na prorrogação. O herói daquela vez também foi um jogador do Barcelona: Andrés Iniesta.

Adeus discreto de Messi

Já a provável despedida de Lionel Messi da Copa do Mundo teve sabor amargo. Preso na marcação espanhola, o astro teve atuação discreta na final e acabou amargando o vice, além de não conseguir superar Kylian Mbappé como o maior artilheiro da história da competição. O craque parou nos 21 gols, contra 22 do francês.

Com a derrota, a Argentina perdeu a chance de conquistar o seu quarto título mundial. Além disso, os sul-americanos, que ergueram a taça em 1978, 1986 e 2022, não conseguiram igualar Itália (1934 e 1938) e Brasil (1958 e 1962) como os únicos bicampeões consecutivos do torneio.

Como foi o jogo?

O início da grande final foi eletrizante. Logo aos quatro minutos, Lamine Yamal tabelou com Dani Olmo na entrada da área e chutou rasteiro com a perna esquerda. A bola desviou em Lisandro Martínez, mas Dibu Martínez reagiu rapidamente e fez boa defesa.

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A Argentina respondeu no minuto seguinte. Julián Álvarez roubou a bola no meio de campo e lançou para Messi nas costas da marcação da Espanha. Porém, o goleiro Unai Simón se antecipou e saiu do gol para fazer o corte.

Depois, o jogo ficou morno. Com o controle da posse de bola, os espanhóis só voltaram a chegar ao ataque aos 37 minutos. Após boa jogada coletiva, Oyarzabal recebeu na entrada da área e bateu rasteiro, mas parou em Dibu Martínez. Já aos 42, foi a vez de Cucurella arriscar de longe e levar perigo.

Os argentinos, por sua vez, produziram muito pouco. Os atuais campeões demonstraram dificuldade de escapar da pressão espanhola e terminaram a primeira etapa sem nenhuma finalização a gol.

Segundo tempo

A Espanha continuou tomando a iniciativa após o intervalo. Com menos de um minuto no segundo tempo, Baena costurou pelo lado esquerdo, ajeitou para o meio e bateu colocado, mas Dibu Martínez agarrou. O goleiro da Argentina precisou trabalhar novamente aos 18, em chute de Dani Olmo de fora da área, e aos 21, em cabeceio de Ferrán Torres.

A Fúria incomodou mais uma vez aos 31 minutos. Pedri carregou a bola por dentro após boa troca de passes e mandou em cima de Dibu Martínez. Na sequência, Cubarsí soltou uma pancada de fora da área e parou em mais uma defesa do goleiro argentino. Pressão total da Espanha!

A partida ficou ainda mais complicada para a Argentina após a expulsão de Enzo Fernández. Aos 47 minutos, o jogador cometeu falta dura em Cubarsí, recebeu o segundo cartão amarelo e deixou a equipe com um a menos. A Espanha teve a chance de garantir a vitória aos 52, em cobrança de falta de Lamine Yamal, mas Dibu Martínez espalmou e levou o duelo para a prorrogação.

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Prorrogação

O cenário foi o mesmo no primeiro tempo da prorrogação. Com somente dois minutos, Pedri cruzou na medida para Nico Williams, que desviou de cabeça e parou em uma defesaça de Dibu Martínez. A Espanha chegou a abrir o placar com Nico Williams, aos cinco minutos, mas o tento foi anulado por uma falta de Merino em Otamendi.

Nas cordas, a Argentina tinha enorme dificuldade para ultrapassar a linha do meio-campo. Enquanto isso, os espanhóis desperdiçaram mais uma oportunidade aos 12 minutos. Nico Williams dominou pelo lado esquerdo e cruzou para Merino, que cabeceou para o chão e viu a bola raspar a trave.

Segundo tempo

Como diz o ditado, água mole em pedra dura, tanto bate até que fura. E o gol da Espanha enfim saiu no primeiro minuto do segundo tempo da prorrogação. Pedro Porro conduziu pelo lado direito e cruzou na segunda trave, para Nico Williams, que ajeitou de cabeça para o meio da área. Ferrán Torres chegou fuzilando com a perna esquerda e colocou os espanhóis em vantagem.

A Fúria chegou a ampliar o marcador aos sete minutos, mais uma vez por meio de Ferrán Torres. No entanto, o gol acabou sendo invalidado por impedimento.

A Argentina não se entregou e quase empatou aos 14 minutos. Messi tocou para Simeone, que avançou pelo lado direito e cruzou rasteiro. Tagliafico chegou para empurrar para o fundo das redes, mas a zaga espanhola afastou na hora H. Logo na sequência, Messi cobrou escanteio e viu a bola sobrar com Simeone, que mandou por cima do gol de Unai Simón.

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*Gazeta Esportiva – Conteúdo

*Foto destaque: Crédito – Odd Anderson / AFP

 

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