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Flamengo é “amassado” pelo Bragantino

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Esportes / Futebol

No início do segundo tempo, Pulgar ainda foi expulso e deixou o Rubro-Negro com um a menos

Bragança Paulista – SP

A invencibilidade do Flamengo com o técnico Leonardo Jardim acabou na noite desta quinta-feira (2). Isso porque o Rubro-Negro foi muito mal e perdeu para o Red Bull Bragantino por 3 a 0, em partida válida pela nona rodada do Brasileirão, no Estádio Cícero de Souza Marques. No primeiro tempo, Pitta abriu o placar com uma pintura e Gabriel ampliou a vantagem do Massa Bruta com um belo gol. Logo no início da etapa complementar, Pulgar foi expulso e deixou a equipe carioca com um a menos. Pouco depois, Lucas Barbosa fez o terceiro.

Antes do jogo desta noite, o Flamengo de Leonardo Jardim somava três vitórias e dois empates (um deles foi o 0 a 0 com o Fluminense na final do Carioca, que teve triunfo rubro-negro nos pênaltis). O Fla soma 14 pontos e aparece em sexto no Campeonato Brasileiro.

Agora, o Rubro-Negro vira a chave para a décima rodada do Brasileirão. A equipe de Leonardo Jardim vai enfrentar o Santos no domingo (5), a partir das 17h30, no Maracanã.

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O jogo

O Flamengo encontrou dificuldades ao longo do primeiro tempo em Bragança Paulista. Afinal, o Rubro-Negro não conseguiu se impor e viu o Red Bull Bragantino ter mais controle das ações.

Jogadores do Flamengo reunidos no gramado - Gilvan de Souza/Flamengo

Jogadores do Flamengo reunidos no gramado / Foto: Gilvan de Souza / Flamengo

Para completar, os jogadores do Massa Bruta estavam inspirados. Aos 17 minutos, Juninho Capixaba descolou ótimo lançamento para Isidro Pitta, que correu entre Ayrton Lucas e Vitão. O centroavante mostrou categoria ao finalizar de cobertura para colocar o Bragantino em vantagem.

O Flamengo não conseguiu responder e viu o time da casa ampliar a vantagem aos 39 minutos. Mosquera foi acionado em cobrança curta de escanteio e tocou para Gabriel. O volante estava fora da área, mas livre de marcação. Assim, teve tempo para dominar com calma e acertar um chutaço para balançar a rede.

O Bragantino ainda teve uma chance de fazer o terceiro pouco depois, mas não conseguiu a conclusão a gol. Já o Flamengo teve sua melhor chance aos oito minutos, quando Ayrton Lucas recebeu ótimo passe pelo lado esquerdo. O lateral poderia ter cruzado para Pedro, mas mandou direto para Cleiton.

Lance do jogo entre Red Bull Bragantino e Flamengo - Gilvan de Souza/Flamengo

Lance do jogo entre Red Bull Bragantino e Flamengo – Foto: Gilvan de Souza / Flamengo

Na etapa complementar, a situação do Flamengo ficou ainda mais difícil. Isso porque Pulgar acertou o rosto do jogador adversário e foi expulso. Inicialmente, o árbitro apresentou o amarelo, mas logo foi chamado ao monitor do VAR e trocou a cor do cartão.

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Aos dez minutos, o Bragantino anotou o terceiro. Após cobrança de escanteio, Lucas Barbosa subiu para finalizar de cabeça. Rossi ainda tocou na bola, mas não conseguiu evitar o gol.

O Flamengo, inclusive, poderia ter saído de Bragança Paulista com uma derrota ainda mais elástica. O Bragantino chegou a ampliar a vantagem após um contra-ataque, mas o árbitro revisou o lance no monitor do VAR e pegou um toque de mão no início da jogada. Além disso, Rossi fez duas grandes defesas.

Outro Resultado do Brasileirão Série A

Palmeiras 2 x 1 Grêmio

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  • Informações de O Dia – Conteúdo
  • Foto Destaque: Crédito – Gilvan de Souza / Flamengo
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Esportes / Futebol

Espanha bate a Argentina na prorrogação e vence a Copa do Mundo pela segunda vez

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Por André Costa*

Depois de 16 anos, a Espanha pode libertar o grito de “é campeão” da garganta novamente! Neste domingo, a Fúria levou a melhor sobre a Argentina na grande final da Copa do Mundo de 2026, por 1 a 0, e faturou o título mundial pela segunda vez em sua história. O gol da vitória espanhola foi marcado por Ferrán Torres, já no segundo tempo da prorrogação do jogo disputado no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos.

A decisão foi marcada por um amplo domínio espanhol. A Fúria martelou a Argentina durante toda a partida e aproveitou a expulsão de Enzo Fernández no fim do tempo regulamentar para enfim colocar a bola no fundo das redes. Foram 19 chutes até a finalização de Ferrán Torres que furou o gol de Dibu Martínez.

Roteiro repetido

O roteiro do bicampeonato mundial da Espanha faz jus ao primeiro título do país, conquistado em 2010. Naquele ano, o gol da vitória espanhola na final contra a Holanda, por 1 a 0, também foi marcado na prorrogação. O herói daquela vez também foi um jogador do Barcelona: Andrés Iniesta.

Adeus discreto de Messi

Já a provável despedida de Lionel Messi da Copa do Mundo teve sabor amargo. Preso na marcação espanhola, o astro teve atuação discreta na final e acabou amargando o vice, além de não conseguir superar Kylian Mbappé como o maior artilheiro da história da competição. O craque parou nos 21 gols, contra 22 do francês.

Com a derrota, a Argentina perdeu a chance de conquistar o seu quarto título mundial. Além disso, os sul-americanos, que ergueram a taça em 1978, 1986 e 2022, não conseguiram igualar Itália (1934 e 1938) e Brasil (1958 e 1962) como os únicos bicampeões consecutivos do torneio.

Como foi o jogo?

O início da grande final foi eletrizante. Logo aos quatro minutos, Lamine Yamal tabelou com Dani Olmo na entrada da área e chutou rasteiro com a perna esquerda. A bola desviou em Lisandro Martínez, mas Dibu Martínez reagiu rapidamente e fez boa defesa.

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A Argentina respondeu no minuto seguinte. Julián Álvarez roubou a bola no meio de campo e lançou para Messi nas costas da marcação da Espanha. Porém, o goleiro Unai Simón se antecipou e saiu do gol para fazer o corte.

Depois, o jogo ficou morno. Com o controle da posse de bola, os espanhóis só voltaram a chegar ao ataque aos 37 minutos. Após boa jogada coletiva, Oyarzabal recebeu na entrada da área e bateu rasteiro, mas parou em Dibu Martínez. Já aos 42, foi a vez de Cucurella arriscar de longe e levar perigo.

Os argentinos, por sua vez, produziram muito pouco. Os atuais campeões demonstraram dificuldade de escapar da pressão espanhola e terminaram a primeira etapa sem nenhuma finalização a gol.

Segundo tempo

A Espanha continuou tomando a iniciativa após o intervalo. Com menos de um minuto no segundo tempo, Baena costurou pelo lado esquerdo, ajeitou para o meio e bateu colocado, mas Dibu Martínez agarrou. O goleiro da Argentina precisou trabalhar novamente aos 18, em chute de Dani Olmo de fora da área, e aos 21, em cabeceio de Ferrán Torres.

A Fúria incomodou mais uma vez aos 31 minutos. Pedri carregou a bola por dentro após boa troca de passes e mandou em cima de Dibu Martínez. Na sequência, Cubarsí soltou uma pancada de fora da área e parou em mais uma defesa do goleiro argentino. Pressão total da Espanha!

A partida ficou ainda mais complicada para a Argentina após a expulsão de Enzo Fernández. Aos 47 minutos, o jogador cometeu falta dura em Cubarsí, recebeu o segundo cartão amarelo e deixou a equipe com um a menos. A Espanha teve a chance de garantir a vitória aos 52, em cobrança de falta de Lamine Yamal, mas Dibu Martínez espalmou e levou o duelo para a prorrogação.

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Prorrogação

O cenário foi o mesmo no primeiro tempo da prorrogação. Com somente dois minutos, Pedri cruzou na medida para Nico Williams, que desviou de cabeça e parou em uma defesaça de Dibu Martínez. A Espanha chegou a abrir o placar com Nico Williams, aos cinco minutos, mas o tento foi anulado por uma falta de Merino em Otamendi.

Nas cordas, a Argentina tinha enorme dificuldade para ultrapassar a linha do meio-campo. Enquanto isso, os espanhóis desperdiçaram mais uma oportunidade aos 12 minutos. Nico Williams dominou pelo lado esquerdo e cruzou para Merino, que cabeceou para o chão e viu a bola raspar a trave.

Segundo tempo

Como diz o ditado, água mole em pedra dura, tanto bate até que fura. E o gol da Espanha enfim saiu no primeiro minuto do segundo tempo da prorrogação. Pedro Porro conduziu pelo lado direito e cruzou na segunda trave, para Nico Williams, que ajeitou de cabeça para o meio da área. Ferrán Torres chegou fuzilando com a perna esquerda e colocou os espanhóis em vantagem.

A Fúria chegou a ampliar o marcador aos sete minutos, mais uma vez por meio de Ferrán Torres. No entanto, o gol acabou sendo invalidado por impedimento.

A Argentina não se entregou e quase empatou aos 14 minutos. Messi tocou para Simeone, que avançou pelo lado direito e cruzou rasteiro. Tagliafico chegou para empurrar para o fundo das redes, mas a zaga espanhola afastou na hora H. Logo na sequência, Messi cobrou escanteio e viu a bola sobrar com Simeone, que mandou por cima do gol de Unai Simón.

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*Gazeta Esportiva – Conteúdo

*Foto destaque: Crédito – Odd Anderson / AFP

 

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