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Com estreia de Paquetá no Maracanã, Flamengo empata com Internacional pelo Brasileirão

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Esportes / Futebol

Clube gaúcho saiu na frente, mas Arrascaeta empatou para o Rubro-Negro de pênalti

Rio de Janeiro / RJ

O Flamengo empatou com o Internacional em 1 a 1 na noite desta quarta-feira (4), no Maracanã, pela 2ª rodada do Campeonato Brasileiro. Borré abriu o placar para a equipe gaúcha, e Arrascaeta empatou de pênalti. A partida marcou o reencontro de Lucas Paquetá com o Maracanã, e contou com um mosaico da torcida em homenagem ao meia.

O Rubro-Negro segue em uma sequência de quatro jogos sem vitória, mas soma o primeiro ponto na competição e sobe para o 13ª lugar.

A equipe de Filipe Luís volta a campo para enfrentar o Sampaio Corrêa neste sábado (7), às 21h, no Maracanã, pela 6ª rodada do Campeonato Carioca. O time busca a vitória para tentar escapar do quadrangular de rebaixamento e avançar às quartas de final do Estadual.

O jogo

O Internacional começou a partida com mais posse de bola nos primeiros cinco minutos, mas depois, as ações se equilibraram e o time de Filipe Luís começou a subir a marcação, retomando o controle do jogo. A primeira finalização foi aos nove minutos, quando Arrascaeta cruzou a bola na área em cobrança de falta, e Cebolinha cabeceou à direita do gol, sem perigo. Já aos 13 minutos, o camisa 10 levantou a bola na área novamente, mas ela passou por todo mundo e acabou nas mãos de Rochet.

Lucas Paquetá disputa bola contra defensores do Internacional - Gilvan de Souza / Flamengo

Lucas Paquetá, contratação milionária do Flamengo, continua “devendo” / Foto: Gilvan de Souza – Flamengo FR

O clube gaúcho, então, conseguiu chegar com Carbonero e Paulinho, ambos os lances pelo lado direito da defesa rubro-negra. A primeira finalização foi para fora, e a segunda, o goleiro Rossi defendeu. Enquanto isso, o Flamengo seguia buscando jogadas aéreas para vencer a marcação colorada, que montou uma linha de cinco defensores. Em uma delas, Pulgar cabeceou em um defensor do Internacional. Logo depois, aos 22 minutos, De la Cruz acionou Bruno Henrique, que cruzou para Arrascaeta tentar uma bicicleta, mas Bruno Gomes tirou a bola e sofreu a falta.

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Na sequência, Arrascaeta tentou cruzamento e Vitinho afastou, mas Paquetá deu um voleio de primeira na entrada da área, para defesa de Rochet. O Flamengo também tentou chegar ao gol com finalizações de Cebolinha e Alex Sandro, pela esquerda, ambas para fora. O Inter seguia apostando em um sistema defensivo sólido e tentou chutes em contra-ataques, com Ronaldo e Vitinho.

Então, no final da primeira etapa, o Rubro-Negro apertou a marcação na saída adversária e teve boas chances. Aos 40 minutos, o camisa 10 uruguaio recebeu cruzamento dentro da área e chutou, mas Vitor Gabriel chegou no último momento para bloquear. Mas foi o Internacional que abriu o placar já nos acréscimos. Após passe errado de Paquetá, o Colorado iniciou um contra-ataque que terminou com Carbonero tocando para Borré limpar Léo Ortiz e finalizar.

O segundo tempo começou movimentado, com chances para os dois lados, incluindo uma de Carbonero, com defesa de Rossi, logo com 20 segundos. Aos cinco minutos, Arrascaeta cruzou para Paquetá, que mesmo livre, cabeceou à direita do gol. Logo depois, Cebolinha cortou para dentro e chutou na intermediária, mas a bola saiu por cima.

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O Flamengo seguia com mais posse de bola, enquanto o Internacional seguiu se defendendo e apostando em contra-ataques, até que aos 20 minutos, Bernabei cometeu pênalti ao pisar no tornozelo de Varela, e Arrascaeta converteu para empatar o duelo. Depois disso, o Rubro-Negro seguiu pressionando, buscando a virada. Aos 29 minutos, Arrascaeta recebeu a bola, com a defesa adversária exposta, e tocou para Carrascal, que entrou no lugar de Paquetá e chutou cruzado para defesa de Rochet.

A equipe de Filipe Luís passou os últimos minutos do jogo tentando pressionar, apostando em jogadas invididuais e cruzamentos, mas com pouca criação, contra um Internacional recuado, causando passes errados dos atletas flamenguistas. Em alguns momentos, Pedro tentava fazer o pivô, mas era desarmado pelos defensores, enquanto as finalizações rubro-negras eram bloqueadas. Em uma das últimas chances, Samuel Lino invadiu a área e cruzou rasteiro, mas a defesa afastou. O rubro-negro carioca poderia contabilizar mais uma derrota, mas Alan Patrick e Aguirre, nos acrésimo perdeu boas chances.

Os muros da Gávea amanheceram pichados pedindo a saída do técnico Felipe Luís.

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  • Com informações de O Dia.
  • Foto Destacada: Crédito – Gilvan de Souza / Flamengo FR
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Esportes / Futebol

Espanha bate a Argentina na prorrogação e vence a Copa do Mundo pela segunda vez

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Por André Costa*

Depois de 16 anos, a Espanha pode libertar o grito de “é campeão” da garganta novamente! Neste domingo, a Fúria levou a melhor sobre a Argentina na grande final da Copa do Mundo de 2026, por 1 a 0, e faturou o título mundial pela segunda vez em sua história. O gol da vitória espanhola foi marcado por Ferrán Torres, já no segundo tempo da prorrogação do jogo disputado no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos.

A decisão foi marcada por um amplo domínio espanhol. A Fúria martelou a Argentina durante toda a partida e aproveitou a expulsão de Enzo Fernández no fim do tempo regulamentar para enfim colocar a bola no fundo das redes. Foram 19 chutes até a finalização de Ferrán Torres que furou o gol de Dibu Martínez.

Roteiro repetido

O roteiro do bicampeonato mundial da Espanha faz jus ao primeiro título do país, conquistado em 2010. Naquele ano, o gol da vitória espanhola na final contra a Holanda, por 1 a 0, também foi marcado na prorrogação. O herói daquela vez também foi um jogador do Barcelona: Andrés Iniesta.

Adeus discreto de Messi

Já a provável despedida de Lionel Messi da Copa do Mundo teve sabor amargo. Preso na marcação espanhola, o astro teve atuação discreta na final e acabou amargando o vice, além de não conseguir superar Kylian Mbappé como o maior artilheiro da história da competição. O craque parou nos 21 gols, contra 22 do francês.

Com a derrota, a Argentina perdeu a chance de conquistar o seu quarto título mundial. Além disso, os sul-americanos, que ergueram a taça em 1978, 1986 e 2022, não conseguiram igualar Itália (1934 e 1938) e Brasil (1958 e 1962) como os únicos bicampeões consecutivos do torneio.

Como foi o jogo?

O início da grande final foi eletrizante. Logo aos quatro minutos, Lamine Yamal tabelou com Dani Olmo na entrada da área e chutou rasteiro com a perna esquerda. A bola desviou em Lisandro Martínez, mas Dibu Martínez reagiu rapidamente e fez boa defesa.

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A Argentina respondeu no minuto seguinte. Julián Álvarez roubou a bola no meio de campo e lançou para Messi nas costas da marcação da Espanha. Porém, o goleiro Unai Simón se antecipou e saiu do gol para fazer o corte.

Depois, o jogo ficou morno. Com o controle da posse de bola, os espanhóis só voltaram a chegar ao ataque aos 37 minutos. Após boa jogada coletiva, Oyarzabal recebeu na entrada da área e bateu rasteiro, mas parou em Dibu Martínez. Já aos 42, foi a vez de Cucurella arriscar de longe e levar perigo.

Os argentinos, por sua vez, produziram muito pouco. Os atuais campeões demonstraram dificuldade de escapar da pressão espanhola e terminaram a primeira etapa sem nenhuma finalização a gol.

Segundo tempo

A Espanha continuou tomando a iniciativa após o intervalo. Com menos de um minuto no segundo tempo, Baena costurou pelo lado esquerdo, ajeitou para o meio e bateu colocado, mas Dibu Martínez agarrou. O goleiro da Argentina precisou trabalhar novamente aos 18, em chute de Dani Olmo de fora da área, e aos 21, em cabeceio de Ferrán Torres.

A Fúria incomodou mais uma vez aos 31 minutos. Pedri carregou a bola por dentro após boa troca de passes e mandou em cima de Dibu Martínez. Na sequência, Cubarsí soltou uma pancada de fora da área e parou em mais uma defesa do goleiro argentino. Pressão total da Espanha!

A partida ficou ainda mais complicada para a Argentina após a expulsão de Enzo Fernández. Aos 47 minutos, o jogador cometeu falta dura em Cubarsí, recebeu o segundo cartão amarelo e deixou a equipe com um a menos. A Espanha teve a chance de garantir a vitória aos 52, em cobrança de falta de Lamine Yamal, mas Dibu Martínez espalmou e levou o duelo para a prorrogação.

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Prorrogação

O cenário foi o mesmo no primeiro tempo da prorrogação. Com somente dois minutos, Pedri cruzou na medida para Nico Williams, que desviou de cabeça e parou em uma defesaça de Dibu Martínez. A Espanha chegou a abrir o placar com Nico Williams, aos cinco minutos, mas o tento foi anulado por uma falta de Merino em Otamendi.

Nas cordas, a Argentina tinha enorme dificuldade para ultrapassar a linha do meio-campo. Enquanto isso, os espanhóis desperdiçaram mais uma oportunidade aos 12 minutos. Nico Williams dominou pelo lado esquerdo e cruzou para Merino, que cabeceou para o chão e viu a bola raspar a trave.

Segundo tempo

Como diz o ditado, água mole em pedra dura, tanto bate até que fura. E o gol da Espanha enfim saiu no primeiro minuto do segundo tempo da prorrogação. Pedro Porro conduziu pelo lado direito e cruzou na segunda trave, para Nico Williams, que ajeitou de cabeça para o meio da área. Ferrán Torres chegou fuzilando com a perna esquerda e colocou os espanhóis em vantagem.

A Fúria chegou a ampliar o marcador aos sete minutos, mais uma vez por meio de Ferrán Torres. No entanto, o gol acabou sendo invalidado por impedimento.

A Argentina não se entregou e quase empatou aos 14 minutos. Messi tocou para Simeone, que avançou pelo lado direito e cruzou rasteiro. Tagliafico chegou para empurrar para o fundo das redes, mas a zaga espanhola afastou na hora H. Logo na sequência, Messi cobrou escanteio e viu a bola sobrar com Simeone, que mandou por cima do gol de Unai Simón.

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*Gazeta Esportiva – Conteúdo

*Foto destaque: Crédito – Odd Anderson / AFP

 

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