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III Salão Business reuniu segmento de locação de veículos

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Depois de um período em que vários segmentos de serviços e de outros setores sofrerem com a pandemia, a esperança de retomada consistente das atividades econômicas parece ter se consolidada.

Nesse cenário, foi realizado o III Salão Business do setor de locação de veículos, pelo Sindloc do Espírito Santo que reúne um número considerável de associados dessa atividade econômica capixaba. O evento aconteceu dia 24, nas dependências do Hotel Confort Suites, em Vitória, com grande número de participantes.

Na abertura do III Salão de Negócios, o presidente do Sindicato de Locadores de Veículos, Luiz Felipe Coser Nemer, falou do objetivo daquela iniciativa que, segundo ele, era compartilhar conhecimentos e discussões sobre o setor, favorecendo um ambiente de network entre os associados e gerar novos negócios.

Após o pronunciamento do presidente, teve início o ciclo de palestras, sendo a primeira proferida por Paulo Miguel Júnior, que apresentou o Anuário e os números do setor no Estado do Espírito Santo. Ao fim da apresentação houve uma rodada de negócios, quando representantes das empresas desse segmento se reuniram para tratar de possíveis fechamentos de parcerias e realizar negócios.

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Na segunda palestra, muito concorrida, o economista Arilton Teixeira abordou o “Crescimento e Inflação gerando Incerteza no Brasil e no Mundo”. Apresentou todo o cenário atual e o que vislumbra no futuro próximo para a economia do País.

Logo após a palestra foi a vez de dar espaço para que representantes de empresas como a Nantes Tech, com José Costa Muniz Netto; Ituran, com Paulo Henrique Andrade; Grupo Líder, com Adhemar Martinelli e Paulo Henrique Daltin; e ainda Felipe Augusto Serra Reis, da Vai.

Mais uma rodada de negócios e uma parada para o cofee break.

A terceira palestra foi com o advogado Bruno Da Luz, que falou sobre “Considerações sobre o PERSE (Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos”, importante para o reaquecimento das atividades de locações de veículos.

Depois, mais uma leva de apresentação dos patrocinadores do evento, como o de Renato Silva, pelo Bradesco e Azet Cade Gerde e apresentação do carro D1, da concessionária Vitória Motors. Nesse momento todos os participantes foram convidados a conhecer o veículo elétrico no estacionamento do Confort Suites. A curiosidade e encantamento foi geral.

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Retomada as atividades do Salão de Negócios, foi a vez do representante e um dos sócios da AutoBahn, Hudson Ramos, falar da tecnologia da sua empresa disponibilizada para as locadoras.

A quarta e última palestra coube a Felipe Lomeu que falou sobre “Como a tecnologia digital pode disruptar o mercado das locadoras de veículos? ”.

Depois foram feitos sorteios para os participantes, seguido de um coquetel.

Para os participantes do III Salão Business, promovido pelo Sindloc, o evento foi um sucesso e alcançou seus objetivos.

 

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Nascida com investimento de R$ 360, Borana quer faturar R$ 32 milhões em 2026

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Marca beachwear de São Mateus ganhou mercado externo, cinco lojas físicas e 150 funcionários partindo de um investimento inicial de R$ 360

Por João Flávio Figueiredo* | Vitória – ES

A marca de beachwear Borana, fundada em São Mateus, no norte do Espírito Santo, projeta faturamento superior a R$ 32 milhões em 2026. No ano passado, a empresa registrou R$ 28 milhões em receita com uma produção anual em torno de 360 mil peças. A marca conta com uma fábrica, cinco lojas físicas no Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo e emprega 150 pessoas.

O número é resultado de uma jornada forjada na escassez, com capital próprio e sem investidor externo. Em 2010, a família começou a produzir biquínis sob medida para a filha, que estudava em Vitória. 

Empresário Jorge Aguiar recebeu a medalha Mérito Empreendedor, honraria da Findes / Foto: Divulgação

“O produto circulou entre amigas, os pedidos cresceram e, em seis meses, a marca começou a receber um volume relevante de encomendas. Eu tocava flauta na noite para fazer renda e juntei R$ 360 para comprar alguns metros de tecido”, lembra Jorge Aguiar, sócio-fundador da Borana.

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A empresa tocada pela família Aguiar. O criativo fica a cargo de Patiara, filha do casal Inânia, esposa de Jorge, cuida da produção. Moreno, o filho, completa o quadro societário.

O salto de visibilidade veio em 2016, quando a Borana foi selecionada para participar de um desfile do São Paulo Fashion Week. A marca ganhou o desfile solo na semana de moda de Macau e ganhou popularidade ao ter uma peça usada pela cantora Anitta em 2020.

Hoje, 70% da produção é realizada na fábrica própria em São Mateus, que emprega 108 funcionários. Os 30% restantes são distribuídos por uma rede de aproximadamente 50 costureiras independentes que trabalham de casa, concentradas principalmente na Grande Vitória.

No exterior, a Borana exporta para a Europa, Estados Unidos, América Latina e Ásia. O mercado externo representa, na média, 10% do faturamento, mas Aguiar considera a presença internacional estratégica para o posicionamento da marca no Brasil. 

“Quando você fala que está exportando para esses países, valoriza o produto internamente”, afirmou. “Mas sempre valorizamos a nossa origem em vez de buscar as tendências estrangeiras. Tornamos o produto local uma referência no Brasil e no mundo”.

Para sustentar o crescimento, a Borana fez recentemente um investimento de R$ 1,3 milhão em uma sala de corte automatizada. A aquisição busca aumentar a velocidade e a precisão do processo de corte, que antes era feito manualmente. 

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O próximo passo em análise é a adoção de um modelo de franquias, embora Aguiar considere que a empresa ainda precisa aumentar a produtividade para adotar esse modelo.

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  • O autor assina a coluna Folha Business – Conteúdo
  • Foto destaque: Divulgação / Borana
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