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Acidente Grave

Helicóptero da Marinha cai e deixa dois mortos em Goiás

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BRASIL

Dois fuzileiros navais da Marinha morreram, na tarde desta terça-feira, 8, na queda de um helicóptero em Formosa, em Goiás. Outros seis militares estavam na aeronave e se feriram, mas sobreviveram – dois foram levados ao Hospital das Forças Armadas e os outros quatro ao Hospital Regional de Formosa, segundo a Marinha. O nome das vítimas e o estado de saúde dos sobreviventes não haviam sido divulgados até a publicação desta reportagem.

O helicóptero é um UH-15 Super Cougar pertencente ao 2.º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral, e estava sendo usado em exercício operativo realizado na região de Formosa, informou a Marinha em nota. As vítimas foram atendidas pela Unidade Médica Expedicionária da Marinha, no local foram levadas aos hospitais.

Ainda segundo a Marinha, a Comissão de Investigação de Acidente Aeronáutico iniciou os procedimentos para apurar as causas e circunstâncias do ocorrido.

Em nota assinada pelo ministro José Mucio Monteiro Filho, o Ministério da Defesa também lamentou, “com profundo sentimento de tristeza e pesar”, o acidente e a morte dos dois militares. “O Ministério da Defesa presta as condolências pela irreparável perda aos familiares e amigos dos militares, vitimados no cumprimento do dever”.

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A nota reafirma que a Comissão de Investigação de Acidente Aeronáutico já iniciou os procedimentos para apurar as causas e as circunstâncias do acidente.

Veja na íntegra a nota da Marinha

A Marinha do Brasil (MB) informa a ocorrência, na tarde desta terça-feira (08/08), de um acidente com uma aeronave UH-15 Super Cougar, pertencente ao 2o Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral, durante exercício operativo realizado na região de Formosa (GO).

Por meio do apoio imediato da Unidade Médica Expedicionária da Marinha, no local, dois militares foram socorridos e encaminhados ao Hospital das Forças Armadas e quatro ao Hospital Regional de Formosa. Lamentavelmente, dois militares vieram a óbito no momento do acidente.

A MB informa, ainda, que a Comissão de Investigação de Acidente Aeronáutico iniciou os procedimentos para apurar as causas e circunstâncias do ocorrido.

A MB está prestando todo o apoio aos militares e familiares envolvidos.

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* Com informações do Extra / Foto: Divulgação – Marinha do Brasil

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BRASIL

Juiz encontrado morto em carro incendiado em SP já foi delegado no ES

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Gustavo de Castro Campos ingressou na corporação em 2014, mas deixou a instituição após realizar apenas o curso de formação

O juiz Gustavo de Castro Campos, do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), foi encontrado morto dentro de um carro em chamas na área rural de São João da Boa Vista, no interior paulista, nessa quarta-feira (7). Antes de atuar na magistratura paulista, ele teve passagens pela Polícia Civil do Espírito Santo (PCES) e pelo Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES), em 2014.

O corpo estava carbonizado dentro do veículo, localizado em uma área pertencente a uma fazenda. O caso é tratado como morte suspeita, e a Polícia Civil de São Paulo vai investigar as causas.

Segundo informações apuradas pelo Metrópoles, trabalhadores rurais encontraram o carro enquanto operavam uma retroescavadeira e usaram terra para apagar as chamas. Dentro do veículo, havia uma habilitação em nome do magistrado.

A Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros atenderam à ocorrência. Gustavo de Castro Campos atuava na Comarca de Mococa e integrava os quadros do TJSP havia 12 anos, com passagens também pelas Comarcas de Tambaú e Leme.

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Juiz teve passagens pela Polícia Civil e pelo TJES

A Polícia Civil do Espírito Santo informou que Campos ingressou na instituição em 19 de maio de 2014 e se desligou em 2 de setembro do mesmo ano.

Conforme a corporação, ele realizou apenas o Curso de Formação na Academia de Polícia Civil do Espírito Santo (Acadepol) durante o período.

O Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES) também confirmou que Gustavo de Castro Campos teve uma breve passagem pela magistratura capixaba. Ele foi nomeado em 1º de setembro de 2014 e pediu exoneração em 13 de outubro daquele ano.

Formado em Direito pelo Centro Universitário Braz Cubas, o juiz tinha duas especializações.

Processo contra advogado foi arquivado

O magistrado já havia sido processado por suposta ofensa à honra de um advogado, conforme apuração do Metrópoles. O Órgão Especial do TJSP concluiu que a acusação não se sustentava e arquivou o caso.

De acordo com os autos, a discussão ocorreu durante um julgamento, quando o juiz questionou a técnica empregada pelo advogado. O defensor respondeu que o magistrado deveria trabalhar “direito” ou se aposentar.

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O TJSP apontou que o advogado teve “comportamento provocativo” e considerou que o juiz perdeu a paciência diante de uma situação extrema. Segundo os autos, o reclamante havia sido condenado em primeiro grau por desacato contra outro juiz.

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  • FV / Com informações do Metrópoles
  • Foto Destaque: Reprodução / Instagram
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