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Acidente Grave

Avião bate em árvores e faz pouso forçado às margens de rodovia em Goiás

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Piloto ficou ferido e foi encaminhado para o hospital; aeronave estava carregada com defensivos agrícolas.

Um piloto ficou ferido após um avião fazer um pouso forçado às margens da GO-305, em Catalão, no Sudeste Goiano, na manhã desta segunda-feira (1°). As informações são do Corpo de Bombeiros da cidade. Em imagens divulgadas pelos militares, é possível ver a aeronave destruída.

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Os bombeiros foram acionados e encaminharam o piloto, que não teve o nome divulgado, para um hospital particular. Ele teve ferimentos leves. Até o momento da reportagem, o estado de saúde dele ainda não tinha sido atualizado.

Conforme os militares, a aeronave estava carregada com defensivos agrícolas e precisou pousar, batendo contra duas árvores. Testemunhas contaram aos bombeiros que a aeronave perdeu potência, o que teria obrigado o piloto a descarregar os defensivos antes do pouso de emergência.

Testemunhas contaram aos bombeiros que a aeronave perdeu potência, o que teria obrigado o piloto a descarregar os defensivos antes do pouso de emergência.

 Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás

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Informações do site de consultas de aeronaves cadastradas no Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB), da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), apontam que a aeronave tinha situação de aeronavegabilidade normal.

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* Informações do portal Itatiaia – conteúdo

* Fotos: Corpo de Bombeiros do Estado de Goiás

 

 

 

 

 

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Cúpula da PF coloca cargos à disposição após afastamento de Andrei

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Nota é resposta à decisão do ministro André Mendonça. Documento assinado por 11 dirigentes da corporação manifesta apoio ao então diretor-geral e ao diretor de Inteligência, Leandro Almada

Por Armando Holanda* | Brasília (DF)

Os diretores da Polícia Federal colocaram seus cargos à disposição nesta terça-feira (8/9), em reação à decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou o afastamento preventivo do diretor-geral da corporação, Andrei Rodrigues, e do diretor de Inteligência, Leandro Almada.

Em nota divulgada horas depois da decisão, integrantes da cúpula da PF manifestaram “total apoio” aos dois delegados e classificaram como “injustificados” os ataques sofridos pela instituição. Os cargos foram colocados à disposição de William Marcel Murad, que assume interinamente o comando da Polícia Federal.

No comunicado, os diretores saem em defesa da trajetória de Andrei e afirmam que o delegado mantém uma atuação “técnica, isenta e responsável”. O texto também rebate as acusações direcionadas à atuação da corporação.

Andrei Rodrigues foi afastado do comando da PF por decisão de André Mendonça nesta terça-feira (8/9) -  (crédito:  Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)

“Narrativas marcadamente influenciadas por interesses político-eleitorais não têm o poder de apagar a história, a reputação e a trajetória profissional de quem quer que seja”, diz um trecho da manifestação.

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A reação da cúpula da PF ocorre após Mendonça determinar o afastamento de Andrei e Almada. A decisão atingiu diretamente o núcleo de comando da instituição e abriu uma nova frente de tensão entre a Polícia Federal e o Supremo.

“Assim, cumprindo nosso dever de defender a Instituição de ataques e tentativas de usurpação de funções, e assegurando o interesse público na manutenção de uma Polícia Federal capaz de promover justiça e assegurar o Estado Democrático de Direito, tornamos público nosso apoio aos diretores”, afirmam.

Os dirigentes também fazem uma defesa explícita da atuação institucional da corporação. “Para que fique absolutamente claro, repudiamos toda e qualquer tentativa de imputar a eles ou à Polícia Federal uma atuação não republicana. Tais acusações, desprovidas de fundamento, afrontam a história, a credibilidade e o compromisso institucional que sempre pautaram suas condutas. Neste ato, colocamos nossos cargos à disposição do Diretor-Geral substituto.”

A nota é assinada por 11 integrantes da direção da PF, responsáveis por áreas como combate ao crime organizado e à corrupção, crimes cibernéticos, cooperação internacional, polícia administrativa, gestão de pessoas, perícia, proteção à pessoa, tecnologia e Amazônia e meio ambiente.

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  • Matéria do Correio Braziliense – Conteúdo
  • Foto Destaque: Reprodução / Redes Sociais
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