VITÓRIA
Pesquisar
Close this search box.

Tragédia Aérea

Acidente aéreo no Amazonas causa a morte de 12 passageiros e 2 tripulantes

Publicados

BRASIL

Região enfrenta fortes chuvas e acidente pode ter sido provocado por ‘pouso frustrado’

Uma catástrofe aérea envolveu um Embraer EMB-110 “Bandeirante” operado pela ManausAerotáxi, resultando na morte de 14 pessoas, incluindo dois membros da tripulação. O voo tinha partido de Manaus com destino a Barcelos. A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) confirmou que a aeronave estava com sua situação regularizada.

O governador Wilson Lima declarou apoio imediato às famílias e assegurou que todas as medidas cabíveis estão sendo tomadas. 

Ainda não há informações definitivas sobre a causa do acidente, mas o clima adverso pode ter sido um fator. De acordo com relatórios da Defesa Civil, fortes chuvas atingiram a área na hora do incidente. O Secretário de Segurança Pública, Coronel Vinícius Almeida, apontou que, segundo testemunhas locais, a aeronave pousou, mas não conseguiu frear a tempo.

Os corpos das vítimas foram levados para um ginásio em Barcelos e serão posteriormente transferidos para o IML de Manaus. A Força Aérea Brasileira (FAB) confirmou que uma investigação sobre o acidente já foi iniciada.

Leia Também:  Deolane Bezerra é presa em operação contra lavagem de dinheiro ligada ao PCC

Barcelos, famosa por seu ecoturismo e pesca esportiva, está atualmente em sua temporada alta, que se estende de setembro a fevereiro.

——————————————————————————————————————————————-

  • Com informações de agências de notícias / Foto: Divulgação – Governo do Amazonas / Vídeo CNN
COMENTE ABAIXO:
Propaganda

BRASIL

Delegados da PF pedem que Gonet se declare impedido para apurar relatório

Publicados

em

A Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF) quer que Gonet se retire de investigações com citações ao Procurador Geral da República

Por Manuela de Moura e Luana Patriolino* | Brasília (F)

A ADPF pediu neste sábado (5) que o procurador geral da República, Paulo Gonet, se declare impedido de atuar na apuração sobre a elaboração de um relatório da Polícia Federal (PF) relacionado à Operação Compliance Zero.

A ADPF argumenta que Gonet deveria se declarar impedido porque seu nome aparece no próprio relatório que está sendo analisado pela PGR. A entidade cita o artigo 258 do Código de Processo Penal, que estende aos integrantes do Ministério Público as regras de impedimento e suspeição aplicadas aos juízes.

“Independentemente de qualquer juízo sobre intenções, que a ADPF não formula, o efeito objetivo da medida é intimidatório sobre os investigadores”, afirmou a associação.

A entidade também questionou o fato de a apuração ter como alvo os policiais responsáveis pela elaboração do documento, e não a decisão judicial que determinou sua produção.

Para a ADPF, responsabilizar os executores por cumprir uma ordem judicial transfere aos investigadores uma controvérsia que, na avaliação da associação, deve ser discutida no próprio STF.

Leia Também:  Capital da Paraíba pode mudar de nome

“Se a Procuradoria-Geral da República entende que a decisão determinante do relatório é irregular ou que deveria ter sido previamente comunicada, a via própria é o processo perante o Supremo Tribunal Federal”, afirmou a associação.

Relatório da Policia Federal

– A controvérsia envolve um relatório produzido pela PF a pedido do ministro André Mendonça, do STF

– O documento reuniu informações sobre mensagens e contatos do banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, com autoridades, entre elas o ministro Alexandre de Moares e o próprio Paulo Gonet.

– Após retirar o sigilo do relatório, Mendonça determinou que os elementos apresentados fossem analisados e solicitou manifestação da PGR.

– Na sequência, o presidente do STF, ministro Edson Fachin, passou a conduzir os procedimentos relacionados ao caso e pediu esclarecimentos à Procuradoria sobre a elaboração do documento.

– A PGR informou a Fachin que abriu o Procedimento de Controle Externo da Atividade Policial para apurar se houve eventual ordem ou interferência externa que pudesse ter comprometido o conteúdo do relatório.

– Segundo a Procuradoria, o Ministério Público não foi comunicado sobre a determinação para a produção do material.

Leia Também:  Anderson Torres chega ao Brasil e é preso pela Polícia Federal

– A PGR sustenta que a ausência de comunicação impediu o exercício do controle externo da atividade policial durante a elaboração do documento.

– Além do impedimento de Gonet, a associação pediu o arquivamento do procedimento instaurado pela PGR, sob o argumento de que o instrumento seria inadequado para questionar uma decisão do STF.

A entidade também defendeu que os fatos revelados pela Operação Compliance Zero sejam investigados “em toda a sua extensão”, sem seletividade em relação às autoridades envolvidas.

A ADPF afirmou ainda que prestará assistência aos delegados e servidores eventualmente alcançados por procedimentos instaurados nas circunstâncias questionadas.

“Assegurar que ninguém seja responsabilizado por cumprir ordem judicial não é defesa corporativa: é defesa da capacidade do Estado brasileiro de investigar sem receio de retaliação”, declarou a entidade.

——————————————————————-

  • Matéria do Metrópoles – Conteúdo
  • Foto destaque: Crédito – Breno Esaki / Metrópolis

 

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

GERAL

POLÍTICA & GOVERNO

CIDADES

TURISMO

MAIS LIDAS DA SEMANA