Incidente Aéreo
Motor de avião explode após decolagem e piloto faz pouso de emergência em São Paulo
BRASIL
Incidente ocorreu segundos após a decolagem
Um avião com destino a Atlanta, nos Estados Unidos, realizou um pouso de emergência no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, na noite de domingo, após uma explosão em uma das turbinas logo depois da decolagem. A aterrissagem foi concluída com sucesso e não houve feridos. Com as explosões, parte do material chamuscado caiu no gramado ao lado da pista e iniciou um incêndio. A torre de controle do Aeroporto de Guarulhos percebeu o ocorrido e comunicou o piloto, que precisou retornar à pista. O voo estava lotado, com 272 passageiros e 14 tripulantes.

Airbus A330-300 da Delta Air Lines / Foto: Reprodução – Internet
A aeronave, um Airbus A330-300 da Delta Air Lines, decolou às 23h49 com todos os assentos ocupados, segundo informações da TV Globo. Poucos segundos após a saída, houve uma explosão na turbina localizada no lado esquerdo do avião.
Fragmentos queimados da turbina caíram na área de grama ao lado da pista, o que provocou um incêndio. O fogo foi controlado e apagado em poucos minutos.
‘Mayday’
A torre de controle identificou o problema e avisou o piloto, que decidiu retornar ao aeroporto. Durante a emergência, o piloto declarou “mayday”, enquanto equipes de bombeiros do aeroporto foram acionadas.
Segundo dados da plataforma Flightradar24, o voo teve duração total de aproximadamente nove minutos e 12 segundos. Por causa do incidente, outros voos sofreram adiamento.
Um vídeo do momento foi divulgado por canais de aviação no Youtube. A rota prevista era de Guarulhos para Atlanta, no estado da Geórgia. A decolagem estava programada para 23h40, com chegada prevista às 7h40.
Em seu site oficial, a Delta Air Lines informou que cancelou o voo DL0104 devido a problemas mecânicos e pediu desculpas pelo inconveniente.
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- Reprodução de matéria da mídia
- Foto Destaque: Reprodução
BRASIL
Cúpula da PF coloca cargos à disposição após afastamento de Andrei
Nota é resposta à decisão do ministro André Mendonça. Documento assinado por 11 dirigentes da corporação manifesta apoio ao então diretor-geral e ao diretor de Inteligência, Leandro Almada
Por Armando Holanda* | Brasília (DF)
Os diretores da Polícia Federal colocaram seus cargos à disposição nesta terça-feira (8/9), em reação à decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou o afastamento preventivo do diretor-geral da corporação, Andrei Rodrigues, e do diretor de Inteligência, Leandro Almada.
Em nota divulgada horas depois da decisão, integrantes da cúpula da PF manifestaram “total apoio” aos dois delegados e classificaram como “injustificados” os ataques sofridos pela instituição. Os cargos foram colocados à disposição de William Marcel Murad, que assume interinamente o comando da Polícia Federal.
No comunicado, os diretores saem em defesa da trajetória de Andrei e afirmam que o delegado mantém uma atuação “técnica, isenta e responsável”. O texto também rebate as acusações direcionadas à atuação da corporação.

“Narrativas marcadamente influenciadas por interesses político-eleitorais não têm o poder de apagar a história, a reputação e a trajetória profissional de quem quer que seja”, diz um trecho da manifestação.
A reação da cúpula da PF ocorre após Mendonça determinar o afastamento de Andrei e Almada. A decisão atingiu diretamente o núcleo de comando da instituição e abriu uma nova frente de tensão entre a Polícia Federal e o Supremo.
“Assim, cumprindo nosso dever de defender a Instituição de ataques e tentativas de usurpação de funções, e assegurando o interesse público na manutenção de uma Polícia Federal capaz de promover justiça e assegurar o Estado Democrático de Direito, tornamos público nosso apoio aos diretores”, afirmam.
Os dirigentes também fazem uma defesa explícita da atuação institucional da corporação. “Para que fique absolutamente claro, repudiamos toda e qualquer tentativa de imputar a eles ou à Polícia Federal uma atuação não republicana. Tais acusações, desprovidas de fundamento, afrontam a história, a credibilidade e o compromisso institucional que sempre pautaram suas condutas. Neste ato, colocamos nossos cargos à disposição do Diretor-Geral substituto.”
A nota é assinada por 11 integrantes da direção da PF, responsáveis por áreas como combate ao crime organizado e à corrupção, crimes cibernéticos, cooperação internacional, polícia administrativa, gestão de pessoas, perícia, proteção à pessoa, tecnologia e Amazônia e meio ambiente.
- Matéria do Correio Braziliense – Conteúdo
- Foto Destaque: Reprodução / Redes Sociais
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