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Primeiras cédulas do real vão sair de circulação

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Brasil / Economia

Rede bancária será a responsável pelo recolhimento. As notas, no entanto, podem continuar a ser utilizadas normalmente

Brasília / DF

As cédulas da primeira família do Real vão sair de circulação, conforme determinação do Banco Central. No entanto, a nota não perde seu valor, e a população pode continuar utilizando-as normalmente nas suas transações diárias, tanto para pagamentos como recebimentos.

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Sede do Banco Central / Brasília

A Instrução Normativa BCB Nº 488 estabelece que os bancos serão os responsáveis pelo recolhimento das cédulas. Ao receber as notas, as instituições financeiras devem encaminhar para a autoridade monetária para substituí-las por novas.

A decisão de recolhimento acontece pois as cédulas possuem um tempo de vida útil que interfere nas condições físicas. Cédulas em condições não adequadas à circulação geram dificuldades logísticas para toda a cadeia de execução dos serviços de meio circulante e também dificultam o reconhecimento de seus elementos de segurança por parte da população.

A primeira família do real foi lançada em 1994, ao substituir o cruzeiro real. De acordo com o Banco Central, as cédulas da primeira família correspondem 3% das notas em circulação.

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Entre as notas a serem recolhidas está a de dez reais em polímero comemorativa aos 500 Anos do Descobrimento do Brasil.

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* Da Redação / Com informações Banco Central do Brasil / Extra

* Foto: Divulgação / banco Central

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Brasil / Economia

Brasil reage e tenta derrubar veto da União Europeia à carne nacional

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Governo diz ter recebido decisão do bloco europeu com surpresa e marcará reunião com autoridades europeias

Por Nathallie Lopes* | Brasília – DF

O governo brasileiro afirmou nesta terça-feira (12/5) que vai tentar reverter a decisão da União Europeia (UE) de retirar o Brasil da lista de países autorizados a exportar produtos de origem animal destinados ao consumo humano para o bloco europeu. A medida europeia deve entrar em vigor em 3 de setembro de 2026.

Em nota conjunta, o Ministério das Relações Exteriores, o Ministério da Agricultura e Pecuária e o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços disseram ter recebido a decisão “com surpresa” e afirmaram que o país adotará “todas as medidas necessárias” para assegurar a continuidade das exportações brasileiras ao mercado europeu.

Segundo o comunicado, o chefe da delegação brasileira junto à União Europeia já tem uma reunião agendada para esta quarta-feira (13/5) com autoridades sanitárias do bloco europeu. O objetivo do encontro será buscar esclarecimentos sobre os motivos da exclusão do Brasil da lista de exportadores autorizados.

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Apesar da decisão, o governo ressaltou que as exportações brasileiras seguem ocorrendo normalmente e que as restrições só passam a valer a partir de setembro.

Na nota oficial, o governo também defendeu o sistema sanitário nacional e destacou o histórico das exportações agropecuárias brasileiras. Segundo o comunicado, o Brasil possui um sistema sanitário “robusto e de qualidade internacional reconhecida” e fornece produtos agrícolas ao mercado europeu há cerca de 40 anos.

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  • Correio Braziliense – Conteúdo
  • Foto destaque: crédito: Freepik
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