VITÓRIA
Pesquisar
Close this search box.

Economia

Primeiras cédulas do real vão sair de circulação

Publicados

Brasil / Economia

Rede bancária será a responsável pelo recolhimento. As notas, no entanto, podem continuar a ser utilizadas normalmente

Brasília / DF

As cédulas da primeira família do Real vão sair de circulação, conforme determinação do Banco Central. No entanto, a nota não perde seu valor, e a população pode continuar utilizando-as normalmente nas suas transações diárias, tanto para pagamentos como recebimentos.

Banco Central do Brasil é eleito o melhor BC do mundo por revista  internacional - ISTOÉ DINHEIRO

Sede do Banco Central / Brasília

A Instrução Normativa BCB Nº 488 estabelece que os bancos serão os responsáveis pelo recolhimento das cédulas. Ao receber as notas, as instituições financeiras devem encaminhar para a autoridade monetária para substituí-las por novas.

A decisão de recolhimento acontece pois as cédulas possuem um tempo de vida útil que interfere nas condições físicas. Cédulas em condições não adequadas à circulação geram dificuldades logísticas para toda a cadeia de execução dos serviços de meio circulante e também dificultam o reconhecimento de seus elementos de segurança por parte da população.

A primeira família do real foi lançada em 1994, ao substituir o cruzeiro real. De acordo com o Banco Central, as cédulas da primeira família correspondem 3% das notas em circulação.

Leia Também:  Brasil reage e tenta derrubar veto da União Europeia à carne nacional

Entre as notas a serem recolhidas está a de dez reais em polímero comemorativa aos 500 Anos do Descobrimento do Brasil.

—————————————————————————————

* Da Redação / Com informações Banco Central do Brasil / Extra

* Foto: Divulgação / banco Central

Propaganda

Brasil / Economia

Senado aprova o fim da escala 6×1

Publicados

em

Apenas Hamilton Mourão (Republicanos-RS) votou contra a proposta; placar foi 75×1

Brasília (DF)

O Senado aprovou na noite desta quarta-feira, 14, em primeiro turno, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala de trabalho 6×1 e estabelece uma carga horária semanal máxima de 40 horas (PEC 221/2019). Foram 75 votos a favor, incluindo o do senador e presidenciável Flávio Bolsonaro (PL), que votou a distância, e apenas um contrário — do senador e ex-vice-presidente da República no governo Jair Bolsonaro, Hamilton Mourão (Republicanos-RS).

Já foi iniciada a fase de votação da proposta em segundo turno, após ter sido aprovado um requerimento para instituir um calendário especial para votação da PEC. Com isso, a matéria não precisará passar por três sessões de discussão após a análise em primeiro turno, dispensando o interstício — o intervalo de cinco dias entre um turno e outro. Com isso, será garantida a finalização da votação da

O texto aprovado pelos senadores não altera o que foi aprovado pela Câmara em maio deste ano. A PEC reduz a jornada máxima de 44 horas para 40 horas semanais, sem redução salarial e com dois dias de folga, não necessariamente consecutivos, além de uma transição gradual de 14 meses após a promulgação.

Leia Também:  Produção de uvas do Vale do São Francisco chegará a novos destinos nos EUA

Antes da votação, o relator da matéria, Omar Aziz (PSD-AM), leu parecer em que rejeitou uma emenda apresentada pelo senador Oriovisto Guimarães (PSDB-PR). O texto previa que jornadas especiais de trabalho já fixadas em lei e que são iguais ou inferiores a 40 horas semanais não seriam reduzidas proporcionalmente após a promulgação da emenda constitucional.

Segundo Aziz, ao rejeitar a emenda, o objetivo era que a PEC não retornasse à Câmara. Por sua vez, Oriovisto disse ter “sensibilidade política” e, para evitar que a votação se estendesse, decidiu retirar o destaque para que sua emenda fosse analisada separadamente.

A aprovação vem 11 dias antes do segundo turno da eleição presidencial e representa uma vitória para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Sob temor de impacto eleitoral, o adversário do petista na disputa, senador Flávio Bolsonaro (PL), e parlamentares da oposição, incluindo o próprio PL, também seguraram suas críticas e decidiram, de última hora, votar favoravelmente à proposta.

‘Não falei que ia dar certo?’

Em conversa com Alcolumbre, após a aprovação em primeiro turno da PEC, o líder do PT na Casa, Camilo Santana (CE), atribuiu ao senador amapaense o resultado.

Leia Também:  Brasil reage e tenta derrubar veto da União Europeia à carne nacional

“Parabéns, presidente. Você é o grande responsável por isso aqui”, disse o petista. Sorrindo e sem perceber que seu microfone estava aberto, Alcolumbre respondeu: “Não falei que ia dar certo?”. O diálogo foi captado pela transmissão da TV Senado.

—————————————————–

  • Matéria do Estadão – Conteúdo
  • Destaque: Crédito – TV / Senado
Continue lendo

GERAL

POLÍTICA & GOVERNO

CIDADES

TURISMO

MAIS LIDAS DA SEMANA