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Incidente Aéreo

Avião cargueiro sai da pista após pousar no aeroporto de Salvador

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BRASIL

Incidente aconteceu na manhã deste sábado (9) e ninguém ficou ferido. Pista estava molhada devido a chuva e havia neblina na região.

Salvador – BA

Uma aeronave cargueira da GOL saiu da pista após pousar no aeroporto de Salvador na manhã deste sábado (9). Segundo a companhia aérea, não havia passageiros a bordo e os tripulantes não ficaram feridos no incidente.

Pneus do trem de pouso do avião que saiu da pista em Salvador ficaram enterrados na grama — Foto: Reprodução/rede social

Pneus do trem de pouso do avião que saiu da pista em Salvador ficaram enterrados na grama | Foto: Reprodução/rede social

Ainda não há informações sobre o que causou o incidente, mas no momento do pouso a pista estava molhada devido a uma chuva leve e havia neblina na região.

Incidentes como o de Salvador são conhecidos como “excursão da pista”, quando um avião não consegue parar a tempo.

Avião que saiu da pista em Salvador deixou marcas no chão. — Foto: Reprodução/redes sociais

Avião que saiu da pista em Salvador deixou marcas no chão. — Foto: Reprodução/redes sociais

Conforme a companhia, o voo G39618 que saiu de Guarulhos (SP) com destino a Salvador (BA) está na área de segurança do aeroporto. Trata-se de um Boeing 737 de 2007.

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A Vinci Airports, concessionária que opera o Aeroporto Internacional de Salvador, informou que, após o incidente, a pista auxiliar foi fechada para que os órgãos competentes realizassem a retirada da aeronave e concluíssem as investigações.

Não havia passageiros a bordo e os tripulantes não ficaram feridos no incidente em Salvador com avião da Gol — Foto: Felipe Cruz

O aeroporto segue funcionando normalmente através da pista principal, que não foi afetada.

Avião que saiu da pista em Salvador saiu de Guarulhos, em SP — Foto: Reprodução

Rota do cargueiro da Gol a serviço do Mercado Livre  | Reprodução – Redes Sociais

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  • Fonte: g1| Com informações da Tribuna da Bahia
  • Foto destaque: Reprodução | Redes Sociais 
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BRASIL

Porta-aviões nuclear americano chega ao Rio de Janeiro para exercício com a Marinha do Brasil

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O porta-aviões nuclear USS Nimitz, da Marinha dos Estados Unidos, chega ao litoral brasileiro no dia 7 de maio para participar da Operação Southern Seas 2026, com exercícios conjuntos com a Marinha do Brasil no Rio de Janeiro

Por Quintino Gomes Freire* | Rio de Janeiro – RJ

O porta-aviões nuclear norte-americano USS Nimitz chega ao litoral brasileiro no dia 7 de maio para participar da Operação Southern Seas 2026, conduzida pela 4ª Frota da Marinha dos Estados Unidos. No Rio de Janeiro, os exercícios no mar com a Marinha do Brasil serão realizados entre os dias 11 e 14 de maio.

A presença do USS Nimitz no Brasil ocorre dentro de uma agenda de cooperação militar e diplomática entre os dois países. A passagem do grupo naval pelo litoral brasileiro faz parte de uma missão mais ampla de circunavegação da América do Sul, com escalas em países parceiros.

Por que o Brasil está na rota do USS Nimitz

A participação brasileira está ligada à posição estratégica do país no Atlântico Sul, área central para a segurança de rotas marítimas e para a proteção dos recursos da chamada Amazônia Azul.

USS Nimitz (CVN-68) – Wikipédia, a enciclopédia livre

Porta-Aviões nuclear USS Nimitz , dos Estados Unidos / Foto: Reprodução – Internet

Durante a operação, serão realizados exercícios conjuntos no mar, conhecidos como PASSEX, além de intercâmbio técnico entre militares e visitas institucionais. Essas atividades buscam elevar o nível de adestramento das tripulações e ampliar a capacidade de atuação combinada entre as duas Marinhas.

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No Brasil, a passagem do grupo naval ocorrerá exclusivamente no Rio de Janeiro. A presença de meios estrangeiros em águas próximas ao território nacional é feita com conhecimento e coordenação das autoridades brasileiras, dentro das práticas de Diplomacia Naval e dos acordos de cooperação entre os países.

Pela Marinha do Brasil, participarão do exercício a Fragata Independência, a Fragata Defensora, o Submarino Tikuna e dois helicópteros AH-11B Super Lynx.

Cooperação entre Brasil e Estados Unidos tem histórico recente

A participação brasileira em edições anteriores da Operação Southern Seas reforça uma cooperação já consolidada com a Marinha dos Estados Unidos. Em 2024, meios navais e aeronavais do Brasil operaram com um grupo-tarefa liderado pelo porta-aviões USS George Washington, em exercícios realizados no litoral do Sudeste.

Na ocasião, houve operações aéreas complexas, como o cross deck, quando aeronaves de uma Marinha pousam e decolam em navios de outra força. Caças AF-1 Skyhawk e helicópteros da Marinha do Brasil atuaram ao lado de aeronaves norte-americanas, como os F/A-18 Super Hornet.

Além do treinamento militar, essas ações também têm peso diplomático. Visitas técnicas, workshops e intercâmbios entre militares ajudam a alinhar protocolos em áreas como segurança nuclear, monitoramento ambiental e resposta a situações de crise.

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Também em 2024, a Marinha do Brasil e a Marinha dos Estados Unidos realizaram uma ação de apoio às vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul. A operação envolveu a transferência de 15 toneladas de doações entre o porta-aviões nuclear USS George Washington e o Navio-Aeródromo Multipropósito Atlântico, da Marinha brasileira, na costa gaúcha.

O que é o USS Nimitz

USS Nimitz é considerado o porta-aviões nuclear mais antigo ainda em operação no mundo. Comissionado em 1975, o navio dá nome à classe Nimitz, uma das mais conhecidas da Marinha norte-americana.

Com cerca de 330 metros de comprimento e deslocamento superior a 100 mil toneladas, o porta-aviões tem propulsão nuclear, o que permite grande autonomia em termos de combustível. O navio é capaz de operar dezenas de aeronaves em missões de defesa, ataque, vigilância e apoio.

Seu grupo aéreo embarcado reúne caças, aeronaves de alerta antecipado e helicópteros, formando uma estrutura de projeção de poder no mar.

No caso brasileiro, a presença de um porta-aviões desse porte dialoga com a experiência da Marinha do Brasil no uso do Navio-Aeródromo Multipropósito Atlântico, incorporado em 2018. O NAM Atlântico é o maior meio da Esquadra brasileira e atua como plataforma de comando e controle, além de permitir operações aéreas com helicópteros em missões militares e de apoio humanitário.

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  • Diário do Rio – Conteúdo
  • Foto destaque: Divulgação | USA Army
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