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Polícia / Investigação

Delegada presa em SP se formou em Direito no ES e já foi da PM capixaba

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POLÌCIA

Uma pesquisa pelo Portal da Transparência mostra que a suspeita atuou na PMES por oito anos

A delegada de polícia Layla Lima Ayub, presa suspeita de ter envolvimento com a facção criminosa do Primeiro Comando da Capital (PCC), se formou em Direito e é ex-policial militar do Espírito Santo.

Layla foi alvo da Operação Serpens, deflagrada na manhã desta sexta-feira (16), por meio do Ministério Público de São Paulo (MPSP). Segundo informações do MPSP, a delegada mantinha ligação pessoal e profissional com integrantes do PCC. 

Em uma pesquisa realizada no Portal da Transparência do Poder Executivo do Espírito Santo, é identificado que Layla atuou como policial militar entre março de 2014 e dezembro de 2022. A reportagem entrou em contato com a Polícia Militar para um posicionamento sobre a atuação.

O portal também demonstra que a suspeita foi estagiária na Defensoria Pública do Espírito Santo (DPES) durante o ano de 2013, sendo desligada em 2014.

Conforme o currículo Lattes de Layla, ela possui graduação como bacharel em Direito pela Faculdade do Espírito Santo e pós-graduação em Direito Penal, Direito Constitucional, docência em Ensino Superior e Gestão, Direito Processual Penal e Ciência Forense.

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Exerceu irregularmente a advocacia

A reportagem do Estadão identificou que, segundo o Ministério Público, a recém-empossada teria exercido irregularmente a advocacia. Em uma das ocorrências, no dia 28 de dezembro, ela teria participado de uma audiência de custódia, em Marabá, no Pará, para defender um preso apontado como integrante do PCC.

Além disso, foi indicado que Layla mantinha um relacionamento amoroso com Jardel Neto Pereira da Cruz, conhecido como “Dedel”, apontado como uma das lideranças da facção no Pará.

Layla será indiciada pelos crimes de: exercício irregular da profissão, integrar organização criminosa, falsidade ideológica e associação para o tráfico.

A reportagem do Estadão tenta contato com a defesa da delegada. Ela foi empossada no dia 19 de dezembro, em cerimônia no Palácio dos Bandeirantes.

A reportagem do Folha Vitória entrou em contato com a Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) e a Defensoria Pública Estadual para repercutir a prisão.

A matéria será atualizada assim que houver retorno por parte de ambas as instituições.

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  • Folha Vitória / Estadão
  • Foto Destacada: Reprodução / Instagram
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POLÌCIA

Avô obriga neta de 14 anos a vender drogas em Conceição da Barra

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Caso foi descoberto após denúncia anônima; a polícia também encontrou pedras de crack, maconha, uma submetralhadora e munições

Conceição da Barra / ES

A Polícia Militar apreendeu drogas, uma submetralhadora e prendeu dois envolvidos por tráfico de entorpecentes no bairro São José, em Conceição da Barra, após uma denúncia anônima apontar intenso comércio de drogas em uma casa, com a possível participação de uma jovem.

No fim da tarde desta terça-feira (30), os militares abordaram no local uma adolescente de 14 anos em frente ao imóvel. Ela relatou ainda que havia mais entorpecentes dentro da casa e que o avô a obrigava a ajudá-lo na venda das drogas para poder permanecer na residência.

Durante a abordagem, a menor confessou que portava material ilícito e foram apreendidos R$ 80 em dinheiro trocado e nove pedras de crack. No interior do imóvel, a polícia encontrou mais 38 pedras de crack, cinco porções de maconha, uma submetralhadora de fabricação caseira e 11 munições intactas.

O suspeito de 73 anos foi localizado em uma rua próxima, já conhecido dos militares por envolvimento anterior com o tráfico. Com ele, foram apreendidos R$ 1.414 em dinheiro e mais 14 pedras de crack.

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Os envolvidos foram encaminhados à Delegacia Regional de São Mateus, o homem foi autuado em flagrante por corrupção de menores e tráfico de drogas majorado. Após os procedimentos de praxe, ele foi encaminhado ao sistema prisional.

A adolescente assinou um Boletim de Ocorrência Circunstanciado por ato infracional análogo ao crime de tráfico de drogas, e depois reintegrada à família após um parente assumir o compromisso de comparecer ao Ministério Público quando solicitado.

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  • Reprodução de matéria do JN
  • Foto/Destaque: Crédito – PMES
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