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Caso de Polícia

Gusttavo Lima é indiciado por lavagem de dinheiro em operação da Polícia Civil de Pernambuco

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POLÌCIA

Medida faz parte da Operação Integration, que investiga atividades ilegais relacionadas a jogos de azar e lavagem de dinheiro através de casas de apostas; foram encontrados R$ 150 mil em um cofre

Gusttavo Lima, cantor sertanejo, foi indiciado pela Polícia Civil de Pernambuco por envolvimento em lavagem de dinheiro e organização criminosa. A medida faz parte da Operação Integration, que investiga atividades ilegais relacionadas a jogos de azar e lavagem de dinheiro através de casas de apostas. A decisão de indiciá-lo ocorreu no dia 15 de setembro, e a Justiça inicialmente decretou sua prisão preventiva, que posteriormente foi revogada. A operação, que abrange 53 alvos, inclui figuras do mundo do crime, como bicheiros, além da influenciadora digital Deolane Bezerra.

Durante as investigações, a polícia encontrou R$ 150 mil em um cofre pertencente à empresa de Gusttavo Lima, a Balada Eventos. Além disso, foram descobertas 18 notas fiscais da GSA Empreendimentos, que somam mais de R$ 8 milhões, levantando suspeitas sobre a origem dos valores. A defesa do cantor argumentou que o montante encontrado era destinado ao pagamento de fornecedores e que todos os valores foram devidamente declarados, com os impostos correspondentes já quitados.

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Após a revogação de sua prisão, Gusttavo Lima retornou ao Brasil e se apresentou em um show em Marabá. Durante a apresentação, ele fez uma declaração sobre a importância da honestidade, o que gerou repercussão entre os fãs e a mídia. A situação do cantor continua a ser monitorada, à medida que a Operação Integration avança em suas investigações.

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* Fonte: Jornal do Norte

* Foto: Reprodução / Redes Sociais

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Prefeito e ex-prefeito são presos durante operação da PF em Pedro Canário

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Operação investiga a atuação de uma organização criminosa suspeita de envolvimento em crimes de corrupção, fraude em licitações e lavagem de dinheiro

A Polícia Federal prendeu, na manhã da terça-feira (26), o prefeito e o ex-prefeito de Pedro Canário. Os mandados expedidos contra Kleilson Rezende (PSB) e Bruno Araújo (PDT), foram cumpridos.

As prisões são o principal desdobramento da Operação Eco da Fraude II, que investiga um suposto esquema de corrupção e desvio de recursos públicos ligados à realização do evento “XXXIV Forró da Tábua Lascada”.

Também são cumpridos 11 mandados de busca e apreensão, todos expedidos pelo Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES). A Justiça também determinou o afastamento cautelar do prefeito e de um servidor municipal, além de autorizar outras medidas investigativas e bloqueios patrimoniais.

Segundo as investigações da PF, conduzidas pela delegacia de São Mateus, há indícios de uma organização criminosa estruturada, formada por agentes públicos e empresários. O esquema funcionava a partir da manipulação de processos licitatórios e do superfaturamento de contratos públicos, gerando o pagamento de vantagens indevidas.

Lagoa Augusto Ruschi: o novo cartão-postal de Pedro Canário – ES Brasil

Lagoa Augusto Ruschi: o novo cartão-postal de Pedro Canário / Foto: ES Brasil

Para mascarar o caminho do dinheiro desviado, o grupo contava com um sistema de lavagem de capitais. A PF identificou movimentações financeiras incompatíveis com a capacidade econômica dos investigados e a utilização de contas de terceiros — além de operadores financeiros — para fazer o dinheiro circular em espécie, ocultando a origem ilícita dos recursos.

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As medidas cumpridas nesta terça-feira visam a aprofundar a coleta de provas, identificar outros possíveis envolvidos, paralisar as atividades do grupo criminoso e garantir o ressarcimento aos cofres públicos.

Os investigados podem responder, em tese, pelos crimes de corrupção ativa e passiva, fraude em licitação, peculato-desvio, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Caso sejam condenados, as penas somadas podem ultrapassar 30 anos de prisão.

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  • Fontes: A Gazeta e Polícia Federal
  • Foto destaque: Reprodução / AG
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