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Tragédia em Hong Kong

Chega a 36 o número de mortos em incêndio em Hong Kong; 279 estão desaparecidos

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INTERNACIONAL

As chamas começaram por volta das 14h51 desta quarta-feira (2h51 em Brasília) e foram classificadas como de “alta gravidade” pelo Departamento de Serviços de Bombeiros.

Por Jéssica Andrade e Raphaela Peixoto* – Brasília / DF

Pelo menos 36 pessoas morreram em um incêndio de grandes proporções que atingiu um incêndio em um complexo residencial de Hong Kong, afirma autoridade da cidade. Segundo a imprensa local, entre as vítimas está um bombeiro. Ainda há 279 pessoas desaparecidas, informou o chefe do executivo local, John Lee. 

Imagens mostram incêndio em arranha-céus de Hong Kong

Imagens mostram incêndio em arranha-céus de Hong Kong / Foto: AFP

As equipes de emergência trabalham há horas e a operação que combate as chamas avançou pela noite.

“Naquele momento, o fogo provocou a morte de 36 pessoas e houve 279 desaparecidos”, declarou Lee em uma conferência de imprensa na madrugada. Além disso, relatou que 29 pessoas foram hospitalizadas e permaneceram em estado crítico.

O incêndio se espalhou rapidamente pelos andaimes de bambu instalados na parte externa do edifício. As chamas começaram por volta das 14h51 desta quarta-feira (2h51 em Brasília) e foram classificadas como de “alta gravidade” pelo Departamento de Serviços de Bombeiros.

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O fogo consumiu os andaimes de ao menos três blocos de apartamentos em Tai Po, distrito localizado ao norte de Hong Kong, antes de alcançar outras áreas do complexo residencial Wang Fuk Court. Trechos de uma rodovia próxima precisaram ser interditados enquanto os bombeiros seguiam no combate às chamas.

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  • Correio Braziliense – Conteúdo
  • Foto/Destaque: Crédito – Yan Zhao / AFP
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INTERNACIONAL

Irã volta a fechar Estreito de Ormuz em resposta ao bloqueio de portos

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Comunicado militar diz que a situação voltou “ao estado anterior e a passagem estratégica fica agora sob o controle rigoroso” do Irã

Por Aline Gouveia* / Brasília – DF

O Irã anunciou, neste sábado (18/4), que voltou a fechar o Estreito de Ormuz. O anúncio ocorre poucas horas após a reabertura da via, e é uma resposta à decisão dos Estados Unidos de manter o bloqueio aos portos iranianos.

A República Islâmica havia “aceitado de boa-fé autorizar a passagem de um número limitado de petroleiros e navios comerciais” pelo estreito, mas os americanos “continuam com  atos de pirataria amparados no chamado bloqueio”, denunciou, neste sábado, o comando central das Forças Armadas iranianas.

O comunicado militar também diz que a situação voltou “ao estado anterior e a passagem estratégica fica agora sob o controle rigoroso” do Irã.

Segundo o Comando Central dos Estados Unidos, desde o início do bloqueio, 23 navios cumpriram as ordens das forças norte-americanas para dar meia-volta. “As forças americanas estão impondo um bloqueio marítimo contra navios que entram ou saem dos portos e áreas costeiras iranianos”, disse o órgão.

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  • Correio Braziliense / Com informações da AFP
  • Foto Destaque: Crédito – Giuseppe Cacace / AFP

 

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