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Política / Vexame

Em Cabo Verde, Lula agradece “por tudo que foi produzido durante 350 anos de escravidão”

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INTERNACIONAL

Em visita ao país africano Cabo Verde, o presidente Lula agradeceu por tudo que“foi produzido durante os 350 anos de escravidão” africana no Brasil. A fala repercutiu negativamente nas redes sociais.

“Nós temos uma profunda gratidão ao continente africano por tudo que foi produzido durante 350 anos de escravidão no nosso país. Nós achamos que a forma de pagamento que um país como o Brasil pode fazer é (inaudível) em tecnologia, a possibilidade de formação de gente para que tenha especialização nas áreas que o continente africano precisa, ajudar na possibilidade de industrialização e agricultura”, disse Lula.

A visita ao país não constava na agenda oficial do chefe do Executivo federal. O grupo governista decidiu encontrar o presidente de Cabo Verde, José Maria Neves, após a participação na Cúpula de Bruxelas, na Bélgica.“Nós queremos, agora, com a minha volta, recuperar a boa e produtiva relação que o Brasil tinha com os países do continente africano”, disse o petista.

A fala do presidente não soou bem e, nas redes sociais, diversos internautas têm cobrado grupos defensores dos direitos humanos para manifestar repúdio à fala do presidente.

* Informações e foto: Agência Brasil

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Informações sobre Cabo Verde:

Cabo Verde é uma nação localizada em um arquipélago vulcânico perto da costa noroeste da África. O país é conhecido por sua cultura crioula luso-africana, sua tradicional música morna e suas várias praias. A maior ilha do país, Santiago, abriga a atual capital, Praia. Em Santiago, também se encontra a antiga capital, Cidade Velha, com o Forte Real de São Filipe, que fica no topo de um penhasco. 
Capital: Praia
Continente: África
Idioma oficial: Português
Primeiro-ministro: Ulisses Correia e Silva
População: 587.925 (2021) Banco Mundial

 

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INTERNACIONAL

Apresentadora egípcia Sarah Khalifa é condenada à morte; entenda o motivo

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Sarah Khalifa nega as acusações e pretende recorrer; autoridades dizem ter apreendido mais de 750 quilos de drogas e matérias-primas

Sarah Khalifaapresentadora egípicia de 39 anos, e outras 11 pessoas foram condenadas a morte por enforcamento por um tribunal do Cairo, no Egito, por envolvimento na fabricação e no tráfico de drogas sintéticas. A decisão foi divulgada neste sábado, 5, pela imprensa estatal egípcia.

Conhecida pelo programa de televisão Missão Impossível, sobre segurança e criminalidade, Khalifa foi condenada por formação de uma organização criminosa especializada na aquisição de materiais usados na fabricação de drogas para posterior comercialização. Ela também foi acusada de posse e porte de armas de fogo e munições sem licença.

Segundo o jornal estatal Al-Ahram, as autoridades apreenderam mais de 750 quilos de drogas e matérias-primas utilizadas na produção de entorpecentes.

Dois apartamentos que funcionariam como laboratórios também foram encontrados, além de armas e munições sem licença.

De acordo com o Akhbar el-Yom, os materiais usados na fabricação das drogas eram importados do exterior.

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A sentença foi emitida após o tribunal consultar o Grande Mufti do Egito, autoridade responsável por emitir pareceres religiosos em casos de pena de morte. A consulta é exigida pela legislação egípcia antes da confirmação de sentenças capitais.

Khalifa nega as acusações e pode recorrer da decisão. Segundo a imprensa local, seu advogado já anunciou que pretende apresentar uma apelação.

Durante um depoimento ao tribunal, em setembro de 2025, a apresentadora afirmou que nunca havia visto drogas antes de ser fotografada com entorpecentes dentro das instalações das autoridades de combate ao narcotráfico.

A acusação teria se baseado em 20 depoimentos de testemunhas e em provas eletrônicas, incluindo conversas gravadas e vídeos.

Além das condenações relacionadas ao tráfico de drogas, Khalifa e outros envolvidos receberam cinco anos de prisão em um processo separado, que trata do sequestro e da agressão de um jovem.

O tribunal absolveu sete dos acusados e condenou outros nove à prisão perpétua, segundo a BBC.

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  • Matéria do Estadão – Conteúdo
  • Foto destaque: Reprodução / Redes Sociais
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