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Brasileirão 2025

Fluminense com time misto bate o Vitória no Campeonato Brasileiro

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Esportes / Futebol

Com um vermelho para cada lado, o Tricolor contou com gol de Hércules para voltar a ganhar fora de casa na competição

Salvador / BA 

Com uma expulsão para cada lado na etapa inicial, o Fluminense voltou a vencer fora de casa no Campeonato Brasileiro. O Tricolor superou o Vitória por 1 a 0, neste sábado (20), no Barradão, pela 24ª rodada. Primeiro, Dudu, volante do Leão da Barra, levou o vermelho e viu os visitantes estufarem a rede com Hércules, em bonito chute. Depois, Igor Rabello foi advertido com o segundo cartão amarelo e precisou deixar o gramado nos acréscimos. O time da casa dominou e pressionou na volta do intervalo, mas não conseguiu empatar. 

Com o resultado, a equipe comandada por Renato Gaúcho chegou aos 31 pontos e subiu para a oitava posição na tabela. O próximo compromisso será contra o Lanús (ARG), no jogo de volta das quartas de final da Sul-Americana.

A partida decisiva está marcada para terça-feira (23), às 21h30 (de Brasília), no Maracanã. O Fluminense precisará vencer por dois ou mais gols de vantagem para avançar à semifinal, já que perdeu por 1 a 0 na ida. Em caso de igualdade no placar agregado, a definição será nos pênaltis.

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O jogo

Logo no primeiro minuto, Otávio roubou no meio-campo e tocou para Lima. O meio-campista do Fluminense arrancou e, na entrada da área, foi derrubado por Dudu – que levou amarelo. Na cobrança, Canobbio acertou a barreira. Pouco depois, o Vitória teve boa chance com Renato Kayzer. Osvaldo cobrou escanteio e o centroavante, sozinho, de cara para a meta, furou a cabeçada.

Guga em ação pelo Fluminense contra o Vitória, no Barradão - Marcelo Gonçalves / Fluminense FC

Guga em ação pelo Fluminense contra o Vitória, no Barradão / Foto: Marcelo Gonçalves – Fluminense FC

Aos 24, Dudu cometeu falta em Canobbio, levou o segundo amarelo e, consequentemente, foi expulso. Com um jogador a mais, o Tricolor assustou com Cano. O atacante pegou de primeira após corte mal feito da zaga e carimbou a trave. Para dar gás e tentar aproveitar a superioridade numérica, Renato Gaúcho colocou Lezcano e Lavega nas vagas de Serna e Lima, respectivamente.

E surtiu efeito. O Flu pressionou e, aos 37, Gabriel Fuentes cruzou pela esquerda, a bola bateu nas costas do defensor e ficou nos pés de Hércules, que acertou bonito chute para abrir o placar. A resposta do Leão da Barra veio com Erick, que carimbou a trave frente a frente com Fábio. Já no fim da etapa inicial, Igor Rabello foi expulso por entrada em Renato Kayzer – zagueiro já tinha amarelo e reclamou bastante da decisão do árbitro, assim como o resto do time. 

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Na volta do intervalo, Manoel substituiu Lezcano, que havia entrado durante o primeiro tempo. Em meio à pressão do Vitória, Raul Cáceres bateu firme para boa defesa de Fábio. Erick também chegou bem, mas mandou para fora. O Fluminense tentou assustar com Otávio, mas o volante não acertou a meta. Hércules e Guga saíram para as entradas de Bernal e Júlio Fidelis.

Enquanto o Tricolor buscava administrar o resultado, o Leão da Barra seguiu em cima. Ramon finalizou com perigo de dentro da área. Depois, Romarinho matou no peito e bateu para o goleiro tricolor espalmar mais uma. A equipe de Renato Gaúcho suportou a pressão e voltou a ganhar fora de casa no Campeonato Brasileiro depois de mais de três meses. Lavega ainda teve gol anulado no fim por impedimento.

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* Informações de O Dia – Conteúdo

* Fotos: Crédito – Marcelo Gonçalves / Fluminense FC

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Esportes / Futebol

Espanha bate a Argentina na prorrogação e vence a Copa do Mundo pela segunda vez

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Por André Costa*

Depois de 16 anos, a Espanha pode libertar o grito de “é campeão” da garganta novamente! Neste domingo, a Fúria levou a melhor sobre a Argentina na grande final da Copa do Mundo de 2026, por 1 a 0, e faturou o título mundial pela segunda vez em sua história. O gol da vitória espanhola foi marcado por Ferrán Torres, já no segundo tempo da prorrogação do jogo disputado no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos.

A decisão foi marcada por um amplo domínio espanhol. A Fúria martelou a Argentina durante toda a partida e aproveitou a expulsão de Enzo Fernández no fim do tempo regulamentar para enfim colocar a bola no fundo das redes. Foram 19 chutes até a finalização de Ferrán Torres que furou o gol de Dibu Martínez.

Roteiro repetido

O roteiro do bicampeonato mundial da Espanha faz jus ao primeiro título do país, conquistado em 2010. Naquele ano, o gol da vitória espanhola na final contra a Holanda, por 1 a 0, também foi marcado na prorrogação. O herói daquela vez também foi um jogador do Barcelona: Andrés Iniesta.

Adeus discreto de Messi

Já a provável despedida de Lionel Messi da Copa do Mundo teve sabor amargo. Preso na marcação espanhola, o astro teve atuação discreta na final e acabou amargando o vice, além de não conseguir superar Kylian Mbappé como o maior artilheiro da história da competição. O craque parou nos 21 gols, contra 22 do francês.

Com a derrota, a Argentina perdeu a chance de conquistar o seu quarto título mundial. Além disso, os sul-americanos, que ergueram a taça em 1978, 1986 e 2022, não conseguiram igualar Itália (1934 e 1938) e Brasil (1958 e 1962) como os únicos bicampeões consecutivos do torneio.

Como foi o jogo?

O início da grande final foi eletrizante. Logo aos quatro minutos, Lamine Yamal tabelou com Dani Olmo na entrada da área e chutou rasteiro com a perna esquerda. A bola desviou em Lisandro Martínez, mas Dibu Martínez reagiu rapidamente e fez boa defesa.

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A Argentina respondeu no minuto seguinte. Julián Álvarez roubou a bola no meio de campo e lançou para Messi nas costas da marcação da Espanha. Porém, o goleiro Unai Simón se antecipou e saiu do gol para fazer o corte.

Depois, o jogo ficou morno. Com o controle da posse de bola, os espanhóis só voltaram a chegar ao ataque aos 37 minutos. Após boa jogada coletiva, Oyarzabal recebeu na entrada da área e bateu rasteiro, mas parou em Dibu Martínez. Já aos 42, foi a vez de Cucurella arriscar de longe e levar perigo.

Os argentinos, por sua vez, produziram muito pouco. Os atuais campeões demonstraram dificuldade de escapar da pressão espanhola e terminaram a primeira etapa sem nenhuma finalização a gol.

Segundo tempo

A Espanha continuou tomando a iniciativa após o intervalo. Com menos de um minuto no segundo tempo, Baena costurou pelo lado esquerdo, ajeitou para o meio e bateu colocado, mas Dibu Martínez agarrou. O goleiro da Argentina precisou trabalhar novamente aos 18, em chute de Dani Olmo de fora da área, e aos 21, em cabeceio de Ferrán Torres.

A Fúria incomodou mais uma vez aos 31 minutos. Pedri carregou a bola por dentro após boa troca de passes e mandou em cima de Dibu Martínez. Na sequência, Cubarsí soltou uma pancada de fora da área e parou em mais uma defesa do goleiro argentino. Pressão total da Espanha!

A partida ficou ainda mais complicada para a Argentina após a expulsão de Enzo Fernández. Aos 47 minutos, o jogador cometeu falta dura em Cubarsí, recebeu o segundo cartão amarelo e deixou a equipe com um a menos. A Espanha teve a chance de garantir a vitória aos 52, em cobrança de falta de Lamine Yamal, mas Dibu Martínez espalmou e levou o duelo para a prorrogação.

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Prorrogação

O cenário foi o mesmo no primeiro tempo da prorrogação. Com somente dois minutos, Pedri cruzou na medida para Nico Williams, que desviou de cabeça e parou em uma defesaça de Dibu Martínez. A Espanha chegou a abrir o placar com Nico Williams, aos cinco minutos, mas o tento foi anulado por uma falta de Merino em Otamendi.

Nas cordas, a Argentina tinha enorme dificuldade para ultrapassar a linha do meio-campo. Enquanto isso, os espanhóis desperdiçaram mais uma oportunidade aos 12 minutos. Nico Williams dominou pelo lado esquerdo e cruzou para Merino, que cabeceou para o chão e viu a bola raspar a trave.

Segundo tempo

Como diz o ditado, água mole em pedra dura, tanto bate até que fura. E o gol da Espanha enfim saiu no primeiro minuto do segundo tempo da prorrogação. Pedro Porro conduziu pelo lado direito e cruzou na segunda trave, para Nico Williams, que ajeitou de cabeça para o meio da área. Ferrán Torres chegou fuzilando com a perna esquerda e colocou os espanhóis em vantagem.

A Fúria chegou a ampliar o marcador aos sete minutos, mais uma vez por meio de Ferrán Torres. No entanto, o gol acabou sendo invalidado por impedimento.

A Argentina não se entregou e quase empatou aos 14 minutos. Messi tocou para Simeone, que avançou pelo lado direito e cruzou rasteiro. Tagliafico chegou para empurrar para o fundo das redes, mas a zaga espanhola afastou na hora H. Logo na sequência, Messi cobrou escanteio e viu a bola sobrar com Simeone, que mandou por cima do gol de Unai Simón.

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*Gazeta Esportiva – Conteúdo

*Foto destaque: Crédito – Odd Anderson / AFP

 

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