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Bandidos atacam em Vitória

“Se tiver confronto, vai ser preso ou vai para o IML”, garante comandante da PM após ataques em Vitória

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POLÌCIA

O comandante-geral da Polícia Militar, coronel Douglas Caus, afirmou que policiais não vão recuar no enfrentamento das facções criminosas

Ataques criminosos coordenados foram registrados em diversas regiões de Vitória, na noite de quarta-feira (26), com depredação de coletivos e viaturas. Os ataques foram motivados pela morte de um criminoso altamente perigoso e assustou moradores.

PMES - Operação Sentinela: PMES realiza balanço do mês de janeiro/2022

Foto: Reprodução / PMES

Em coletiva de imprensa transmitida ao vivo pela TV Vitória na manhã desta quinta-feira (27), o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Douglas Caus, detalhou as ações e afirmou que haverá reforço ostensivo do policiamento.

Segundo o coronel, foram duas viaturas apedrejadas, três viaturas alvos de disparos por arma de fogo, dois coletivos incendiados, sendo um em Camburi e outro em Jacaraípe, e outros dois coletivos apedrejados.

“Os ataques são coordenados por lideranças do Complexo da Penha, do PCV. Mas esses ataques não farão a Polícia Militar arredar o pé, pelo contrário. Não vamos recuar do enfrentamento das facções criminosas. Estamos bem equipamos e se tiver confronto vai ser preso ou vai direto para o IML. Estamos mirando as lideranças e os gerentes”.

O coletivo foi incendiado na Ponte de Camburi

Reprodução/TV Vitória

Caus também tranquilizou a população, afirmando que os moradores das regiões afetadas podem seguir com a rotina normalmente porque o policiamento é reforçado nas áreas. “Convocamos toda a tropa, trazendo policiais de outros batalhões. Estamos fazendo outras operações no morro de São Benedito e no Bairro da Penha”, completou.

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Ataques coordenados

Por volta de 20h15, um ônibus do sistema Transcol foi incendiado na Praia de Camburi, em Vitória. O ataque criminoso aconteceu no sentido Praia do Canto – Jardim Camburi, na saída da Ponte de Camburi, próximo ao Píer de Iemanjá.

Ao verem as chamas, os cerca de 20 passageiros que estavam no ônibus entraram em pânico e, gritando, começaram a bater nas portas do coletivo para que o motorista os deixassem sair.

O ataque a ônibus em Camburi aconteceu ao mesmo tempo em que uma série de ocorrências foram atendidas pela polícia em Vitória.

Há relato de ônibus depredado no bairro Itararé, na região da Rua das Palmeiras. Inicialmente a informação era a de que o veículo também havia sido incendiado, mas isso não foi confirmado.

Já nos acessos do bairro Gurigica, viaturas da Polícia Militar teriam sido depredadas. Pelo menos duas radiopatrulhas ficaram com os vidros estilhaçados.

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* Informações Folha Vitória – Conteúdo

* Fotos: Reprodução / AT / FV

 

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POLÌCIA

Polícia Federal investiga desvio de recursos públicos no ES e na BA

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Operação Nêmesis 15 cumpre mandados de busca e apreensão; esquema envolvia direcionamento de licitações e lavagem de dinheiro. Daniel da Açaí foi prefeito de São Mateus entre 2017 e 2024 e seria um dos envolvidos em esquema de fraudes em licitação

São Mateus – ES

A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (9/4), a Operação Nêmesis, para desarticular um esquema de corrupção e de desvio de recursos em contratos da administração municipal. 

Estão sendo cumpridos 15 mandados de busca e apreensão nos municípios de São Mateus/ES, de Linhares/ES, de Valença/BA e de Teixeira de Freitas/BA. A Justiça também determinou o sequestro de imóveis e o bloqueio de até R$ 1,2 milhão nas contas dos 15 investigados. Os mandados foram expedidos pela 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo.

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A investigação aponta que o grupo utilizava irregularmente atas de registro de preços de outros órgãos para burlar licitações. Com a atuação coordenada entre agentes públicos e empresários, havia o direcionamento de contratações e o superfaturamento de serviços para o posterior pagamento de propina.

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Durante as diligências de hoje, os policiais apreenderam, aproximadamente, R$ 2 milhões em cheques, R$ 86 mil em espécie e três veículos. Para dissimular a origem ilícita dos valores e as movimentações financeiras atípicas, o grupo utilizava pessoas interpostas e empresas de fachada.

Os envolvidos poderão responder pelos crimes de fraude em licitação, de corrupção ativa e passiva e de lavagem de capitais.

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  • Polícia Federal / Comunicação Social ES – Conteúdo
  • Foto destaque: Crédito – PF / Comunicação

 

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